Missa da Luz na Paróquia Menino Jesus de Praga

quarta-feira, 25 de maio de 2016



                    Ontem a Paróquia Menino Jesus de Praga recebeu com muito carinho o Padre Nilson Nunes para celebrar junto com a comunidade a Missa da Luz. O Padre Marcondes Meneses, concelebrante junto com o Diácono Roberto Inocêncio, deu as boas vindas ao Pe. Nilson, que foi acolhido com muito carinho pelos presentes. Foram momentos marcantes de muita harmonia, felicidade e bênçãos para os que atenderam ao chamado de Deus para participarem da mesma mesa, repartindo o pão e se confraternizando com os irmãos. Sem dúvida alguma a missa da luz se destaca pelo seu modo contemplativo, com passeio e adoração ao Santíssimo, músicas e orações, direcionando os fiéis a um encontro mais íntimo com o Pai.

Momento sublime

Pe. Marcondes, Pe. Nilson e João Eduardo momentos antes da celebração

Assembleia em oração
Pai Nosso


Momento do passeio do Santíssimo Sacramento

Selfie de Padre Marcondes, Padre Nilson e assembleia

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Tome a sua cruz de cada dia

 

A glória do discípulo de Jesus Cristo é carregar a cruz de cada dia, é tornar-se servo e não senhor, é não querer a honra nem a exaltação

Mas, entre vós, não deve ser assim: quem quiser ser grande seja vosso servo; e quem quiser ser o primeiro seja o escravo de todos” (Marcos 10, 43-44).

Os discípulos estão caminhando com Jesus e querem saber o que vão receber d’Ele por serem Seus discípulos e seguidores, por terem deixado tudo para segui-Lo.
O Senhor é muito claro ao mostrar primeiro o que vai acontecer com Ele, que caminha para Jerusalém não para ser glorificado, exaltado e aclamado, mas para que Seu caminho seja de cruz, de sofrimento, desprezo e incompreensão, a ponto de os homens O crucificarem e de Ele dar a Sua vida por todos.
O caminho do discípulo não é diferente do caminho de seu Mestre. Queremos seguir Jesus, mas teremos de segui-Lo com as consequências desse seguimento. Por isso, qual é a glória do discípulo de Cristo? Carregar a cruz de cada dia, tornar-se servo e não senhor, é não querer a honra nem a exaltação, mas ser mais humilde do que os outros.
A primeira coisa: no que consiste carregar a cruz de Cristo? Quando carregamos, em nosso peito, a cruz de Cristo, quando entramos em nossa casa, em nossas igrejas e lá está a cruz, ela não é simplesmente uma recordação ou uma memória, mas a vocação de todo cristão. Ser seguidor do Cristo Ressuscitado é ser aquele que morre para si a cada dia, aquele que não busca suas próprias vantagens e sabe que seguir o Senhor é passar por incompreensões e dificuldades. Ser discípulo de Cristo não traz glórias ao mundo.
Talvez, muitos desistam de seguir o Senhor, porque querem mais a glória dos homens do que o reconhecimento de Deus. Quem quer ser discípulo do Mestre precisa carregar a sua cruz de cada dia!
O discípulo de Jesus Cristo não é aquele que busca os primeiros lugares, as honrarias, reconhecimentos e aplausos. Esses são para o Senhor, Aquele que foi crucificado e está glorioso por nós. O que procuramos é o serviço humilde, a humildade de ser de Cristo. Por isso, quem se dispõe a servir Jesus Cristo não deve buscar a glória do serviço, mas a humildade em servir e colocar-se aos pés dos outros.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

2º Seminário de Sensibilização do Amor Exigente da Paraíba

terça-feira, 24 de maio de 2016


Busquemos nossa santidade

Santidade é, acima de tudo, ter uma vida íntegra, honesta e correta com a graça que recebemos de Deus

“Pois está na Escritura: ‘Sede santos, porque eu sou santo’ (1Pd 1,16).


              Na mentalidade de alguns, santidade é privilégio para poucos, porém, na mentalidade do Reino de Deus, santidade é compromisso para todos, é responsabilidade com a nossa vocação batismal. O Espírito que nos batizou é santo e nos santifica; desse modo, não é nenhum luxo, mas uma obrigação buscarmos a santidade em tudo aquilo que fizermos.
                     O que é a santidade? Acima de tudo, é ter uma vida íntegra, honesta e correta com a graça que recebemos de Deus. O que nos torna santos não é a quantidade de orações que fazemos nem de Missa que frequentamos. O que nos torna santos é usarmos os instrumentos que o Senhor nos dá, a oração, a Sua Palavra, para sermos melhores, para que as pessoas que conhecem a nossa vida vejam por meio dela a graça de Deus.
                  A santidade consiste em praticar as virtudes evangélicas da honestidade e bondade, de sermos pessoas boas e, de fato, virtuosas. A santidade consiste na luta interior de mudarmos os nossos hábitos e nossas atitudes.
                        A graça de Deus nos resgatou de uma vida velha, muitas vezes, manchada pelos pecados, por uma vida desregrada e desgarrada da graça de Deus, de não voltarmos à vida errada que possamos ter vivido em algum momento de nossa vida.
Santidade é combate interior, é luta de alma, é reconhecer que temos fraquezas, limites com a graça de Deus e com nossa disposição nos moldarmos a cada dia para vivermos em nós a imagem de Deus.
                        Santidade é compromisso de amor, é amar a si mesmo, querer bem a si mesmo, cuidar da saúde, do corpo, da disciplina interior; contudo, santidade é amar o próximo, é ter a graça de saber perdoar, superar o rancor, o ressentimento e as contrariedades que a vida nos impõe.
                      Santidade não é privilégio, mas obrigação! Que Deus nos dê a graça de lutarmos pela nossa santidade de cada dia.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Faça do Reino de Deus a grande conquista da sua vida

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Faça do Reino de Deus a grande conquista da sua vida e tudo mais que se empreender em fazer na vida será abençoado e bem-sucedido

Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!” (Marcos 10, 23).

Quem ouve, num primeiro momento, essas Palavras de Jesus, parece entender que Ele está condenando e colocando como impossibilidade o fato de os ricos se aproximarem de Deus, mas, ao contrário, Deus está dizendo que quer os ricos, os pobres, todos bem juntos a Ele.
O que Jesus está, na verdade, trazendo ao nosso coração é a realidade de que não há riqueza maior que o Reino do Céu, de que o Reino é o grande tesouro para ricos, pobres, doentes e sadios. É preciso conquistar esse Reino, assim como as pessoas trabalham para conquistar o que têm como riquezas e dinheiro, a vida, a dignidade. O Reino dos Céus também é feito de lutas e conquistas!
Por que é difícil um coração avarento, orgulhoso e ambicioso conquistar esse Reino? Porque ele é feito com desprendimento, com pessoas capazes de se desprender de si para fazer o Reino de Deus acontecer.
Não há nenhuma condenação para os ricos nem para as riquezas, mas há condenação para a ambição, porque ela tira a paz do coração humano, não permite que ele se volte para Seu Criador.
Se você quer entrar na Vida do Céu, conceda à sua vida a maior riqueza que ela pode ter: ser de Deus com o muito ou o pouco que você tem! Faça do Reino de Deus a grande conquista da sua vida e tudo mais que se empreender em fazer será abençoado e bem-sucedido!
É importante lembrar que todos os tesouros que juntamos a traça e a ferrugem corroem, mas aquilo que juntamos para a eternidade é para sempre. É preciso aplicar o coração para conquistar a maior riqueza: o Reino de Deus!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O nosso coração é o lugar da morada de Deus

domingo, 22 de maio de 2016

 

Esse Deus trino e maravilhoso quis morar no meio de nós. Nosso coração é o lugar da Sua morada, onde Ele quer se fazer presente

Tudo o que o Pai possui é meu. Por isso, disse que o que ele receberá e vos anunciará, é meu” (João 16, 15).

Celebramos, neste domingo, a Festa da Santíssima Trindade. Se todos os dias da nossa vida celebramos Deus entre nós, hoje, de modo especial, celebramos a identidade d’Ele.
Quem é Deus? Essa é uma pergunta que muitos fazem! Criança ou adulto, crente ou descrente, Deus é a realidade mais sublime que existe em todo o universo!
A Palavra de Deus, as Sagradas Escrituras nos ajudam a compreender, conhecer e saber quem é o Deus a quem servimos. É Ele quem se deixa revelar, ser conhecido ao longo da história da salvação e da humanidade.
Os primeiros pais que tivemos conheceram Deus como o Pai de todas as coisas, perceberam que Ele havia criado tudo. Eles perceberam, na perfeição das coisas criadas, na existência humana, que um Pai havia feito todas as coisas. E esse Pai fez questão de se manifestar e dizer: “Eu sou o princípio e o fim!”. Esse Pai foi se mostrando e conduzindo Seus filhos pela mão.
Esse Pai viu Seus filhos caírem, machucarem-se, perderem-se na realidade mais negativa da vida humana, que é o pecado. Esse Pai bondoso nos revelou que não estava sozinho. Por isso, ninguém pode ser sozinho na vida, precisamos ser um com Deus e Ele quer ser um conosco!
Deus, na Sua própria natureza, não estava sozinho. Quando Ele chegou à plenitude dos tempos, enviou-nos Seu Filho, que é igual a Ele, distinto quanto pessoa, porém, igual quanto natureza.
Na natureza divina, esse Filho estava com o Pai desde toda a eternidade. Eterno como Ele, revelou-nos a face do Pai, mostrou-nos o quanto amoroso, bondoso e misericordioso Ele é. Esse Filho deu Sua vida por nós, morreu para nos resgatar e nos colocar mais próximos do coração do Pai.
Foi este Filho quem nos revelou o segredo íntimo que os une. Esse segredo íntimo chama-se: Espírito Santo. O Espírito do Pai, do Filho, que é também uma pessoa divina, una como Eles. De modo que conhecemos a identidade de um Deus que é único. Não existem três deuses nem três realidades divinas. Há um único Deus, manifesto a nós em três pessoas distintas.
Que nome podemos dar a isso? Alguns chamam de Santíssima Trindade. Um Deus que é único e trino, contudo, a melhor definição de Deus é Amor!
As pessoas da Santíssima Trindade viveram a perfeição do amor, uma comunhão única, eterna, que não se romp
e, e cada vez mais sólida se manifesta para a nossa realidade humana.
Esse Deus trino e maravilhoso quis morar no meio de nós, e o nosso coração é o lugar da Sua morada, onde Ele quer se fazer presente. Primeiro, para romper a nossa falta de unidade interior, para nos ajudar a sermos criaturas únicas, ligadas e unidas a Deus, para romper toda divisão que há no seio da humanidade.

Salve, Trindade Santa! Salve, Deus uno e trino!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Façamos bom uso dos membros que Deus nos deu

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Recebemos como dom de Deus os membros do nosso corpo, pois cada um deles tem funções específicas e maravilhosas

Se tua mão te leva a pecar, corta-a! É melhor entrar na vida sem uma das mãos, do que tendo as duas, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga” (Marcos 9,43-44).

      A Palavra de Deus, que vem hoje ao nosso encontro, é um convite para revisarmos nossos atos e atitudes, para olharmos em que direção a nossa vida está indo.
     Recebemos como dom de Deus os membros do nosso corpo, pois cada um deles tem funções específicas e maravilhosas. Os nossos olhos nos ajudam a enxergar tudo aquilo que entra em nós pelos nossos olhos; nossas mãos são importantes para pegarmos o que necessitamos, servem para afastar e aproximar, para tantas coisas úteis que manuseamos no dia a dia! Os nossos pés direcionam nossos passos, vamos para cá e para lá, e assim por diante.
       Só podemos louvar e agradecer a Deus por cada um dos membros que compõem nosso corpo e nossa vida! É importante lembrar que os membros são direcionados pela nossa cabeça, têm a função de coordenar, direcionar, orientar e dizer o que podemos ou não fazer.   Nenhuma mão é desgovernada nem faz o que quer sozinha.
        A primeira coisa: precisamos ter juízo na cabeça, porque ele vai coordenar as atitudes dos outros membros que compõem todo o nosso corpo.
        A Palavra de Deus, hoje, está nos ensinando a viver a disciplina, a vigilância e a ascese em nossa vida. Se deixarmos nossos membros fazerem o que querem, pense que vida desordenada teremos! Pense que bagunça será a nossa vida! A desordem se instalará dentro do nosso coração e da nossa mente, viveremos confusos.
        Por isso, se precisar disciplinar sua mão, seja firme com ela! Às vezes, sem querer ou sem prestar atenção, nossa mão começa a pegar coisas que não são para pegar. Apreciamos uma coisa aqui, achamos algo bonito ali e, quando vemos, já nos acostumamos a pegar, a levar. Às vezes, as crianças vão ao supermercado e, quando ninguém está olhando, a mãozinha pega um doce e come; faz isso pela primeira, segunda, terceira vez… A mão acostumou-se a fazer o que não deveria.
         Às vezes, deixamos o nosso olhar solto, olhamos para tudo e todos os lados, olhamos para o que não devemos. Quem comanda o nosso olhar é a nossa disciplina interior. Se o deixamos correr solto, irá olhar para onde não deve nem convém.
Precisamos ter disciplina com nossos passos: Onde devemos ir? Onde devemos entrar?
           Por isso, meus irmãos, o Evangelho de hoje não é um convite para ninguém se mutilar. Deus nos quer completos e sadios! Ele nos deu duas mãos, dois braços, porém, pode ser que você, por algum acidente ou uma questão de genética, tenha nascido com alguma deficiência.
             O mais importante é que, tendo os dois olhos funcionando bem ou não, conseguindo enxergar a luz ou não, você a tenha dentro de si. O importante é que tendo um braço, dois ou até mesmo nenhum, que os nossos membros sejam disciplinados, façam o que é correto e justo. As mãos foram feitas para abençoar e não para amaldiçoar; foram feitas para apartar e não para causar a violência ou qualquer coisa nesse sentido.
A graça de Deus que temos em nós é para fazermos o bom uso dos membros que Deus nos deu. Trabalhemos na disciplina interior, para que tenhamos controle dos nossos atos e atitudes. Senão, o que restará de bom em nós?

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Façamos bom uso dos membros que Deus nos deu

quinta-feira, 19 de maio de 2016

 

Recebemos como dom de Deus os membros do nosso corpo, pois cada um deles tem funções específicas e maravilhosas

Se tua mão te leva a pecar, corta-a! É melhor entrar na vida sem uma das mãos, do que tendo as duas, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga” (Marcos 9,43-44).

     A Palavra de Deus, que vem hoje ao nosso encontro, é um convite para revisarmos nossos atos e atitudes, para olharmos em que direção a nossa vida está indo.
    Recebemos como dom de Deus os membros do nosso corpo, pois cada um deles tem funções específicas e maravilhosas. Os nossos olhos nos ajudam a enxergar tudo aquilo que entra em nós pelos nossos olhos; nossas mãos são importantes para pegarmos o que necessitamos, servem para afastar e aproximar, para tantas coisas úteis que manuseamos no dia a dia! Os nossos pés direcionam nossos passos, vamos para cá e para lá, e assim por diante.
      Só podemos louvar e agradecer a Deus por cada um dos membros que compõem nosso corpo e nossa vida! É importante lembrar que os membros são direcionados pela nossa cabeça, têm a função de coordenar, direcionar, orientar e dizer o que podemos ou não fazer.  Nenhuma mão é desgovernada nem faz o que quer sozinha.
      A primeira coisa: precisamos ter juízo na cabeça, porque ele vai coordenar as atitudes dos outros membros que compõem todo o nosso corpo.
       A Palavra de Deus, hoje, está nos ensinando a viver a disciplina, a vigilância e a ascese em nossa vida. Se deixarmos nossos membros fazerem o que querem, pense que vida desordenada teremos! Pense que bagunça será a nossa vida! A desordem se instalará dentro do nosso coração e da nossa mente, viveremos confusos.
       Por isso, se precisar disciplinar sua mão, seja firme com ela! Às vezes, sem querer ou sem prestar atenção, nossa mão começa a pegar coisas que não são para pegar. Apreciamos uma coisa aqui, achamos algo bonito ali e, quando vemos, já nos acostumamos a pegar, a levar. Às vezes, as crianças vão ao supermercado e, quando ninguém está olhando, a mãozinha pega um doce e come; faz isso pela primeira, segunda, terceira vez… A mão acostumou-se a fazer o que não deveria.
       Às vezes, deixamos o nosso olhar solto, olhamos para tudo e todos os lados, olhamos para o que não devemos. Quem comanda o nosso olhar é a nossa disciplina interior. Se o deixamos correr solto, irá olhar para onde não deve nem convém.
         Precisamos ter disciplina com nossos passos: Onde devemos ir? Onde devemos entrar?
        Por isso, meus irmãos, o Evangelho de hoje não é um convite para ninguém se mutilar.  Deus nos quer completos e sadios! Ele nos deu duas mãos, dois braços, porém, pode ser que você, por algum acidente ou uma questão de genética, tenha nascido com alguma deficiência.
       O mais importante é que, tendo os dois olhos funcionando bem ou não, conseguindo enxergar a luz ou não, você a tenha dentro de si. O importante é que tendo um braço, dois ou até mesmo nenhum, que os nossos membros sejam disciplinados, façam o que é correto e justo. As mãos foram feitas para abençoar e não para amaldiçoar; foram feitas para apartar e não para causar a violência ou qualquer coisa nesse sentido.
      A graça de Deus que temos em nós é para fazermos o bom uso dos membros que Deus nos deu. Trabalhemos na disciplina interior, para que tenhamos controle dos nossos atos e atitudes. Senão, o que restará de bom em nós?

 Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Sejamos dependentes da graça de Deus

quarta-feira, 18 de maio de 2016

O segredo da vida é viver cada dia de forma única, sóbria e humilde, ser dependente da graça de Deus

“Se o Senhor quiser, estaremos vivos e faremos isto ou aquilo” (Tg 4, 15).

     A Palavra de Deus, hoje, é um antídoto, um remédio para que possamos vencer a arrogância da alma e do coração humano.
Nossa alma é movida por conquistas, gostamos de tê-las, pois nos mantêm de pé. Quando não conquistamos aquilo que queremos, o sentimento de fracasso e derrota toma conta de nossa alma e de nosso coração.
      À medida que crescem nossas conquistas (sejam elas materiais ou espirituais), as disputas que travamos, cresce em nós também a vanglória, a glória vã, inútil, que nos leva a achar que somos donos da nossa vida, do mundo, e que tudo vai acontecer do jeito que queremos. Começamos a planejar cada vez mais: “Faremos isso! Faremos aquilo!”, e achamos que tudo podemos e conseguiremos.
Seja uma pessoa positiva, otimista, mas não arrogante; não permita que a arrogância tome conta do seu coração, pois ela é irmã do orgulho. Os dois, de mãos dadas, cegam a visão interior que precisamos ter de nós e do mundo em que estamos, mete-nos nas ilusões da vida, de modo que vivemos a vida de qualquer forma, achando que tudo vai andar do jeito que queremos.
      É óbvio que, se estamos esperando por isso, mais cedo ou mais tarde, vamos nos decepcionar, “cair do cavalo”. Por isso, o segredo da vida é viver cada dia de forma única, sóbria e humilde, ser dependente da graça de Deus. “Se a graça me permitir, eu irei! Se a graça de Deus me permitir, eu farei! Se a graça de Deus estiver comigo, eu vou transpor horizontes.”
       A graça de Deus nos mantém na humildade, na vida simples, por maiores que sejam as conquistas da vida! A graça de Deus vence essa maldita arrogância que toma de nós. Quantos tronos caem por terra, quantas pessoas “se acham” por aquilo que fazem! Quantas pisam nas outras, achando que são poderosas para sempre!
       Tudo passa, mas aquele que permanece na graça de Deus permanece para sempre!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Peçamos ao Senhor que socorra a nossa falta de fé

segunda-feira, 16 de maio de 2016

 

Precisamos pedir a Ele que socorra a nossa falta de fé, que nos alimente, direcione e não nos deixe perecer

Eu tenho fé, mas ajuda a minha falta de fé” (Marcos 9, 24).

O pai está muito aflito com a situação em que seu filho vive, dominado por um espírito mudo. Aquele menino têm diversos comportamentos que nem os discípulos conseguem expulsar o espírito que o agita e o deixa, muitas vezes, numa situação complexa.
Jesus aproxima-se do pai dessa criança e pergunta o que, de fato, acontece com seu filho. O pai descreve e ao mesmo tempo suplica: “Senhor, se podes, faça alguma coisa! Tenha piedade de nós! Ajude-nos!”.
Tudo é possível para quem tem fé! O pai faz uma exclamação da sua miséria e uma proclamação da sua fé: “Eu creio sim, Senhor! Eu tenho fé, mas vem em socorro da minha fé, que é tão pequena, esmorecida e fraca”.
Não podemos agradar e viver em Deus se não formos atraídos pela fé em Deus. Alguém pode dizer: “Eu tenho muita fé em Deus!”, mas, na hora em que as coisas começam a balançar, estremecer, na hora em que a dificuldade bate à porta e a aflição vem ao nosso encontro, a fé estremece, abala-se e passa por momentos difíceis.
É hora de crescermos e nos firmarmos na fé, olharmos para os nossos problemas e dizer que nossa fé é maior do que todos eles juntos. Muitas vezes, deixamos a nossa fé diminuir, perder o fervor, porque deixamos que os problemas sejam maiores do que aquilo em que acreditamos.
Eu creio e você também crê no Senhor, mas precisamos pedir a Ele que socorra nossa falta de fé, alimente, direcione e não nos deixe perecer. A fé tudo pode, ela nos levanta e nos coloca de pé! Permite-nos caminhar mesmo quando não temos força.
Reze: “Venha, Senhor, em auxílio da minha fraqueza e falta de fé. Não permita que eu esmoreça nem desanime! Socorra a minha fé!”.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Abramo-nos aos dons do Espírito Santo

domingo, 15 de maio de 2016

 

Só podemos ficar cheios e plenos do Espírito quando nos esvaziamos de nós e deixamos de ser tomados pela nossa mentalidade

Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava” (At 2, 4).


Hoje, celebramos a Festa de Pentecostes. Mais do que a festa da Igreja, mais do que recordarmos os dons, carismas e frutos que vêm de uma só graça chamada Espírito Santo, a Festa de Pentecostes é a festa do Espírito Santo, o dom revelado, a graça concedida, a dádiva que o Céu nos deu como maior presente para nossa vida espiritual.
Amados irmãos e irmãs, o Espírito Santo não pode ser um desconhecido no meio de nós, Ele precisa ser uma realidade cada vez mais viva e vivida.
A primeira coisa: o Pai é uma pessoa; Jesus, o Filho do Pai, é outra pessoa; e o Espírito é a pessoa divina que vive na comunhão, na unidade com a Trindade Santa, com o Pai e o Filho, e nos dá a graça de sermos filhos de Deus.
O Espírito opera em nós a santidade. Ele é santo e nos dá a comunhão com o Pai, resgata em nós a filiação divina, dá-nos têmpera para enfrentarmos as dificuldades, tempestades, tentações, tribulações e tantas situações difíceis que passamos na vida. O Paráclito nos dá a comunhão com Deus.
Muitas vezes, estamos cercados de nossa humanidade, tão cheios de nós, que o Espírito nos dá a humildade necessária para vivermos a comunhão com Deus, que opera na Sua Igreja dons, carismas e frutos.
Hoje, de modo especial, contemplamos a Igreja que nasce recebendo o dom do Alto, o dom do Espírito. “Todos reunidos num só lugar, ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava” (At 2, 4).
Peçamos, primeiro, a graça de ficarmos cheios d’Ele, pois o Paráclito nos preenche com seus dons. Como isso acontece? Só podemos ficar cheios e plenos do Espírito quando nos esvaziamos de nós e nos deixamos de ser tomados pela nossa mentalidade, muitas vezes, mundana, com nossas opiniões próprias, quando nos deixamos levar por nossas ideologias e convicções pessoais. É preciso um ‘esvaziamento’, é preciso esvaziar-se de si para encher-se do dom e da graça do Alto!
Vamos nos abrir, vamos nos entregar e deixarmo-nos encher pelo dom do Espírito. Ele nos dá a graça de falar novas línguas, mas a linguagem principal que une todos aqueles que são guiados pelo Espírito é a linguagem do amor, a linguagem universal, que toca todos os corações, que nos mantêm unidos a Deus e aos outros!

Deus abençoe você!
Fonte: Canção Nova

Assumamos a consagração do Espírito em nossa vida

quarta-feira, 11 de maio de 2016

 

Que possamos, hoje, revitalizar e assumir em nossa vida toda a consagração que o Espírito lançou sobre nossa alma e coração

“Consagra-os na verdade; a tua palavra é verdade. Como tu me enviaste ao mundo, assim também eu os enviei ao mundo” (João 17, 17-18).

Jesus está voltado para o Pai, suplicando, orando a Ele por todos nós, para que sejamos guardados, iluminados, protegidos e conduzidos por Sua graça. A graça que o Senhor pede por todos nós é a da consagração e da unção.
É maravilhoso e sublime o ato de sermos batizados ainda crianças, quando desce sobre nós a água que nos batiza. Além da graça de recebermos a água que nos lava, purifica e dá o Espírito, também somos ungidos e consagrados.
Sobre nós é marcado, no peito e na testa, por meio dos sacramentais do crisma e do óleo dos catecúmenos, a presença de Deus em nós. A marca do Senhor é impressa em nossa alma e em nosso coração. Essa consagração diz que somos entregues e pertencemos a Ele.
Quando uma criança é levada ao batistério da igreja, não é somente para que seja batizada, mas porque o batismo nos comunica, nos diz tudo que devemos ser. Temos de sair de lá com a certeza de que estamos marcados e ungidos no mais fundo de nossa alma e de nosso coração com o selo do Espírito.
É por isso que o Senhor está nos dizendo que nos consagra na verdade. Vivemos num mundo marcado por mentiras e ilusões, tão cheio de realidades enganosas, mas o Senhor quer nos libertar de tudo isso!
O Senhor quer que sejamos a cópia original, a qual Ele mesmo criou; quer retirar de nós todas as marcas falsas que este mundo imprimiu em nós. Por isso, a consagração que recebemos é para nos tornarmos novos em folha, mensageiros e servos da verdade!
Alguns se acham donos da verdade, mas se esquecem de que a única verdade é Jesus, e fomos consagrados por ela (verdade), para testemunhá-la ao mundo, para testemunhar que só Jesus salva e liberta. Ele é o Senhor de nossa vida.
Que possamos, hoje, revitalizar e assumir em nossa vida toda a consagração que o Espírito lançou sobre nossa alma e coração!
Vem sobre nós, Espírito Santo! Vem sobre o nosso coração, sobre a nossa alma! Fazei com que possamos assumir, de peito aberto e coração sincero a marca da unção, da consagração, da entrega, que recebemos ainda quando crianças, quando fomos batizados. Vem, Espírito Santo, sobre todos nós!

Deus abençoe você!
Fonte: Canção Nova

Precisamos ser cheios do Espírito Santo de Deus

terça-feira, 10 de maio de 2016

 O Espírito nos conduz, leva-nos adiante e nos dá forças para passarmos pelas tribulações e dificuldades

“E agora, prisioneiro do Espírito, vou para Jerusalém sem saber o que aí me acontecerá. Sei apenas que, de cidade em cidade, o Espírito Santo me adverte” (At 20,22-23).

Paulo é um modelo de homem a ser seguido, um homem conduzido e cheio do Espírito Santo. Paulo era muito religioso, conheceu os preceitos e as leis judaicas, foi formado de forma muito sublime conhecendo todas as leis. Entretanto, uma graça faltava a Paulo, que era prisioneiro de seus conhecimentos, mas não conhecia a pessoa do Espírito Santo.
Quando Cristo seduziu o coração de Paulo, a graça sublime, o presente maior que recebeu foi a graça de tornar-se um homem cheio do Espírito.
Amados irmãos e irmãs, a todos nós que somos conhecedores de Deus ou nos achamos pessoas que já caminham na sua Lei há tanto tempo, se não tivermos a graça do Espírito, não nos basta as conhecer, saber a respeito da Igreja, dos ensinamentos de Cristo, mesmo com tanto conhecimento que a Bíblia nos dá.
Precisamos ser homens e mulheres do Espírito, todos nós precisamos ser cheios do Espírito Santo de Deus! Isso faz toda a diferença, porque como Paulo testemunha: “Eu sou prisioneiro do Espírito!”. Quando nos tornamos prisioneiros do Espírito, é ele quem nos conduz, leva-nos adiante e nos dá forças para passarmos pelas tribulações e dificuldades.
Muitos podem até se enganar, achando que uma pessoa que tem o dom e a unção do Espírito não conhecem as tribulações e dificuldades. É o contrário, o próprio Espírito nos adverte das tribulações que iremos enfrentar, das cadeias que teremos de suportar, mas ele mesmo está conosco diante de tudo que temos de passar. Não estamos sozinhos! É a graça do Espírito que nos conduz quando nos submetemos a ele.
Estou suplicando que, do alto do Céu, Deus envie sobre nós o Seu Espírito Santo e faça-nos prisioneiros dessa graça, que o próprio Espírito quebre em nós as correntes que nos mantêm presos ao pecado, ao homem velho, à mulher racional, tão submetida, escrava de seus sentimentos. Faça de nós prisioneiros do Espírito, para que em tudo que fazemos, sejamos conduzidos por essa graça que vem do alto.
Sobre nós, Senhor, invocamos: “Envia Teu Espírito, o mesmo que desceu sobre Paulo, que transformou a sua vida, que fez dele um prisioneiro do Espírito e ele pôde testemunhar esse amor aos quatro cantos da Terra. Envia sobre nossos corações esse dom, essa graça para que sejamos também prisioneiros do dom sublime, do alto, e que possamos testemunhar o amor de Deus onde quer que estejamos!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

O Espírito opera em nós os dons de Deus

segunda-feira, 9 de maio de 2016


O Espírito Santo é o dom mais sublime, a graça necessária, é Aquele que opera em nós os dons de Deus

“’Vós recebestes o Espírito Santo quando abraçastes a fé?’ Eles responderam: ‘Nem sequer ouvimos dizer que existe o Espírito Santo!’” (At 19, 2).

Esta semana nos prepara para a celebração da grande Festa de Pentecostes, do nascimento da Igreja guiada, iluminada e conduzida pelo poder do Espírito Santo.
A Palavra de Deus, hoje, chama-nos à atenção para o quanto precisamos nos catequizar, evangelizar e instruir os outros para que conheçam a pessoa do Espírito Santo. Não que o Espírito seja uma novidade, que passou a existir neste ou naquele momento. O Paráclito é aquela estrela maravilhosa, que sempre existiu no céu e, quando descoberta, tornou-se uma grande riqueza. Ele não passou a existir quando foi descoberto, na verdade, muitas vezes, por ignorância ou falta de informação, por não nos abrirmos à sua graça e aos seus dons não tenhamos consciência dessa pessoa da Santíssima Trindade, na qual, todos fomos batizados. Alguns batizados na autoridade do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
A graça do Espírito Santo nos foi dada pelo nosso batismo, foi confirmada em nossos corações com Seus dons pela nossa Crisma e O recebemos todas as vezes que O invocamos, quando oram sobre nós, quando suplicamos que venha sobre nós. Quanto mais mergulhamos no mistério do Espírito, mais queremos nos tornar íntimos dele.
O Espírito é o dom mais sublime, a graça necessária, é aquele que opera em nós os dons de Deus. Desse modo, precisamos não só recordar tudo aquilo que aprendemos e estudamos, que nos ensinaram sobre o mistério do Espírito, mas se trata de um mistério infindável tão profundo. É mergulhar no oceano do Espírito, e quanto mais fundo mergulhamos, mais queremos e precisamos ir. São riquezas insondáveis à graça e o dom do Espírito Santo!
Meus irmãos e irmãs, não tenhamos medo, busquemos ser ousados e mergulhemos na graça do Espírito que recebemos. Levemos essa graça aos outros, recordemos de nossos irmãos batizados.
A maioria de nós ainda era criança quando o Espírito veio sobre nós, mas precisamos tomar consciência dessa graça, aprofundar esse mistério, entregar-nos ao domínio do Espírito Santo de Deus. Onde você estiver, fale do Espírito, invoque-O e comunique essa graça ao outro. Não tenha receio de clamar pelo poder do Espírito no seu trabalho, no seu convívio familiar, nos grupos aos quais pertence. Não tenha medo de invocar essa ação, de pedir que Ele venha sobre todos.
A Igreja nasceu do Espírito, vive n’Ele e Ele a conduz. A nossa vida não pode ser diferente, porque renascemos e somos conduzidos pelo Espírito. Precisamos submeter, cada vez mais, a nossa vida ao poder do Espírito Santo de Deus!
Reze: “Vem, Espírito Santo de Deus sobre nós, sobre a nossa vida, nossas casas e famílias; vem sobre nossos jovens e crianças; sobre o nosso país e todo o mundo! Queremos ser morada do Espírito Santo!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

A alegria que vem do Senhor é nossa força

quinta-feira, 5 de maio de 2016

O Senhor consola nossas lágrimas e nos dá razão para sorrir quando temos vontade de chorar

Em verdade, em verdade vos digo: Vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria” (João 16, 20).
 
Amados irmãos, muitas vezes, ficamos inconformados, porque muitas pessoas estão sempre felizes. Existem pessoas que vivem sorrindo à toa, mas nós não. Muitas vezes, vivemos como num vale de lágrimas, submersos num mar de fraquezas! Por que passamos por tudo isso? Primeiro, porque não podemos nem queremos viver uma alegria superficial, e há muita alegria falsa neste mundo, muita alegria que é zombaria, desprezo à verdade e ao sofrimento do outro!
Existem muitas pessoas alegrando-se à custa do sofrimento dos outros, de fazer os outros sofrerem. Por isso, dessa alegria nós não queremos tomar parte.
A segunda coisa é que muitos vivem uma alegria passageira, baseada em vaidades. A vaidade é tudo aquilo que se vai; não fica, não permanece, é muita alegria baseada em coisas banais e superficiais. Não é essa alegria que Deus quer nos dar.
Não estamos julgando nem condenando o coração de ninguém, mas dizendo ao nosso coração que a alegria do mundo não é a nossa alegria, pois esta é baseada na verdade, na superação, conversão e relação pessoal com Deus, que cresce à medida que contribuímos com o bem e a felicidade do outro. Nossa alegria é plena quando não é baseada no egoísmo, na soberba nem no orgulho. Muitas pessoas estão se alegrando, porque outros estão caindo. Que alegria falsa e vã! Que alegria baseada em algo superficial e mundano!
A nossa alegria não pode ser mundana, porque ela não vêm das coisas do mundo. Nós até vivemos neste mundo, compartilhamos das coisas boas que ele pode nos dar, mas a nossa alegria vem de Deus, porque Ele consola nossas lágrimas e nos dá razão para sorrir quando, muitas vezes, temos vontade de chorar.
O Senhor nos levanta da poeira quando estamos prostrados, caídos por terra. O Senhor nos dá uma razão para nossa vida plena, Ele dá esperança aos horizontes da nossa vida quando estes se perdem nas lágrimas do mundo. O Senhor transforma as penúrias da nossa alma e do nosso coração em alegria de viver!
Submetamo-nos à alegria que vem do coração de Deus. Permitamos que a alegria d’Ele seja nossa força.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

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