Só Jesus tem poder para curar nossa cegueira

quinta-feira, 28 de maio de 2015



 Só Jesus tem poder para curar nossa cegueira. Que Jesus hoje recupere a visão de muitos de nós para que vejamos o que não queremos ou não temos condição de ver.

 Jesus, filho de Davi, tem compaixão de mim!” (Marcos 10, 47). 


O cego Bartimeu se aproxima de Jesus de Nazaré e grita de forma desesperada e, ao mesmo tempo, esperançosa ao afirmar que só Jesus podia fazer algo por ele. Mesmo sendo repreendido, afastado e as pessoas lhe pedindo que ele se calasse, ele grita em alta voz não para de dizer: Jesus, filho de Davi, tem compaixão de mim!” (Mateus 10, 47).
A situação de um cego na época de Jesus era mesmo como a situação de um leproso: eram tidos como malditos e castigados, por isso viviam afastados da sociedade e eram realmente marginalizados. Não eram só eles que não enxergavam, sobretudo os cegos, mas também não eram enxergados pela sociedade, por isso esta não os incorporava entre os seus membros.
O grito daquele cego é o grito dos pobres, dos indigentes, de tantas pessoas famintas, marginalizadas, esquecidas e abandonadas que vivem hoje em nossa sociedade, nas nossas ruas, no mundo em que nós vivemos e não podem enxergar a esperança de dias melhores. E, ao mesmo tempo, não são enxergadas pelos outros, são deixadas de lado nos grandes eventos, nas realizações e até nas celebrações de nossas comunidades.
Há aqueles que já estão há muito tempo sem poder enxergar uma vida melhor e condições melhores de vida. Há idosos abandonados em tantos asilos; há pessoas esquecidas, tidas como loucas e deixadas em muitos hospitais psiquiátricos por este Brasil e por este mundo afora. Há tantas pessoas jovens sem perspectiva de recuperação porque estão cegas diante das drogas, de uma vida sexual errada, desenfreada. Há tanta gente caminhando cega no meio de nós; e muitas vezes, nós também estamos cegos diante da vida porque não somos capazes de enxergar quem está sofrendo.
O grito do cego Bartimeu hoje é o grito daqueles que vivem na solidão do abandono ou mesmo a solidão de ter pessoas por perto, mas não se sentem vistas e acolhidas por ninguém. Bartimeu clama por Jesus para que Ele faça algo em favor dele, para que o ajude a enxergar um caminho, para que dê luz aos seus olhos, ao seu coração e à sua visão interior a fim de que possa enxergar e ter outra perspectiva de vida.
Enquanto os homens não o enxergam, Jesus o vê, o enxerga e lhe pergunta: “O que tu queres de mim?“. E conforme a vontade dele, Jesus lhe recupera a vista.
Que Jesus hoje recupere a visão de muitos de nós, que nos ajude a ver aquilo que não queremos ver ou que não temos condição de ver ou de enxergar: a nossa própria miséria, a nossa própria humanidade. E que tenhamos olhos para ver as necessidades dos mais pobres e mais sofridos e, assim, apontarmos e abrirmos os olhos deles para que também vejam perspectivas de dias melhores, de esperança pela frente e a luz que vem do alto, a luz do coração de Deus.
Que o Senhor, que curou Bartimeu, cure tantos “Bartimeus” nos dias de hoje, incluindo a mim, a você e a todos nós que temos alguma cegueira que não nos permite enxergar o que precisamos, de fato, ver.
Deus abençoe você!


Fonte: Canção Nova

Sejamos ousados no Espírito Santo


Celebramos Pentecostes! A promessa de Cristo atualizou-se em nós: “Recebereis o poder do Espírito Santo que virá sobre vós, para serdes minhas testemunhas” (Atos 1,8). O Espírito Santo agiu no coração dos apóstolos derrubando as barreiras provocadas pelos medos e inseguranças, e estes, fortalecidos por essa força do alto, se colocaram a evangelizar. Hoje somos conhecedores da verdade, porque os apóstolos de Cristo, cheios do Espírito Santo, se propuseram a anunciar a Boa Nova de Deus com destemor. 

“Quem nos capacita é o Senhor, mas temos de ousar. Para isso, clamemos a vinda e o auxílio do Espírito Santo” (Monsenhor Jonas Abib)


O coração livre serve a Deus sem esperar nada em troca

quarta-feira, 27 de maio de 2015

O coração livre serve a Deus sem esperar nada em troca. Quem serve a Deus de coração livre não busca recompensas nem favorecimentos por aquilo que realiza e faz!
 
Entre vós, porém, não será assim: todo o que quiser tornar-se grande entre vós, seja o vosso servo; e todo o que entre vós quiser ser o primeiro, seja escravo a todos (Marcos 10, 43-44)

A Palavra de Deus hoje nos convida a entendermos e a refletirmos sobre a grandeza do serviço: a grandeza, diante de Deus, daqueles que colocam sua vida a serviço dos outros, pessoas desprovidas de títulos e de reconhecimento. Quem serve a Deus de coração livre não busca recompensas nem favorecimentos por aquilo que realiza e faz!
Servir a Deus é servir sem ter ambição de trono, de aplausos e do reconhecimento humano. Tudo o que fazemos de bom aos outros não deve ser para a nossa glória, mas sim para a glória de Deus! Não é para nossa vaidade nem para o nosso engrandecimento pessoal. Nós não podemos perder o sentido do serviço, do trabalho e da doação que fazemos a Deus e ao próximo.
O nosso serviço é o serviço do bom operário que faz sem saber a quem e sem esperar reconhecimento pelo que faz, porque o mundo de hoje é movido pela lógica da ambição. Muitas pessoas ambicionam ser mais e poder mais e essa tentação vem até de quem está na Igreja. Afinal de contas, são dois apóstolos que se aproximam de Jesus para saber quem vai se sentar à Sua direita ou à Sua esquerda. Muitas pessoas fazem isso em busca de um lugar, em busca de um título, em busca da glória.
É um perigo a tentação do personalismo, no qual as pessoas dizem: “Eu me preocupo comigo, com meu nome, em ser bem visto, ser reconhecido, aplaudido”. A lógica do Reino de Deus é outra: podemos querer ser grandes, mas a grandeza diante de Deus significa servir muito, trabalhar muito, nos dedicar muito, dar muito de nós em favor do outro e não esperar receber dele nenhum reconhecimento.
Todos os reconhecimentos que as pessoas nos dão por aquilo que fazemos ou realizamos perdem seu efeito e seu sabor diante da mística divina, diante da mística cristã, diante do sentido de dar sem esperar nada em troca ou sem saber a quem.
Que Deus hoje nos ensine o caminho do serviço: do serviço livre e desimpedido no caminho de servi-Lo sem esperar aplausos nem reconhecimentos. 

Deus abençoe você! 

Fonte: Canção Nova

Os humildes são reconhecidos no coração de Deus

terça-feira, 26 de maio de 2015

Os humildes são reconhecidos no coração de Deus. Quem é considerado o último, sem prestígio e sem valor algum neste mundo tem um lugar muito especial no coração de Deus!

“Muitos dos primeiros serão os últimos, e dos últimos serão os primeiros” (Marcos 10, 31).

A lógica do Reino de Deus não é a mesma lógica deste mundo. Neste mundo os primeiros são os que mais têm, são os que mais possuem, são os que mais podem, porque a lógica dele [mundo] é baseada no ter, no poder e no prazer. Por isso quem pode mais e quem tem mais sempre manda, comanda e é exaltado pelos homens.
Muitas vezes, nós nos preocupamos com o lugar que podemos ocupar no coração de Deus, contudo, algumas vezes, a nossa inquietação é com relação ao lugar que nós ocupamos neste mundo e no coração das pessoas.
A respeito do coração de Deus, deixe-me dizer uma coisa a você: quem este mundo considera último, sem prestígio, sem valor algum, esse tem um lugar muito especial no coração de Deus! Da minha parte, uma veneração muito grande pelos pobres, pelos sofridos e pelos desprovidos de bens materiais! A minha total veneração por aqueles que trabalham honestamente e dão o melhor de si para ganhar o pão sofrido do trabalho com o suor do seu rosto! Não são reconhecidos, não são aplaudidos, muitas vezes, são injustiçados com salários que não são dignos, com a falta de promoção e de reconhecimento. Mas não se esqueça de que esses são os reconhecidos e os promovidos no coração de Deus!
Há aqueles que já nasceram pobres e muito pobres por condições materiais e por terem vindo de famílias que não lhes puderam lhes dar uma vida mais digna e mais justa. Há aqueles que sofrem nas sarjetas deste mundo, que não tiveram oportunidade nenhuma de melhorar de vida, de crescer e evoluir; porque a sociedade não lhes deu espaço, não lhes deu voz nem vez. Essas pessoas não conseguiram, como queriam, chegar um pouco mais longe. Saiba que essas pessoas não são esquecidas por Deus, Ele está com elas!
E também há aqueles que se fizeram pobres, se colocaram para viver e ser como os pobres. Há aqueles que de uma forma muito espiritual vivem isso. Conheço tantas pessoas ricas, no meio de nós, que têm um coração humilde, uma vivência e uma simplicidade encantadoras. Há aqueles que deixam tudo: oportunidades, serviços e trabalhos para viver uma vida de radicalidade e entrega a Deus e ao Seu Reino.
Nenhuma pessoa que tenha deixado pai, mãe, bens materiais ou a possibilidade de adquiri-los por causa de Deus deixará de receber de Deus cem vez mais aqui e depois na vida futura.
Você é um abençoado de Deus e será muito mais abençoado quando souber ser livre, despojado e usar tudo o que tem e pode em favor dos outros, dos menos favorecidos e dos mais sofridos deste mundo! 
O mundo talvez não vá valorizá-lo, não vá reconhecê-lo; talvez você não seja aplaudido (e os aplausos do mundo não nos fazem bem!), mas no coração de Deus você ocupará um lugar primordial, que é somente seu!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Deus pode restaurar todas as coisas

Deus pode restaurar todas as coisas se nos abrirmos à Sua ação
Eu quero frisar: você tem conserto. Deus não tem uma “lata de lixo”, Ele não tem sucata. Deus tem filhos e filhas que Ele ama, mesmo quando estes estão no erro, na miséria e perdição.
Nós pensamos que Deus Pai despreza essas pessoas. Não! Mesmo que a pessoa esteja perdida, perdida e perdida (e você é capaz de calcular toda a força que eu estou querendo colocar nessa situação”), o Senhor não tira o olhar dela, porque é também um filho d’Ele. O Altíssimo se condói de ver essa situação, de ver, muitas vezes, esta miséria, que se tornou um osso ressequido. E o Senhor não deixa de amar a pessoa, independente da situação em que ela esteja vivendo.
É uma mentira, um engano que o príncipe deste mundo coloca em nós, em nossa cabeça, de que o Senhor “não ama mais” aqueles que, infelizmente, entraram por caminhos errados e até aqueles que teimam em ficar nesses caminhos. Não! O Senhor não deixou de amá-los! E é por isso que Ele se condói deles.
Deus está querendo fazer a recata. O que é preciso para isso? Aquilo que aqui está insistindo o Senhor: profetiza! Acredite nisso! Fale sobre isso! Fale diretamente que o Senhor quer isso e, porque Ele quer, vai acontecer.
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Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com


Não caia no desânimo! Não diga: ““Minha esperança acabou! Está tudo perdido””. Não! Não diga : “Meu filho e meu marido não têm jeito, nem minha família tem jeito!””, porque isso não é verdade!
Não jogue ninguém “na lata do lixo”, porque Deus não tem lata de lixo. Não jogue ninguém como sucata, porque para o Todo-poderoso não há sucata. Para o Senhor só há filhos, e você também (se é você que se encontra na miséria e na perdição) não é sucata, você não é lixo. Você é filho de Deus!
Estamos no tempo da misericórdia. E o Senhor está fazendo de tudo para atingir a todos e renovar a face da terra, renovar este mundo e as nossas famílias. É pelo poder de Seu Espírito Santo que Ele está derramando e quer derramar, cada vez mais, a Sua misericórdia sobre nós.
Meus irmãos, essa é a nossa profecia. Que nós tenhamos a coragem de chegar às pessoas que estão necessitadas e até humanamente perdidas, “sem mais conserto”, e orarmos por elas, tocarmos nelas, pedirmos o derramamento do Espírito sobre elas.
Quanta gente só mudou de vida, porque alguém “orou por ela”, apenas orou! Tudo o que a pessoa pôde fazer foi orar pedindo o Espírito Santo. Portanto, pronunciou a profecia. E aí toda a vida dessa pessoa mudou, porque ela foi batizada no Espírito de Deus. Verdade ou não é? Por que você não faz isso com os outros? Por que você não continua a orar pelas pessoas pedindo o Espírito Santo sobre elas?

Que o dinheiro esteja sempre a serviço do bem e da vida

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Que o dinheiro esteja sempre a serviço do bem e da vida, da igualdade, da promoção da vida e dos verdadeiros valores. E que não o idolatremos nem nos curvemos diante dele!

“Filhinhos, quão difícil é entrarem no Reino de Deus os que põem sua confiança nas riquezas” (Mateus 10, 24).

A Palavra de Deus, que vem hoje ao nosso encontro, quer nos fazer um profundo e sério questionamento: Qual é o lugar que os bens e as riquezas deste mundo ocupam em nosso coração? Porque não é o problema da riqueza e do dinheiro em si, dos bens materiais pelos bens materiais, mas o lugar que eles têm ocupado em nosso coração.
Veja, nós podemos até ser pessoas boas, honestas, justas, cumpridoras dos preceitos divinos, como era esse homem do Evangelho de hoje, mas precisamos saber a quem nós servimos, diante de quem nós nos curvamos, onde colocamos a nossa esperança, o nosso coração, nosso amor e nossos anseios.
O dinheiro é uma coisa necessária para a vida, para subsistência, para a sobrevivência a fim de que possamos agilizar as coisas de que precisamos para a nossa vida e para os nossos. No mundo em que vivemos ninguém vive sem dinheiro, mas o que não pode acontecer é vivermos somente para ele [o dinheiro], porque muitas pessoas se curvam diante do dinheiro, porque o dinheiro compra pessoas, ele vende as pessoas e manda nas relações humanas.
Aquilo que o homem viveu no Evangelho de hoje é um profundo e sério questionamento. Não é problema ele ser rico, mas sim a forma como a riqueza dá liberdade à sua vida.
Deixe-me dizer uma coisa a você: não há problema nenhum em ter dinheiro, mas há um sério problema em ser possuído pelo dinheiro, pela cobiça do ter mais e querer ser mais a partir daquilo que temos. Trabalhar honestamente, melhorar de vida, ter melhores condições para sua casa, para sua família, isso não é nenhum problema!
O problema tanto em quem é pobre como em quem é rico é medir a sua vida pelo dinheiro e pela cobiça desenfreada pelos bens. O problema está no lugar que o dinheiro ocupa em nossa vida. Quando o dinheiro nos rouba de Deus e ocupa o lugar de Deus em nosso coração, aí está a idolatria, aí está a perdição; aí está realmente a perda do sentido essencial da nossa vida.
Sirvamos a Deus de todo o nosso coração, de toda a nossa alma, com todo o nosso empenho, e trabalhemos por um mundo mais justo, mais honesto e mais igualitário. Trabalhemos para ter uma vida mais justa, digna e honesta para os nossos. Mas não sirvamos ao dinheiro e que ele esteja a serviço do bem, da igualdade, da promoção da vida, da promoção dos verdadeiros valores.
Só quem pode promover tudo isso é quem sabe usar o dinheiro para o bem e não é comandado por ele!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Vigília de Pentecostes na Paróquia Menino Jesus de Praga


Neste último sábado(23/05) aconteceu a Vigília de Pentecostes na Paróquia Menino Jesus de Praga.

Aconteceu um grande Louvor, animado por Jonas Santana e Ministério de Música Kairós


a Celebração foi presidida pelo Bispo da Arquidiocese Dom Aldo Pagotto e concelebrada pelo Padre Marcondes e Diácono Roberto.



Foi uma noite de muita unção e ação do Espírito Santo.

 Clique na imagem abaixo e confira todas as fotos registradas pelo Armadura do Cristão
http://docristaoarmadura.blogspot.com.br/2015/05/vigilia-de-pentecostes-paroquia-menino.html

Papa: Pentecostes inicia era do testemunho e da fraternidade


Segundo o Papa, Pentecostes é marcado pelo testemunho, a fraternidade e o início de uma Igreja missionária e universal

“O Espírito Santo derramado no Pentecostes, no coração dos discípulos, é o início de uma nova era: a era do testemunho e da fraternidade”. Foi o que afirmou o Papa Francisco neste domingo, 24, Solenidade de Pentecostes, durante a oração do Regina Coeli.
O pontífice destacou que a festa de Pentecostes faz reviver o início da Igreja, narrado pelo livro dos Atos dos Apóstolos. Naquela ocasião, disse o Papa, os discípulos foram completamente  transformados por essa efusão e o medo cedeu o lugar para a coragem, o fechamento para o anúncio e toda dúvida foi expulsa pela fé, cheia de amor. “É o batismo da Igreja que começa assim o seu caminho na história, guiada pela força do Espírito Santo”, disse.
Francisco recordou como este acontecimento mudou a vida dos apóstolos, abrindo as portas do Cenáculo e levando-os ao anúncio de Cristo Ressuscitado, bem como à experiência da universalidade da Igreja.
“Cada um dos presentes ouve os discípulos falar em sua própria língua. O dom do Espírito restabelece a harmonia das línguas que tinha sido perdida em Babel e prefigura a dimensão universal da missão dos Apóstolos. A Igreja nasce universal, una e católica, com uma identidade precisa, mas aberta, que abraça o mundo inteiro, sem excluir ninguém”, frisou o Santo Padre.
O livro dos Atos dos Apóstolos também relata que, sobre os discípulos desceram chamas de fogo. O Papa explicou que eram as chamas do amor que queimam toda amargura; era a língua do Evangelho que atravessa os confins impostos pelos homens e toca os corações da multidão, sem distinção de língua, raça ou nacionalidade.
“Com o dia de Pentecostes, o Espírito Santo é derramado continuamente também hoje sobre a Igreja e sobre cada um de nós para sairmos de nossa mediocridade e de nossos fechamentos e comunicar ao mundo o amor misericordioso do Senhor. Esta é a nossa missão! Também nos foi dado como dom a língua do Evangelho e o fogo do Espírito Santo para proclamarmos Jesus ressuscitado, vivo e presente em nosso meio, aproximando os povos a Ele que é caminho, verdade e vida”, sublinhou ainda Francisco.
“Confiemo-nos à materna intercessão de Maria, que estava presente como Mãe em meio aos discípulos no Cenáculo, para que o Espírito Santo desça abundantemente sobre a Igreja de nosso tempo, encha os corações de todos os fiéis e acenda neles o fogo de seu amor”, concluiu.
Beatificações e a situação dos deslocados
Após a oração do Regina Coeli, o Papa disse que acompanha com preocupação a situação dos numerosos deslocados no Golfo de Bengala e no Mar de Andaman.
“Exprimo o meu apreço pelos esforços realizados pelos países que acolheram essas pessoas que estão passando por grandes sofrimentos e perigos. Encorajo a comunidade internacional a prestar-lhes a assistência humanitária necessária.”
O Santo Padre recordou que no sábado, 23, foram beatificados Dom Oscar Romero, em El Salvador, e Irmã Irene Stefani, no Quênia. O arcebispo de San Salvador foi assassinado por ódio à fé enquanto celebrava a Eucaristia.
“Este pastor zeloso, seguindo o exemplo de Jesus, escolheu estar no meio de seu povo, especialmente dos pobres e oprimidos, pagando com a sua vida. A religiosa irmã Irene, italiana das Missionárias da Consolata, serviu o povo queniano com alegria, misericórdia e terna compaixão. Que o exemplo heroico desses Beatos suscite em cada um de nós o desejo ardente de testemunhar o Evangelho com coragem e abnegação.”
Francisco pediu aos peregrinos para rezarem por ele e concedeu a todos sua bênção apostólica.

Sereis revestidos da força do alto

domingo, 24 de maio de 2015

Jesus sabe que cada um de nós tem a necessidade desta “força do alto”
“Vós sois as testemunhas destas coisas. Eu enviarei sobre vós o que meu Pai prometeu. Por isso, permanecei na cidade até que sejais revestidos da força do alto. Então Jesus levou-os para fora da cidade, até perto de Betânia. Ali ergueu as mãos e abençoou-os. E enquanto os abençoava, afastou-se deles e foi elevado ao céu. Eles o adoraram. Em seguida voltaram para Jerusalém, com grande alegria, e estavam sempre no templo, bendizendo a Deus” (Lucas 24,48-53). 
Sereis_revestidos_da_forca_do_alto
Jesus havia ressuscitado, mas esse fato era algo tão grandioso e tão incompreensível aos discípulos que Ele mesmo teve que ir ao encontro deles e lhes falar pessoalmente. E depois de buscá-los e mais uma vez lhes explicar as Sagradas Escrituras, o Senhor os abençoa e volta ao céu. E, antes disso, lembra a todos de uma promessa maravilhosa e fundamental para a vida e missão dos discípulos: “Eu enviarei sobre vós o que meu Pai prometeu. Por isso, permanecei na cidade até que sejais revestidos da força do alto”.
Jesus não nos ilude nem nos engana. Ele sabe que cada um de nós tem a necessidade desta “força do alto”. E esta “força do alto” é uma Pessoa, tem um nome e uma missão própria na Santíssima Trindade. É o Espírito Santo! A Terceira Pessoa da Trindade. Ele habita em todos nós e tem a missão específica de nos santificar, isto é, de nos fazer cada dia mais parecidos com Jesus Cristo. Um novo Cristo nesta terra.
Frei Raniero Cantalamessa afirma: “O Espírito Santo habita no coração de cada batizado, mas pouco pode fazer, exatamente pela falta de conhecimento, de intimidade, de relacionamento e de CELEBRAÇÃO DE SUA PRESENÇA. A pessoa possui o Espírito Santo, mas Ele não a possui”.
Talvez esta seja uma resposta para muitos. Muitos que se perguntavam por que parecia que o Espírito não agia, ou agia desproporcionalmente à sua expectativa ou necessidade. “Eu enviarei sobre vós o que meu Pai prometeu […]”. Precisamos acreditar nesta promessa de Jesus e viver como pessoas que possuem o Espírito e têm a necessidade de ser possuídas por Ele.
Precisamos dar ao Espírito Santo de Deus “carta branca” em nossa vida e ministério. Sem colocar condições nem impor regras para que Ele tenha liberdade total de agir em nós e por intermédio de nós.
No meu ministério quantas vezes fui surpreendido pela ação sobrenatural do Espírito, especialmente naqueles momentos em que me sentia mais incapaz, mais fragilizado e menos preparado para a missão. Quantas canções nasceram desta necessidade de ser possuído pelo Espírito de Deus. Quantos milagres foram realizados diante dos meus olhos quando simplesmente celebrei e cultivei meu relacionamento com o Santo Espírito!
Faço o convite a você: deixe-se guiar na amizade e intimidade com o Espírito Santo de Deus. Aproveite este tempo de graça e junto com toda a Igreja clame de todo o coração: Vem, Espírito Santo!
E lembre-se de que Deus nos enriquece com Seus dons e carismas não para nos dar brilho, fama ou prestígio, mas para o serviço aos irmãos.
Grande abraço!

Feliz Pentecostes!

Fonte: Canção Nova

Papa Francisco: o medo nos faz mal e nos enfraquece

sábado, 23 de maio de 2015

O Papa explicou hoje de onde vem a coragem e como conquistá-la para viver com liberdade e alegria

 
 O Papa Francisco afirmou hoje que o medo faz mal aos cristãos, tornando-se um vício, e explicou que atitudes devem ser tomadas para superá-lo.

“O medo – disse em sua homilia em Santa Marta – é uma atitude que nos faz mal; nos enfraquece, nos limita e até nos paralisa. Quem tem medo não faz nada, não sabe o que fazer. Concentra-se em si mesmo para que não lhe aconteça nada de mal; o medo leva a um 'egocentrismo egoísta', que paralisa. O cristão medroso é aquele que não entendeu a mensagem de Jesus”.

“E por isso, Jesus diz a Paulo: ‘Não tenha medo, continue a falar’. O medo não é cristão; é um comportamento de quem tem a alma aprisionada, presa, sem liberdade de olhar para a frente, de criar, de fazer o bem... E diz sempre: ‘Não, aqui há este perigo, aqui outro... e assim por diante... E isto é um vício. O medo faz mal”.

“Não ter medo é pedir a graça da coragem, da coragem do Espírito Santo que nos envia”.

“Existem comunidades medrosas, que apostam sempre no certeiro: ‘Não, não vamos fazer isso... isso não, não pode...’. É como se na porta de entrada estivesse escrito ‘proibido’: tudo é proibido, por medo. E quando se entra numa comunidade assim, se sente o marasmo, porque é uma comunidade doente. O medo faz adoecer a comunidade e a falta de coragem também”.

“O medo – explicou ainda o Papa – deve ser distinguido do ‘temor de Deus’, que é santo, é o temor da adoração diante do Senhor. O temor de Deus é uma virtude: não é limitativo, não enfraquece, não paralisa: faz ir adiante para cumprir a missão dada pelo Senhor”.

A outra palavra da liturgia foi ‘alegria’. “Ninguém pode tirá-la de vocês”, diz Jesus. “E nos momentos mais tristes, nos momentos de dor” – ressaltou Francisco – “a alegria se torna paz. Ao contrário, um divertimento no momento da dor se torna sombrio, escurece.

Um cristão sem alegria não é cristão; um cristão que continuamente vive na tristeza não é cristão. E um cristão que no momento da provação, das doenças ou das dificuldades, perde a paz... é porque lhe falta algo”.

“A alegria cristã, que não é um simples divertimento, não é uma alegria passageira; a alegria cristã é um dom, um dom do Espírito Santo. É ter o coração sempre alegre porque o Senhor venceu, o Senhor reina, está à direita do Pai; Ele olhou para mim e me enviou; me deu a sua graça e me fez filho do Pai... É esta a alegria cristã. Um cristão vive na alegria”.

“Uma comunidade sem alegria – acrescentou o Papa – também é uma comunidade doente: pode até ser uma comunidade ‘divertida’, mas é ‘doente de mundanidade’, porque não tem a alegria de Jesus Cristo. Assim, quando a Igreja é medrosa e não recebe a alegria do Espírito Santo, a Igreja adoece, as comunidades adoecem e os fiéis adoecem”.

O Papa concluiu a homilia com a prece: “Elevai-nos Senhor, ao Cristo, sentado à direita do Pai; elevai o nosso espírito. Despojai-nos de todo o medo e dai-nos a alegria e a paz”.

(Rádio Vaticano)

Para educar os filhos, Papa recomenda sabedoria e equilíbrio

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Vocação da família de educar os filhos foi foco da catequese; Papa falou sobre caso dos casais separados: “não usem os filhos como reféns”

Francisco enfatiza, na catequese desta quarta-feira, a vocação dos pais de educarem seus filhos com sabedoria e equilíbrio / Foto: Reprodução CTV
Francisco enfatiza, na catequese, a vocação dos pais de educarem seus filhos com sabedoria e equilíbrio / Foto: Reprodução CTV
A vocação das famílias para educar os filhos foi o tema da catequese do Papa Francisco, nesta quarta-feira, 20. O Santo Padre segue no ciclo de reflexões sobre a família e, desta vez, deu alguns conselhos para que as famílias saibam educar os filhos na responsabilidade de si e dos outros.
Francisco destacou que existe uma regra sábia: o filho é educado para escutar os pais e obedecer a eles; e os pais não devem realizar essa tarefa de maneira bruta para não desencorajar os filhos. “A relação entre pais e filhos deve ser de uma sabedoria, de um equilíbrio grande. Filhos, obedeçam aos pais, isso agrada a Deus. E vocês pais, não irritem os filhos, pedindo a eles coisas que não podem fazer”.
Embora isso pareça óbvio, o Papa recordou que, nos tempos atuais, não faltam dificuldades. Como exemplo, ele citou o caso dos pais que veem os filhos somente à noite, o que dificulta a educação. Mais difícil ainda, segundo o Papa, é o caso dos pais separados, situação em que, muitas vezes, o filho é tomado como refém.
“O pai fala mal da mãe e a mãe fala mal do pai, e isso faz tanto mal. Mas eu digo aos pais separados: nunca, nunca tomem o filho como refém! Vocês se separaram por tantas dificuldades e motivos, a vida deu essa prova a vocês, mas os filhos não sejam os que levam o peso dessa separação, não sejam usados como reféns contra o outro cônjuge. Cresçam ouvindo que a mãe fala bem do pai, embora não estejam juntos, e que o pai fala bem da mãe”.

Família e sociedade
Segundo o Pontífice, nos últimos tempos, ‘intelectuais e especialistas’ têm criticado a educação familiar de várias formas, acusando-a de ser autoritária, conformista e repressiva. “Isso gerou uma fratura entre a família e a sociedade; uma crise que abrange vários âmbitos, como a escola, por exemplo, onde recaem sobre os alunos as tensões e a desconfiança entre pais e professores”.
E esses ‘especialistas’ se multiplicam – advertiu o Papa – ocupando o papel dos pais, inclusive nos aspectos mais íntimos da educação: personalidade, crescimento, direitos e deveres. Os pais vão se privando de sua função, chegando a se auto excluir da vida dos filhos.
Como exemplo, Francisco citou um episódio da sua infância, já narrado em outra ocasião, quando certa vez ofendeu a professora. A mãe foi chamada à escola e, com educação, repreendeu o filho. “Mas em casa vocês podem imaginar o que aconteceu…”, disse. Hoje, observou, os papéis se inverteram, e são os pais que repreendem os professores.
Fazendo uma análise dessa situação, o Papa admitiu que, por um lado, alguns modelos educativos do passado tinham limites, mas, por outro, a vida se tornou ‘avara’ de tempo e os pais, ‘sequestrados’ pelo trabalho e outras preocupações, conversam, refletem e se confrontam menos com os filhos.
Como antídoto, o Papa lembrou que a Palavra de Deus pode oferecer um apoio à missão educativa das famílias. Ele acrescentou que, na base de tudo, está o amor de Deus.
Francisco concluiu sua reflexão afirmando que a boa educação familiar é a coluna vertebral do humanismo. “A sua ‘irradiação’ social é o recurso que compensa lacunas, feridas, vazios de paternidade e maternidade dos filhos menos afortunados. E esta ‘irradiação’ pode fazer milagres!”.

Fonte: Canção Nova

Papa: cristãos devem buscar a unidade, não guerra e divisão

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Na homilia de hoje, Papa lembrou que cristãos são chamados a pedir a unidade e não deixar que se insinue entre eles o espírito da guerra
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 Francisco reza, na Missa de hoje, pela unidade cristã / Foto: L’Osservatore Romano
Na Semana em que, no hemisfério sul, se reza pela unidade cristã, o Papa Francisco dedicou sua homilia a essa causa na quinta-feira, 21. Ele reiterou que os cristãos são chamados a pedir a graça da unidade e a lutar para que não haja, entre eles, o espírito de divisão, de guerra e ciúmes. A Missa foi celebrada, como de costume, na capela da Casa Santa Marta.
Francisco fez a homilia a partir da liturgia do dia, que mostra a atmosfera do Cenáculo e a densidade das palavras que Cristo pronunciou e confiou aos apóstolos antes de se entregar à Paixão.
Nesses trechos, Jesus faz uma oração para que a Igreja seja unida, que os cristãos “sejam uma só coisa”, como Jesus o é com o seu Pai. Cristo também fala da “grande tentação”, rezando para que os fiéis não cedam ao “pai da mentira e da divisão”.
É consolador, observou Francisco, ouvir Jesus dizer ao Pai que não quer rezar somente pelos seus discípulos, mas também por aqueles que acreditarão n’Ele mediante a sua palavra. Uma frase ouvida tantas vezes, para a qual o Papa pediu uma atenção especial.
“Talvez nós não sejamos suficientemente atentos a essas palavras: Jesus rezou por mim! Isso é propriamente fonte de confiança: Ele reza por mim, rezou por mim… Eu imagino – mas é uma figura – como está Jesus diante do Pai, no Céu. É assim: reza por nós, reza por mim. E o que vê o Pai? As chagas, o preço que pagou por nós. Jesus rezou por mim com as suas chagas, com o seu coração ferido e continuará a fazê-lo”.

As faces da divisão
Francisco explicou ainda que Jesus reza pela unidade do seu povo, pela Igreja, mas sabe que o espírito do mundo é um espírito de divisão, de guerra, de invejas, ciúmes, também nas famílias, nas famílias religiosas, nas dioceses, bem como em toda a Igreja: é a “grande tentação”. E isso leva, disse o Papa, a fofocas, a etiquetar e rotular as pessoas. São atitudes que a oração de Jesus pede que sejam banidas.
“Devemos ser um, uma só coisa, como Jesus e o Pai são uma só coisa. Este é precisamente o desafio de todos nós cristãos: não dar lugar à divisão entre nós, não deixar que o espírito da divisão, o pai da mentira, entre em nós. Procurar sempre a unidade. Cada um é como é, mas procura viver em unidade. Jesus perdoou você? Perdoa todos. Jesus reza para que nós sejamos um, uma só coisa. E a Igreja tem grande necessidade desta oração de unidade”.

Unidade é graça não “cola”
Não existe, brincou o Papa, uma igreja mantida unida pela “cola”, porque a unidade que Jesus pede  é uma graça de Deus e uma luta sobre a terra. É preciso, então, dar espaço ao Espírito para que cada um possa ser transformado.
“E outro conselho que Jesus deu nestes dias de despedida é permanecer n’Ele: ‘Permanecei em mim’ ‘. Ele pede esta graça, que todos nós permaneçamos n’Ele. E aqui nos indica por que, e diz claramente: ‘Pai, eu quero que aqueles que me destes, também eles estejam comigo onde eu estou’. Isto é, que eles permaneçam lá, comigo. O permanecer em Jesus, neste mundo, termina no permanecer com Ele ‘para que contemplem a minha glória’”.

Fonte: Canção Nova

A música que eu canto e componho precisa me levar para o céu

quarta-feira, 20 de maio de 2015

A música precisa me levar ao céu e despertar nos corações de quem me escuta o desejo do céu
No decorrer da minha caminhada musical e cristã, pude perceber que a música tem um poder incrível de fazer a opinião, de animar, de desanimar, de induzir, entre outros. Ela, de fato, mexe conosco, com nosso interior e vai além: faz com que coloquemos o que está dentro para fora, ou seja, faz com que os sentimentos se tornem visíveis a todos.
Verificamos isso em muitas pessoas que “curtem” determinados estilos musicais e acabam assumindo para si aquela determinada maneira de ser, vestir, andar, baseadas no conceito que veio junto com aquele estilo musical. Certamente, não é só a música, é toda a escolha do modo de vida que elas adotam. E a música é o “carro-chefe”, se assim podemos dizer. 
A_musica_que_eu_canto_e_componho_precisa_me_levar_para_o_ceu
Isso não é uma crítica a nenhum estilo musical ou à determinada maneira de se portar ou a qualquer liberdade de escolha. Quero simplesmente exemplificar, e tomando esse exemplo quero chegar àquilo que faço por graça de Deus: a música cristã, católica.
Se a música tem esse poder de entrar pelos meus ouvidos e mexer com todo meu ser, então é necessário que a música católica desperte nosso interior para a santidade; é primordial que a música nos leve para Deus.
A música dentro da Igreja continua mexendo com nossos sentimentos, continua tendo o mesmo efeito que a música fora dessa instituição tem. Mas onde está o nosso diferencial? O nosso diferencial está no que somos. E digo isso diretamente aos músicos, àqueles que fazem música cristã, católica. O agir segue o ser, se busco a santidade, minha música automaticamente também buscará santidade e as pessoas que a escutam também sentirão o desejo de buscá-la [santidade] e, assim, como costumo dizer: “e vida que segue”.
Tudo começa em um coração que quer encontrar o Senhor. Falando de modo bem pessoal, Deus me deu a música, mas me deu para me ganhar, ou seja, sou músico para ir para o céu. A música foi um modo por meio do qual Deus, na Sua misericórdia, viu que poderia me levar para o céu, e com minha ajuda poderia também levar outros para o céu. Mas é meu o chamado, é minha a escolha de buscá-Lo pela música e levá-Lo pela música.
Nós nos enganamos muitas vezes e saímos do essencial da nossa musicalidade, achamos que nossa música só é eficaz quando o externo (som, palco, público) está perfeito; no entanto, esta só tem eficácia quando nosso coração está lutando para chegar à perfeição, externando nossa vida de oração e comunhão com o Espírito Santo. Não nos enganemos, sejamos hoje também pessoas que criem estilos de “santos” em nossa comunidade, paróquia, famílias, entre outros.

Fonte: Canção Nova

A intimidade com Jesus nos aproxima do coração do Pai

terça-feira, 19 de maio de 2015

 

 A intimidade com Jesus nos aproxima do coração do Pai! Precisamos crescer na intimidade com Deus, nosso Pai amoroso, bondoso, maravilhoso, esse Deus que é tudo para nós! 

“Ora, a vida eterna consiste em que conheçam a ti, um só Deus verdadeiro, e Jesus Cristo que enviaste” (João 17, 3). 

 Estamos acompanhando a oração sacerdotal de Jesus, na qual o Senhor se coloca como um sacerdote, como aquele que intercede, que media, que faz a ponte. É aquele que liga a realidade humana à divina; a realidade terrestre à celeste. É Jesus quem coloca os anseios da nossa alma no coração de Deus! O sacerdote é ponte, é intercessor, é mediador, é ele quem faz o elo entre a terra e o céu, entre o céu e a terra. É por isso que, nessa oração, Jesus ora por nós, em nós e para todos nós. O Senhor, acima de tudo, nos apresenta como também deve ser a nossa oração. Primeiramente Ele fala direto ao coração do Pai, sem rodeios, sem mediações. Jesus vai direto ao coração do Pai porque Ele tem intimidade com Ele, porque Ele tem uma relação com Seu Pai: 

“Ora, a vida eterna, meu Pai, consiste em que eles conheçam a Ti” (João 17,3). 

A graça que Jesus nos dá, em primeiro lugar, é a graça de conhecermos a Deus, o Deus único e verdadeiro. Deus, para muitos povos e para muitas pessoas, ao longo da história, parecia uma figura longe e distante, uma figura totalmente longe das realidades humanas. E é Jesus quem traz esse Deus, esse Pai amoroso, para bem pertinho de nós! Nós podemos senti-lo, abraçá-lo, vivê-lo e vivenciá-lo! Nós podemos falar ao Pai daquilo que somos e vivemos. A vida eterna é essa! Não é simplesmente esperar morrer para abrir o céu e nós entrarmos. A vida eterna começa quando entramos na vida do Pai e deixamos o nosso coração viver essa sintonia com Ele! A vida eterna consiste em crer no Deus único e verdadeiro e n’aquele que Ele enviou: Seu Filho Jesus Cristo. Sabem, meus irmãos, nós precisamos crescer na intimidade com o nosso Deus, nosso Pai amoroso, bondoso, maravilhoso! Esse Deus que é tudo para nós. Não podemos tratá-lo como uma divindade distante de nossa realidade. Quem se aproxima de Jesus se aproxima do coração do Pai; e quem está no colo do Pai obedece Seu Filho e vive da relação de amor e amizade com Seu Filho enviado por intermédio de Seu Evangelho e de Suas pregações, e crê em tudo aquilo que Ele ensinou. Que possamos, com a ajuda da oração de Jesus, crescer na nossa relação de intimidade e unidade com o nosso Pai!

 Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

As aflições da vida nos tornam mais dependentes de Deus

segunda-feira, 18 de maio de 2015

É importante não nos esquecermos de que as aflições não existem para nos derrubar; pelo contrário, elas nos tornam mais dependentes de Deus!

“No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo!” (João 16, 33).

Nas palavras finais de Nosso Senhor Jesus Cristo [enquanto esteve entre nós na Terra], Ele expressa os tesouros de Sua alma e de Seu coração. A falar, claramente, ao coração dos Seus apóstolos, Ele também fala ao nosso coração. Primeiramente ao afirmar que, no mundo, teremos e temos muitas aflições. E sabemos como as aflições fazem parte da nossa vida, elas vêm revestidas de decepções, de mágoas, de tristezas, de incertezas e de conflitos interiores e exteriores vividos uns com os outros.
A aflição acontece dentro de nós de forma esperada ou, na maioria das vezes, sem esperar nos decepcionamos com algo: uma má notícia que vem dali, uma coisa que não deu certo aqui, a vitória que esperaríamos ter e não a obtivemos. Enfim, nós nos afligimos e somos afligidos pelas circunstâncias da vida.
É importante não nos esquecermos de que a aflição não existe para nos derrubar; pelo contrário, a aflição é para nos fazer mais dependentes de Deus, para estarmos, cada vez mais em Seus braços e no Seu coração. E para que tenhamos a certeza daquilo que Ele anteriormente já nos disse: “Sem mim nada podeis fazer!” (João 15, 5).
E o próprio Senhor nos diz que, tendo aflições, nós precisamos de coragem. Coragem não é simplesmente valentia, disposição humana de combater. Coragem é primeiro de tudo uma atitude interior de acreditar, de saber e de ter convicção de que, mesmo vendo coisas negativas, a força, a graça do bem e a graça do alto são muito maiores [do que as aflições].
É preciso ter a convicção de que as aflições são momentâneas, são circunstanciais, as quais sofremos por um tempo, por um momento, e de que só existe sofrimento eterno para quem não confia e não crê na graça de Deus.
“Eu venci o mundo” nos diz o Senhor. E uma vez que Ele venceu todas as aflições, que sofreu no Corpo, na Alma, no Espírito, Ele diz a mim e a você que nós também podemos vencê-las e que nenhuma aflição há de nos derrubar, que nenhuma perturbação ou inquietação desta vida é maior do que a Sua vitória sobre o mal e o pecado.
Coragem para mim e para você, coragem para todos nós! Essa coragem é sinônimo de confiança e de entrega a Deus. É sinônimo de alguém que sabe em quem depositou sua fé, sua confiança e sua esperança. E a coragem da entrega: “Senhor, em Tuas mãos eu tudo posso! Tudo posso n’Aquele que me fortalece, que me anima, que me levanta!”
Algumas vezes, nós temos a sensação de que passou uma máquina por cima de nós, já levantamos com um sentimento de tristeza enorme. Por isso, ao lado da cama de cada um de nós e onde quer que nós estejamos precisa haver uma cruz. A cruz é para nos lembrar de que o mais aflito dos homens, Aquele que viveu a pior das aflições, venceu todas elas por intermédio de Sua cruz vitoriosa. Por isso não há aflição que possa nos vencer!
Deus abençoe você!

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