Precisamos incendiar o mundo com o fogo de Deus

quinta-feira, 23 de outubro de 2014


Precisamos fazer a diferença no mundo, onde a Palavra de Deus não é aceita, não é amada, ainda é rejeitada. Precisamos continuar contagiando este mundo e o incendiando com o ardor do fogo de Deus divino.

“Eu vim para lançar fogo sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso!” (Lucas 12,49).

Jesus hoje nos diz qual é Sua missão no meio de nós: “Eu vim para lançar fogo sobre a terra” (Lucas 12, 49). O anseio do coração do Mestre é que este fogo já tivesse se alastrado, que este fogo já estivesse aceso em todos os cantos da Terra.
Deixe-me dizer uma coisa a você: o cristão precisa ser incendiado por este fogo, que vem do alto, por este fogo de Deus, que é o Espírito Santo. Primeira coisa: o fogo de Deus queima por dentro e por fora, queima os nossos pecados; queima aqueles desejos que, muitas vezes, estão dentro de nós e não pertencem a Ele. E, ao mesmo tempo, incendeia a nossa alma e o nosso coração para que tenhamos um gosto novo pelas coisas de Deus, um gosto pela Sua Palavra, um gosto pela Eucaristia, gosto de fazer o bem ao próximo.
Como nós precisamos deste fogo do alto! Como precisamos a cada dia ser batizados no fogo deste Espírito, que tudo incendeia. Precisamos, meus irmãos, ser a centelha deste fogo onde nós estamos. Precisamos incendiar – com o amor de Deus – nossa casa, nossa família, nosso trabalho, nossas escolas, o mundo e a sociedade em que vivemos. Infelizmente, existem muitos cristãos apagados, existem muitos cristãos que têm uma “chaminha” que precisa estar acesa, mas está praticamente apagada, quase não sai nem fumaça.
Como precisamos ser incendiados no dia de hoje por este fogo do coração de Deus, para estarmos consumidos pela caridade, pelo desejo de fazer o bem ao próximo, de ajudar o irmão, de sermos generosos!
Precisamos estar incendiados pelo desejo de ouvir a Palavra de Deus e praticá-La! Deixe-me dizer uma coisa a você: quando somos incendiados por este fogo do alto nos tornamos causa de divisão. Sim, o próprio Jesus diz isso a nós: “Eu vim trazer a divisão” (Lucas 12,51). Dividir é justamente isso: não ficarmos do lado do fogo apagado! Vivemos num mundo onde alguns não conhecem o fogo de Deus, outros conheceram e deixaram essa chama se apagar.
Nós precisamos fazer a diferença no mundo, onde a Palavra de Deus não é aceita, não é amada, ainda é rejeitada. Precisamos continuar contagiando este mundo e o incendiando com o ardor do fogo de Deus divino.
Seja em sua casa este fogo aceso, essa chama acessa do amor de Deus! Queime a quem está ao seu lado, queimar significa: cortar o que não é de Deus e fazer resplandecer o amor pelos atos, pelas palavras e pelas atitudes. Não basta dizer um monte de palavras bonitas e contagiantes sobre Jesus se o nosso coração não estiver contagiado e incendiado por essa vontade de viver intensamente a vida de Deus em nós.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Dê o melhor de si em tudo o que o Senhor confiou a você

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Dê o melhor de si em tudo o que o Senhor confiou a você. Ser vigilante é assumir tudo o que lhe foi confiado com diligência e responsabilidade, é dar o melhor de si em tudo.

“A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!” (Lucas 12, 48).
A Palavra de Deus hoje nos ensina que uma das formas de sermos vigilantes – na expectativa do Senhor que vem – é assumirmos plena responsabilidade por nossos atos, por nossas atitudes, por nossas escolhas e por tudo aquilo que são as nossas obrigações nesta vida.
Ser vigilante é assumir [tudo isso] com diligência, é assumir com aplicação, é dar o melhor de nós naquilo que nos foi confiado, porque, afinal de contas, vamos ter que prestar contas diante de Deus com o que fazemos com aquilo que foi colocado em nossas mãos. Aquele a quem muito foi dado, muito será cobrado a partir daquilo que ele recebeu.
Algumas vezes, achamos que as pessoas que estão no alto são melhores do que nós. A responsabilidade de quem administra, de quem cuida, de quem preside e de quem governa é grande, mas a cobrança também será maior ainda! Porque quem muito recebeu, muito mais tem condições de dar; e quem tem condições de dar e – não dá o que tem – está retendo para si.
Sabem, meus irmãos, temos que fugir da tentação de querer colocar a culpa nos outros pelos nossos fracassos e pelos nossos insucessos nesta vida. Sim, o governo pode ter sua culpa, a polícia pode ter a sua culpa, o outro pode ter a sua culpa, os nossos pais podem não ter nos ajudado como quereríamos e assim vai, mas isso não exime ninguém de ser responsável por aquilo que tem!
As coisas estão caras, então não podemos gastar muito. O mundo está difícil, então temos de cuidar da nossa segurança, da nossa vida e assim por diante. Ou seja, temos que fazer a nossa parte, não basta esperar do outro e cobrar que este faça. Precisamos dar o melhor de nós naquilo que nos foi confiado e fazer mais, muitas vezes, até do que podemos e do que somos capazes, porque se o mundo caminha na desordem e no fracasso, que nossa vida não seja nem desordem nem fracasso. Podemos dar direção à nossa vida, podemos fazer com que ela siga outro rumo e tenha outro sabor desde que tenhamos plena responsabilidade por nossos atos e escolhas.
Ser adulto é ser maduro, e a maturidade não é sinônimo de idade e, sim, de saber acolher com responsabilidade tudo o que nos é confiado.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Memória Litúrgica de São João Paulo II

MEMÓRIA HISTÓRICA: Recordamos neste dia da primeira memória litúrgica de São João Paulo II a beatificação de Madre Paulina, em 18 de outubro de 1991. No final, a bênção apostólica de "João de Deus".

Estejamos sempre vigilantes e atentos às coisas de Deus

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O cristão precisa ser assim: estar com os rins cingidos para não se deixar apegar a nada deste mundo, para estar sempre atento, vigilante e buscando o Senhor em primeiro lugar.

Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas. Sede como homens que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe abrirem, imediatamente, a porta, logo que ele chegar e bater” (Lucas 12, 35-36).

É deste modo que os discípulos de Jesus devem viver nesta vida: em atitude de constante expectativa à espera do seu Senhor que vem. Por isso, Deus hoje mostra-nos os dois caminhos nos quais devemos trilhar e direcionar a nossa vida na expectativa do Senhor. O primeiro deles é estar com os rins cingidos. Quando o povo de Israel, o povo de Deus, ou seja, os hebreus, precisaram deixar o Egito, devido à longa escravidão, o Livro do Êxodo narra que eles estavam com um cinto sobre os rins, o que significa: nós estamos indo a caminho do Senhor, estamos deixando aquilo que nos escraviza, estamos deixando aquilo que nos prende, para irmos sempre em direção ao Senhor.
O cristão precisa ser assim: estar com os rins cingidos para não se deixar apegar a nada deste mundo, para estar sempre atento, vigilante e buscando o Senhor em primeiro lugar. Nós estamos a caminho, irmãos, estamos em busca da Jerusalém Celeste, onde o Nosso Deus nos espera! Por isso, essa atitude de não tirarmos os olhos do Senhor, de buscarmos as coisas do alto deve ser sempre a atitude do discípulo vigilante.
O segundo caminho é: o discípulo deve manter a sua lâmpada acessa. A lâmpada acessa lembra o próprio Jesus, quando nos recorda a parábola das dez virgens prudentes; elas estavam atentas, ligadas, não foram inertes.
Sabem, meus irmãos, nós temos responsabilidades sobre a nossa vida, e somos nós quem precisamos vigiar os nossos atos, o nosso comportamento e as palavras que saem de nossa boca. É uma atitude contínua, é uma conversão diária. É termos, nós mesmos, responsabilidade sobre nossa conduta e sobre o nosso comportamento.
O bom cristão, mesmo dormindo, está vigiando, e acordado não vive como se estivesse dormindo. Está mais do que atento para não se desviar da conduta, para não se desviar do bom caminho, para não ser levado pelas fraquezas e pelas tentações, para não ser desviado dos caminhos do Senhor.
Que Deus hoje coloque um cinto sobre os nossos rins para que não tiremos d’Ele o nosso olhar e que o Senhor também acenda a nossa lâmpada. Que ela não se apague e que estejamos sempre vigilantes e atentos às coisas de Deus.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Publicado relatório conclusivo do Sínodo sobre a Família

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Papa Francisco pediu que o relatório conclusivo fosse publicado com o resultado dos votos favoráveis e contrários de cada um dos 62 parágrafos do texto

Da redação, com Rádio Vaticano

Com a autorização do Papa Francisco, foi publicada na noite deste sábado, 18, a Relatio Synodi, o relatório conclusivo da 3ª Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família. O documento foi aprovado na Sala Sinodal após a votação, um por um, dos 62 parágrafos.
“Foi desejo do Papa. O Papa disse: ‘Quero que seja publicada esta Relatio, e por questões de transparência e clareza, que se diga quantos foram os votos favoráveis ou não favoráveis, número por número, de forma que não existam confusões ou equívocos sobre isto”, afirmou o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi.
Padre Lombardi durante apresentação do relatório conclusivo à imprensa / Foto: Reprodução CTV
Padre Lombardi durante apresentação do relatório conclusivo à imprensa / Foto: Reprodução CTV
O porta-voz do Vaticano explicou aos jornalistas que o Santo Padre fez questão que a tabela das votações também fosse publicada. [Na íntegra, documento em italiano]
O documento retoma, em substância, a estrutura e os conteúdos principais do ‘Relatório após a discussão’, apresentado em 13 de outubro na Sala do Sínodo pelo Relator Geral da Sessão, Cardeal Peter Ërdo. Ela recolhe também muitas das 470 emendas apresentadas pelos Padres Sinodais, reunidos nos Círculos menores:
Acesse

“Em particular, vocês observarão a ampliação das primeiras duas partes, o que foi pedido por muitos relatórios dos Círculos menores, para dar maior equilíbrio ao conjunto, não falar prevalentemente ou somente dos desafios ou das dificuldades, mas também falar mais do aspecto positivo sobre a família. Portanto, é um texto mais amplo e que pretende ser mais equilibrado e desenvolvido”.
O Sínodo assume a necessidade de “discernir os caminhos para renovar a Igreja e a sociedade no seu compromisso pela Igreja fundada sobre o matrimônio”, a “união indissolúvel entre o homem e a mulher”. Os participantes sustentam que “os grandes valores do matrimônio e da família cristã” são a resposta aos anseios da existência humana face ao “individualismo” e “hedonismo”.

Parágrafos não aprovados

Os parágrafos que não atingiram a maioria dos dois terços são os número (acesso dos divorciados recasados à Comunhão), 53 (comunhão espiritual a divorciados) e 55 (homossexuais) não chegaram a uma maioria de dois terços dos 183 padres sinodais presentes; e o parágrafo 41 (matrimônios civis e uniões de fato) recebeu 54 votos contra.
A reflexão sobre casamentos civis, divorciados e recasados na Igreja deixa uma mensagem de “amor” e diz que esta participa “de forma incompleta” na vida eclesial. “Trata-se de acolher e acompanhar estas pessoas com paciência e delicadeza”, pode ler-se. O documento retoma as observações sobre a necessidade de fazer “escolhas pastorais corajosas” na ação da Igreja junto das “famílias feridas”, em particular junto de quem “viveu injustamente” a separação e o divórcio.
Em relação ao acesso à Comunhão e à Penitência pelos divorciados em segunda união, alguns “argumentaram em favor da disciplina atual” [que impede o acesso aos sacramentos] e outros propõem um “acolhimento não-generalizado”. Este foi o ponto em que houve mais votos contra (74), no qual se pede que seja aprofundada a questão, “tendo presente a distinção entre situação objetiva de pecado e circunstâncias atenuantes”.
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Todavia, explica Padre Lombardi, o esforço da Relatio Synodi é o de ser inclusivo e portanto se pode falar de um consenso também sobre estes números:
“Temos em cada um destes números uma dimensão do consenso, evidentemente, uma dimensão que pode ser muito ampla ou uma dimensão que pode ser mais limitada, mas isto significa que existe um assunto que deve ainda ser amadurecido ou aprofundado porque, evidentemente, o consenso da Assembleia não era suficientemente maduro para a formulação com que foi apresentado”.
Em relação ao Relatório precedente, a Relatio Synodi não faz mais referência à lei da gradualidade, não fala de crianças que vivem com casais do mesmo sexo e reitera com mais força que as uniões homossexuais não são equiparáveis ao matrimônio entre homem e mulher, sublinhando que não são aceitáveis pressões sobre os bispos relativo a este ponto.

Nulidade matrimonial e planejamento natural

O relatório do Sínodo alude ainda às propostas para tornar “mais acessíveis e ágeis”, de preferência “gratuitos”, os procedimentos para o reconhecimento de casos de nulidade matrimonial, realçando que alguns participantes se mostraram “contrários” a mudanças.
Os vários pontos apelam à valorização dos métodos naturais de planejamento natural e da adoção, condenando a mentalidade “antinatalista”; recordam a reflexão sobre a família nos documentos da Igreja e pedem liberdade de educação para os pais.
O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, sublinhou que este não é um documento “doutrinal” e que vai servir de base para a preparação da assembleia geral ordinária do Sínodo dos Bispos que será realizada em outubro de 2015.

Kelen Galvan

Jornalista da rede Canção Nova de comunicação

Fonte: Canção Nova

A ganância e a avareza tiram-nos o foco da vida em Deus



A ganância – essa cobiça desenfreada e desmedida pelos bens materiais – tira-nos o foco da vida em Deus e nos faz perder a direção da eternidade.

Tomai cuidado contra todo tipo de ganância, porque mesmo que alguém tenha muitas coisas, a vida de um homem não consiste na abundância de bens” (Lucas 12, 15).

A ganância e a avareza são uma tentação constante ao nosso coração. Somos hoje chamados por Deus a prestar bastante atenção nisso, porque a ganância – essa cobiça desenfreada e desmedida pelos bens materiais – tira-nos o foco da vida em Deus e nos faz perder a direção da eternidade. Sim, porque uma pessoa gananciosa nunca está satisfeita com o que tem, sempre quer ter mais, sempre busca ter mais. E, muitas vezes, ela nem mede as consequências do que faz para possuir o que precisa. Nem me refiro aqui à maldade que alguns podem fazer com os outros para possuir mais, para ter mais, pois não podemos negar que muitas pessoas se tornaram ricas e poderosas pisando e massacrando outros.
A também ganância faz mal à nossa própria vida, nos corrói por dentro, tira de nós o nosso referencial, aquilo que é o essencial, aquilo que é o verdadeiro. A ganância nos tira da caridade, já não conseguimos ser bons e generosos para com os outros, porque nos preocupamos em perder e em não ter, é um peso tirar do que temos para dar aos outros.
Mas, acima de tudo, a ganância quando cresce em nós tira nosso foco de Deus! Sim, porque a ganância é uma ansiedade de sempre querer ter mais e possuir mais. O ganancioso pensa sempre nas coisas materiais em primeiro lugar. Não é nem que ele renegue o espírito, mas sim que este vai ficando em segundo, terceiro, em quarto e em pouco tempo este não faz nem mais parte de plano nenhum. E assim, meus irmãos, vamos nos materializando em detrimento do nosso espírito, que vai empobrecendo.
Que loucura! Quem é que pode dar conta da própria vida? Quando imaginamos que vamos acordar, que vamos trabalhar, que vamos conseguir mais coisas – de repente temos que prestar conta da nossa vida para Deus. E do que adiantou ter acumulado isso e aquilo, ter perdido nossas energias e nossas forças, ter deixado de amar o nosso próximo e de dar atenção a nossa família se a nossa vida se esvai?
“Mas Deus lhe disse: ‘Louco! Ainda nesta noite, pedirão de volta a tua vida. E para quem ficará o que tu acumulaste?’” (Lucas 12, 20). Por isso, Deus hoje nos chama a não perdermos o foco e a direção da vida e a não sermos consumidos pelos desejos e pela posse dos bens materiais.
Que nenhuma riqueza fale mais alto ao nosso coração do que o tesouro maior que é o Reino de Deus!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Papa Paulo VI: trajetória do beato

domingo, 19 de outubro de 2014

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“Timoneiro do Concílio Vaticano II”, que soube “dar a Deus o que é de Deus”

 
O Papa Francisco beatificou neste domingo o Papa Paulo VI, durante uma Missa celebrada na Praça São Pedro, na presença de 70 mil pessoas. Esta é a trajetória de Paulo VI:

Giovanni Battista Montini nasceu em Concésio (Bréscia), a 26 de Setembro de 1887, tendo como Pais o Dr. Giorgio Montini e D. Giuditta Alghisi, e foi baptizado, na igreja paroquial, pelo Arcipreste Giovanni Fiorini, a 30 de Setembro, sendo padrinho o Advogado Enrico Manioni.

O exemplo do pai e mãe, animadores de um ambiente onde o afecto familiar e a coerente prática da vida cristã eram profundamente harmonizados, inclinou-o à severidade para consigo mesmo e à compreensão para com os outros, dando, em todas as coisas, a preeminência absoluta à razão do espírito. Têmpera de dirigente e de apóstolo, o pai, Advogado Giorgio, deixou a marca da sua personalidade em todas as obras católicas. Por longos anos, Presidente das organizações católicas da sua Bréscia, Director, durante 25 anos, do jornal "Il Cittadino" de Bréscia, foi Conselheiro comunal e provincial, e Assessor durante o período da Primeira Grande Guerra Mundial. Por confiança do Papa Bento XV, colocaram-no à frente da União Eleitoral dos Católicos italianos, da qual foi o último Presidente. Eleito Deputado ao Parlamento pelo Partido Popular manteve o mandato por três legislaturas. Não menos fervorosa e activa, Giuditta Alghisi, Senhora de virtudes cristãs exemplares, teve também parte preponderante no apostolado religioso e leigo, como Presidente das Senhoras Católicas de Bréscia.

No dia 6 de Junho de 1907, Giovanni Battista Montini recebia, em Bréscia, a primeira comunhão, na Capela das Irmãs de Maria Manina, e, no dia 21 de Junho, pelo Bispo diocesano D. Giacomo Pellegrini, era-lhe conferido o Sacramento do Crisma — sendo padrinho o Senhor Battista Salvi — na Capela do Colégio Cesar Arici, dos Padres Jesuítas, onde seguiu os estudos elementares.

No mesmo Colégio, seguiu também os estudos liceais, tendo como Reitor o P. Giuseppe Marini, S.J., e como mestres os Padres Costarti, Baratta e Persico. Razões de saúde impediram-no de prosseguir, no Instituto, as classes liceais, já iniciadas. Depois de haver continuado particularmente os estudos, conseguiu o diploma do corso secundário em 1916, no liceu "Arnaldo da Bréscia". Uma foto de Setembro de 1919 mostra-o com alguns universitários, em Roma, à volta dos dirigentes da FUCI, que, com Mons. Giandomenico Pini, em seguida à reunião de Montecassino, reorganizavam as fileiras, após o período bélico. Era, então, já havia dois anos, estudante externo do Seminário de Bréscia, onde fora admitido e onde tinha como mestre Mons. Mosè Tovini. Das mãos de D. Defendente Salvetti recebeu, em 21 de Novembro de 1919, a batina eclesiástica e, também, a sagrada Tonsura.

Na Catedral de Bréscia, a 29 de Maio de 1920, era ordenado Sacerdote pelo Bispo diocesano, Sua Ex.cia Rev.ma D. Giacinto Gaggia, e celebrava a sua primeira Missa no Santuário das Graças de Bréscia.
Como coroa dos estudos eclesiásticos, conseguia, na Pontifícia Faculdade de Direito do Seminário de Milão o doutoramento em Direito Canónico, discutindo uma tese de direito privado. Teve, em tal ocasião, entre os examinadores, o então Secretário da mesma Faculdade, Mons. Adriano Bernareggi, luminosa figura de estudioso, de sacerdote e, a seguir, de Bispo, na Diocese de Bérgamo.

Na Gregoriana e na Academia Eclesiástica

No mesmo ano de 1920, o seu Bispo enviava-o a Roma, para o Seminário Lombardo, havia pouco reaberto sob a direcção de Mons. Ettore Baranzini, depois — e ainda agora Arcebispo de Siracusa. O Padre Giovanni Battista Montini era ali admitido como aluno, em 10 de Novembro de 1920, e iniciou os estudos filosóficos na Universidade Gregoriana, frequentando também cursos da Faculdade de Letras da Universidade de Roma. No ano seguinte, o então Substituto da Secretaria de Estado, Mons. Pizzardo, chamava-o para a Academia Eclesiástica, e levava-o a iniciar os estudos de Direito Canónico na Universidade Gregoriana. Por alguns meses, teve de interromper os estudos, quando, em Maio de 1923, foi enviado, como Adido, para a Nunciatura Apostólica de Varsóvia, de que era titular Sua Ex.cia D. Lorenzo Lauri e Auditor, Mons. Carlo Chiarlo. 
 
Fonte: Aleteia

Álbum 'Figurinhas de Maria', da PB, populariza imagem de Nossa Senhora

sábado, 18 de outubro de 2014

Álbum chega às bancas com 112 títulos de figuras autocolantes.
Projeto integra 20 pessoas de comunidades para envelopar as figurinhas.

Álbum de figurinhas com imagens de Maria foi lançado na Paraíba (Foto: Reprodução / Álbum de Figurinhas da Maria)
Álbum quer popularizar imagens de Maria
(Foto: Reprodução / Álbum de Figurinhas de Maria)
 
A imagem de Maria, cultuada entre os católicos, ganha um aliado para a sua disseminação na Paraíba, principalmente entre os jovens. O álbum 'Figurinhas de Maria' chega às bancas nesta sexta-feira (17) com 112 títulos com os nomes que Nossa Senhora recebeu em vários países do mundo e se popularizaram no Brasil. A idealização e pesquisa do projeto foi realizada pelo publicitário Gutemberg Paulo e viabilizado pela agência de publicidade Faz Publicações.
A escolha de Maria como tema para o álbum veio por conta de sua importância para o catolicismo. Dos mais de 3 mil títulos conhecidos no mundo, aproximadamente 1,5 mil são populares  no Brasil, segundo Gutemberg Paulo. Foi a partir desse universo que se chegou às 112 expressões de Nossa Senhora. “A intenção é alcançar as pessoas com mensagens importantes!”, frisou.
Embora Maria seja apenas uma, a Nossa Senhora, em cada lugar ela foi assumindo nomes que se adequaram às realidades, situações, raças e proximidade de cada povo. Gutemberg Paulo explicou que a ideia inicial era produzir um álbum com passagens bíblicas, no entanto, devido à quantidade expressiva ficaria inviável.
O álbum 'Figurinhas de Maria' é composto por 112 imagens autocolantes que custa R$ 2 e pode ser encontrado em bancas de revistas, paróquias e em algumas escolas de João Pessoa. O envelope com cinco figurinhas cada custa R$ 1. O trabalho de envelopar também está refletindo em duas comunidades, Santa Marta e Timbó, onde vinte pessoas estão trabalhando com o envelopamento das figurinhas. “O projeto envolve o lado social. Encontramos uma forma de ajudar 20 pessoas a melhorar a renda envelopando as figurinhas”, afirmou.

Fonte: G1 Paraíba

Parabéns Mamá!!!!!!!!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014


Hoje celebramos com muita alegria a Vida da NOSSA MAMÁ(Maria Luiza),que completa hoje 5 aninhos. Essa menininha que é alegre, guerreira, de uma energia fora do comum, que fortalece a nossa fé, com essa força que vem de Deus.
Os Armadura do Cristão te deseja muitos anos de vida e muita paz...
Estamos em intercessão pela sua plena recuperação.

Deus te abençoa a cada dia e Nossa Mãe do Céu te cobrirá com o Manto Sagrado sempre!


Um Beijo grande!!!!!


Jesus é a alegria e a bênção que nos une ao céu

quinta-feira, 16 de outubro de 2014



Que não percamos a graça, que não percamos o tesouro, que é Cristo Jesus, Nosso Senhor. E que Ele seja a alegria e a bênção de que nós tanto necessitamos em nossa vida!

Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele nos abençoou com toda a bênção do seu Espírito em virtude de nossa união com Cristo, no céu” (Efésios 1,3).


Nós hoje queremos meditar e contemplar a bênção que Deus derramou em nossas vidas: Seu próprio Filho, Aquele que é Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. De modo que todo aquele que está em Cristo Jesus é repleto das bênçãos e da graça do céu. Esse mesmo Espírito, que vem com Cristo em nós, nos une a essa realidade maravilhosa que é a vida em Deus.
Sabem, meus irmãos, bênção é ação, é graça de Deus em nós! Não existe coisa mais maravilhosa do que viver na bênção de Deus! Viver na bênção de Deus significa: viver no selo de Deus, viver no Espírito d’Ele e de acordo com Seus desígnios. Todos nós nascemos pelas bênçãos que vêm do coração de Deus, para aquilo que vamos fazer e realizar; permanecer na bênção de Deus é permanecer em Jesus Cristo. É ter comunhão com Ele, é acolhê-Lo dentro de nós e assim experimentar essa bênção que Ele significa em nossa vida.
Nós hoje queremos louvar, bendizer, adorar, glorificar e exaltar Aquele que é Nosso Pai pela forma como nos amou ao nos dar o Seu principal tesouro, a Sua maior riqueza: Seu Filho Unigênito se fazendo um de nós.
Algumas vezes, paramos para olhar as coisas da nossa vida e somos tomados por uma tristeza, um desânimo ou um cansaço. Quando olhamos para a nossa vida e dizemos assim: “Eu não consegui nada nesta vida! Eu não conquistei nada! Parece que eu não tenho nada!”. Ah, meu irmão, pode ser que materialmente, pode ser que em sua vida profissional ou em outros aspectos da sua vida você experimente um certo fracasso, um certo desânimo, mas se olhar para a sua vida e perceber que você foi conquistado por Jesus, que você O manteve e fez d’Ele o amor da sua vida, você estará mais do que no lucro! Estará na bênção que ninguém pode tirar de você. Estará totalmente tomado pelo maior e pelo mais importante dos amores.
Que não percamos a graça, que não percamos o tesouro, que não percamos essa riqueza que é Cristo Jesus, Nosso Senhor. E que Ele seja a alegria e a bênção de que nós tanto necessitamos em nossa vida!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Quem é conduzido pelo Espírito é bom, leal e alegre

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Os frutos do Espírito produzem em nós a paz interior, a alegria de coração, o amor sincero ao próximo, uma bondade que não tem nome, a lealdade, a fidelidade, a continência e a mansidão.
 
Porém, o fruto do Espírito é: caridade, alegria, paz, benignidade, bondade, lealdade, mansidão, continência” (Gálatas 5, 22). 

Nós hoje meditamos a Carta de São Paulo aos Gálatas que nos ajuda a entender o mundo material, carnal e espiritual, daqueles é claro que não saíram deste mundo, mas vivem nele guiados pela lei do Espírito e não pela lei da carne.
A Carta de São Paulo nos indica hoje quem vai herdar o Reino dos Céus e quem não o herdará, porque quem nos conduz à vida nos céus é a vida no Espírito. E esta é conduzida pelo Espírito Santo.
Quando o Espírito nos conduz pela Sua graça, quando a Sua ação libertadora acontece em nossa vida, Ele vai nos libertando aos poucos, vai nos tirando da prisão interior, daquilo que são as inclinações da nossa natureza pecaminosa. Ele nos liberta das obras da carne: a fornicação, a libertinagem, a devassidão, a idolatria, a feitiçaria, inimizades, brigas, contendas, iras, intrigas e discórdias; invejas, facções, bebedeiras, orgias e todas aqueles práticas pecaminosas que, muitas vezes, tentam o nosso coração.
Algumas vezes, você diz: “Esse pecado, graças a Deus, eu nunca cometi! Não fornico, não adultero!”. Mas, em compensação, a inveja inflama o seu coração. “Eu não bebo, eu não como em demasia!”. Mas pode ser que você seja alvo ou provocador de discórdias, de intrigas, de confusões e tudo isso são obras da carne segundo São Paulo.
O que temos que semear entre nós não são essas obras da carne, pelo contrário, uma vez que fomos convencidos e libertos pela Palavra do Senhor, precisamos produzir os frutos do Espírito em nós! Olhamos para uma pessoa que foi seduzida por Jesus, marcada com o selo do Espírito e logo vemos os frutos: a paz interior, a alegria de coração, o amor sincero ao próximo, uma bondade que não tem nome, a lealdade, a fidelidade, a capacidade de se conter contra os impulsos da carne, conter os impulsos do espírito e da mente humana. Ela luta para ter autocontrole e disciplina.
Enfim, meus irmãos, o combate espiritual começa dentro de nós! Quando queremos viver a vida de Cristo em nós permitimos que Ele nos liberte daquilo que não convém à nossa fé. É para a liberdade que Cristo nos chamou, para nos libertar do poder e da escravidão do pecado! Por isso quem pertence a Jesus Cristo crucifica a carne com suas paixões e com seus desejos malignos. 

Deus abençoe você! 

Fonte: Canção Nova

Quem deseja permanecer em Deus deve cuidar do coração

terça-feira, 14 de outubro de 2014


Nosso coração, muitas vezes, está cheio de maldades e de sentimentos errados. Contudo, quem quer permanecer puro diante de Deus deve priorizar cuidar do coração e do essencial!

“O Senhor disse ao fariseu: ‘Vós, fariseus, limpais o copo e o prato por fora, mas o vosso interior está cheio de roubos e maldades’” (Lucas 11, 39).

Nós já acompanhamos muitos confrontos entre os fariseus e Jesus. Eles querem colocar o Senhor em alguma dificuldade, querem confrontá-lo e desmerecer a pregação e o ensinamento d’Ele. Porque, na verdade, aquilo que o Senhor Jesus prega, ensina e vive é um confronto ao modo de vida deles.
Aquilo que Jesus faz e realiza provoca muitos questionamentos; e nós não gostamos de ser provocados, não gostamos de ser incomodados. Nós, muitas vezes, preferimos viver do jeito que estamos e não gostamos que ninguém questione o nosso modo de viver, de pensar e de agir. É claro que essa atitude é própria de quem tem um coração orgulhoso. Com o humilde isso é diferente, pois ele se deixa questionar, deixa-se confrontar e rever sua vida, suas atitudes e seus gestos. Se não isso está bom, ele quer melhorar e, mesmo que já esteja bem, ele quer se tornar melhor ainda. Ao passo que quem está bitolado, que quem está cego e não consegue enxergar adiante, logo fica inflamado quando é questionado pelo outro.
A questão principal dos fariseus é porque eles se preocupam com as aparências, se preocupam com o que está por fora; eles se preocupam com o copo, se este foi limpo por fora, eles se preocupam com a veste, com a roupa, com a aparência, mas não cuidam do essencial, não cuidam do coração, não cuidam da mente e da vida interior. Estão cheios de zelo na forma de viver a vida, cuidando das suas vestes, de lavar as roupas, de lavar as mãos, em tudo aquilo que fazem, mas se esquecem de lavar o interior e de purificar o coração. Nem sei se posso dizer se, de fato, eles “se esquecem disso” ou se não priorizam mesmo.
Permita-me dizer a você e a mim também: nós não podemos cair neste mal! Farisaísmo é sinônimo de hipocrisia, e hipocrisia tem o sentido justamente de ver as coisas desta forma: nós nos preocupamos com a casca e não com o essencial. Nós cuidamos, muitas vezes, de nossa aparência, nos preocupamos com isso ou com aquilo, com a forma como as pessoas se comportam, se vestem e falam; como comem, como fazem isso ou aquilo, e deixamos e nos esquivamos, muitas vezes, de cuidar do nosso interior e do nosso coração.
Devemos refletir sobre isso porque nosso coração, frequentemente, está cheio de maldades, de más intenções, de sentimentos e pensamentos errados. Quem quer permanecer puro diante de Deus deve priorizar cuidar do coração, do interior e de tudo aquilo que permanece!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Apresentado relatório das primeiras reflexões do Sínodo

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Na abertura da segunda semana de trabalho da 3ª Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família, foi apresentado o primeiro relatório, o Relatio post disceptationem, com os principais contributos propostos nas reflexões dos padres sinodais. São 58 pontos que indicam as motivações para as escolhas pastorais da ação evangelizadora da Igreja junto às famílias.
O texto é resultado da primeira semana de trabalho da Assembleia Extraordinária, sendo exposto pelo relator-geral, cardeal Peter Erdo. O documento desenvolve-se em três ideias-chave: escutar o contexto sociocultural em que vivem as famílias hoje; olhar para Cristo e para o seu Evangelho da família e confrontar-se sobre as prospetivas pastorais a iniciar.
A família, realidade decisiva e preciosa, lugar das alegrias, dificuldades e afetos é, segundo este primeiro relatório, uma escola de humanidade que deve ser em primeiro lugar escutada na sua complexidade. Diante dessas realidades, a Igreja deve olhar com “esperança e sentido”, indica o texto.
“Torna-se necessário um discernimento espiritual, no que diz respeito às convivências, aos matrimônios civis e aos divorciados recasados. Compete à Igreja reconhecer aquelas sementes do Verbo espalhadas para além dos seus confins visíveis e sacramentais. (...) A Igreja dirige-se com respeito àqueles que participam na sua vida em modo incompleto e imperfeito, apreciando mais os valores positivos que conservam do que os limites e as faltas”, aponta o relatório.

Apoio às famílias

De acordo com o texto, a Igreja precisar enfrentar a realidade da família, a partir do seu  contexto sociocultural, e olhar para Jesus para reafirmar a indissolubilidade entre homem e mulher.
“Evangelizar é responsabilidade partilhada por todo o povo de Deus, cada uma segundo o próprio ministério e carisma. Sem o testemunho alegre dos cônjuges e das famílias, o anúncio, mesmo que correto, arrisca-se a ser incompreendido ou de se afogar no mar de palavras que caracteriza a nossa sociedade. As famílias católicas são chamadas a ser elas próprias os sujeitos ativos de toda a pastoral familiar. 
Também é enfatizada no relatório a missão da Pastoral Familiar e das famílias como sujeitos ativos na pastoral familiar, sobretudo na preparação dos noivos para o matrimônio e no acompanhamento da vida familiar após o sacramento.

Primeiras propostas

Sobre as situações de divórcio e segunda união, entre outros casos, o texto reflete sobre a necessidade de solução intermediária, ou seja, uma possibilidade não generalizada, mas fruto de um discernimento feito caso a caso, a partir de acompanhamento com respeito.  É sublinhada, ainda, no relatório a importância da abertura à vida e da educação dos filhos, e a missão da Igreja no apoio às famílias nas suas escolhas e responsabilidades.
Ao final de sua exposição, o cardeal Erdo destacou que o Evangelho da família é alegria e, por isso, pede-nos uma “conversão missionária” que não seja um anúncio meramente teórico que apenas apresenta normas mas que proponha valores promovendo uma nova linguagem.
“As reflexões propostas, fruto do diálogo sinodal desenvolvido em grande liberdade e num estilo de recíproca escuta, pretendem indicar prospetivas que deverão ser maturadas pela reflexão das Igrejas locais no ano que nos separa do Sínodo Ordinário de 2015”, disse.
A 14ª Assembleia Geral ordinária do Sínodo dos Bispos será realizada de 4 a 25 de outubro de 2015, com o tema "A vocação e a missão da família na Igreja, no mundo contemporâneo".
Os pareces dos próximos trabalhos desta Assembleia serão apresentados na próxima quinta-feira, 16 de outubro.
Com informações e fotos do News.va. 
Fonte: CNBB

Cristo veio para nos libertar de tudo o que nos escraviza

Cristo Jesus veio para nos libertar de tudo o que nos escraviza, porque, muitas vezes, somos dominados pelo vício do jogo, da bebida, da sexualidade desenfreada, das drogas, da gula e dos sentimentos desordenados.

É para a liberdade que Cristo nos libertou. Ficai, pois, firmes e não vos deixeis amarrar de novo ao jugo da escravidão” (Gálatas 5,1).

Ao refletirmos sobre a Palavra de Deus na Carta de Paulo aos Gálatas, nós queremos entrar a fundo numa meditação importantíssima para a nossa espiritualidade cristã: a escravidão e a liberdade. Porque quando não conhecemos Cristo, quando não somos levados pelo Seu amor, pela Sua bondade, pela Sua Palavra, nós nos deixamos escravizar por este mundo. Nós nos deixamos escravizar, muitas vezes, pelos vícios, pelos nossos sentimentos; nos deixamos escravizar pelo nossos afetos. Contudo, Cristo Jesus, Nosso Senhor, morreu na cruz por nós para nos libertar do cativeiro do pecado, para nos tirar da escravidão e nos trazer a vida nova e a liberdade.
Portanto, meus irmãos, nós não podemos nos permitir cair novamente na escravidão do mal, na escravidão do pecado, na escravidão daquilo que pode simplesmente tirar a nossa liberdade interior de escolha. O mal do vício, o mal do pecado, o mal daquilo que nos escraviza é porque tira a nossa liberdade de escolha, nos mantém cativos a ele, nos mantém dependentes desse vício, desse mal, desse erro ou desse pecado.
Algumas vezes, muitos vícios dominam o coração humano, como o vício de jogar, de beber; de viver a sexualidade desenfreada, o excesso no comer e tantos outros vícios. Por outro lado, também podemos ser escravos dos nossos sentimentos e dos nossos afetos, porque a paixão pode entrar no coração humano de forma tão violenta que a pessoa não consegue sair daquela escravidão interior em que ela vive. Como muitos dizem: “A paixão é mais forte do que eu!”. Outras vezes, o medo toma conta do coração humano, tudo que a pessoa faz é por ser movida por este medo.
Sabem, meus irmãos, Cristo Jesus veio para nos libertar de tudo aquilo que nos escraviza! Portanto, permitamos que a ação libertadora de Cristo vá nos libertando daquilo que nos mantém cativos ao mal. Mas se você já foi liberto por Jesus, se a liberdade de Cristo já age no seu coração, você respira um ar novo da nova criatura, é muito importante vigiar, cuidar para não se deixar escravizar de novo, para que as amarras do pecado, para que as amarras do mal não vão aos poucos espreitando você e o levando novamente à escravidão.
Voltar ao antigo vômito (cf. 2Pe 2, 22; Prov 26, 11), ou seja, voltar à antiga vida, é muito pior do que aquela primeira situação, porque a nossa vontade vai estar totalmente enfraquecida, seremos vencidos, escravizados!
Já vi muitas pessoas libertas das drogas – graças a Deus! – já muita gente liberta do álcool, do cigarro, já vi tantas pessoas libertas de tantos pecados que pareciam não ter mais jeito. Mas também já vi muita gente que se libertou em Jesus e recaiu, e a situação ficou cinco, dez vezes pior.
Quem está de pé, tome cuidado para não cair! Peçamos a Cristo Jesus que nos mantenha na liberdade que Ele mesmo trouxe a nós.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Dia das Crianças - Comunidade do Timbó

domingo, 12 de outubro de 2014


O Armadura do Cristão esteve presente na sede do Corfaci junto com o Rotary Club Rotary João Pessoa Bancários em Parceria com a Campanha Vem cuidar de mim, que  realizaram na manhã deste sábado(11/10/2014) uma linda festa para as crianças das 500 famílias cadastradas da Comunidade do Timbó.
Foi uma manhã com muitas brincadeiras, palhaços, pula-pula, Algodão doce, pipoca,lanche, brinquedos e muita doação e amor à essas crianças carentes. 
 
A festa contou com a participação de diversos voluntários que doaram seu tempo e seu serviço para fazerem um momento de alegria com essas crianças carentes.
Agradecemos à todos que participaram, colaboraram e fizeram essa festa da solidariedade.
João Eduardo(Vem Cuidar de Mim), Palhaça Bom Te Ver, Abelardo Maia(Rotary Bancários) e Fabyana(Armadura do Cristão)
Missão Cumprida! 
É esse o nosso sentimento depois de realizada esta festa para essas crianças! 
Clique na imagem acima e confira todas as fotos!

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