O que te impede de mudar?

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Quantas vezes você tentou mudar alguma coisa em sua vida e fracassou?

Prof. Felipe Aquino



Quantas vezes você tentou mudar algo ou alguma coisa em sua vida e fracassou?

Quantas vezes você quis mudar mas acreditou que isso levaria muito tempo e seria doloroso?

E se a mudança fosse rápida e fácil, você não pensaria que teria que enfrentar os parentes e amigos dizendo “se era tão fácil, por que não fez isso antes?”

Esses argumentos negativos internos e externos nos impedem no processo de mudança e nos colocam num processo de adiamento da felicidade.

Outra observação que tenho feito em minha vida e que você pode fazer na sua é analisar mais profundamente o que você está ganhando em não mudar.

Você deve ter ficado com um ponto de interrogação enorme na cabeça agora…”Como assim? Eu quero mudar! Não estou ganhando nada em não mudar”

Eu também pensava assim, porém, na maioria das vezes nosso cérebro trabalha em busca do prazer, e frente àquilo que você quer mudar, você pode estar tendo algum “ganho secundário”.

Vou dar um exemplo, sabe aquela tia ou avó ou amigo (tenho certeza que você conhece alguém assim) que está com a saúde plena e de repente, adoece sem causa aparente? E por mais que a pessoa queira ficar boa, ela demora dias para se curar…

Apesar dela realmente querer se recuperar, o prazer de receber atenção e cuidados, adia inconscientemente sua cura. Isto é um ganho secundário.

E o ganho secundário costuma ser um impedimento a uma mudança verdadeira e duradoura.

Para que essa semana se inicie com mudanças em sua vida, vou te deixar um exercício reflexivo para que identifique o que está te impedindo de mudar:

- Pense naquilo que você está querendo mudar há algum tempo e não está obtendo sucesso: o que você ouve, vê ou sente de você mesmo sobre essa situação?

- O que você ouve, vê ou sente das pessoas ao seu redor sobre essa situação? Qual é o grau de importância que você dá aos comentários internos e externos?

- Agora, analise que benefícios ocultos você está recebendo nesta situação. Qual é o seu ganho secundário?

De posse das percepções internas e externas da situação que você quer mudar e da identificação do seu ganho secundário, reposicione seu foco de mudança. Concentre-se na causa e na solução. Naquilo que realmente você quer. Pode ser que você esteja almejando cura para sua alergia insistente, mas no fundo você está precisando mesmo é de maior convivência com seus amigos, ou fazer novas amizades…


Fonte: Aleteia

Acolhendo a Palavra de Deus, acolhemos a salvação

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Acolhendo a Palavra de Deus, acolhemos a salvação, porque a essência dela é uma só: nela está a salvação que nós, homens, precisamos em Cristo Jesus Nosso Senhor!
 
Então Filipe começou a falar e, partindo dessa passagem da Escritura, anunciou Jesus ao eunuco” (At 8, 35).

Que passagem maravilhosa contemplamos hoje na leitura dos Atos dos Apóstolos, quando Filipe vai ao encontro de um eunuco etíope, que, na verdade, é um ministro da rainha da Etiópia! Esse homem se abre à graça de Deus e se encontra com Filipe. “Filipe correu, ouviu o eunuco ler o profeta Isaías e perguntou: ‘Tu compreendes o que estás lendo?’ O eunuco respondeu: ‘Como posso, se ninguém me explica?’” (At 8, 30-31).
A partir daquela mesma passagem de Isaías lida pelo eunuco, Filipe anunciou a ele o Reino de Deus, pregou a partir daquela mesma Escritura sobre quem era Jesus.
Permita-me dizer a você: essa é uma passagem do Antigo Testamento, de Isaías, mas é importante não perdermos isso do coração. Do Velho ao Novo Testamento, toda a Sagrada Escritura nos conduz ao coração de Jesus! Por isso não podemos ficar presos ou amarrados a questões secundárias e não irmos ao essencial na pregação da Palavra de Deus.
E depois uma outra coisa muito importante a ser vista é que aquele eunuco desejava compreender a Sagrada Escritura, ele tinha sede dela e precisava de alguém para fazer isso. Com a sabedoria evangélica e a docilidade ao Espírito Santo de Deus, Filipe vai anunciar a esse etíope a Palavra de Deus. Ele fica tão convencido com a pregação de Filipe, que ali mesmo ele pede para ser batizado, eles descem até onde há água e Filipe o batiza.
Da mesma forma, nós precisamos anunciar Jesus, precisamos pregar o nome de Jesus, precisamos ajudar as pessoas a compreender as Sagradas Escrituras. E compreender as Sagradas Escrituras não quer dizer simplesmente fazer um curso de teologia, se tornar um exegeta ou qualquer coisa referente à Palavra de Deus.
Que bom quem a pode estudar, quem a pode compreender mais, mas não podemos deixar de dar o anúncio querigmático da Palavra de Deus! A essência da Palavra de Deus é uma só: nela contém a salvação que nós, homens, precisamos em Cristo Jesus, Nosso Senhor!
O que nós precisamos pregar é Jesus; Ele é luz, é sabedoria, é entendimento e conhecimento. Precisamos pregar Jesus que nos leva ao arrependimento dos nossos pecados. Precisamos pregar Jesus que nos leva a ter sede de Deus e vontade de viver as coisas d’Ele. Não perca tempo com pregações, com anúncios e, muitas vezes, com discussões paralelas que não levam a nada!
Pode haver momentos em que vamos satisfazer a nossa curiosidade; contudo a Palavra de Deus não é um livro de curiosidades; a Palavra de Deus é a Palavra que nos conduz a Deus e à salvação! Não podemos perder tempo, precisamos anunciar o nome de Jesus a quem Deus nos enviar: amigos, parentes, filhos, marido (esposa).
Não espere que a salvação que a sua casa precisa esteja nessa ou naquela situação. A salvação está próxima de nós, mas, muitas vezes, nós a ignoramos.
Que o mesmo Espírito que conduziu Filipe para anunciar, pregar, converter e batizar o coração do eunuco, que era ministro da rainha da Etiópia, esteja sobre nós, nos levando a pregar a Palavra de Deus e a levar os homens a conhecer e amar a Jesus, porque quando O conhecemos e O amamos Ele se torna o Senhor, a luz e a direção da nossa vida! 

Deus abençoe você! 

Fonte: Canção Nova

Não desviemos o olhar de Cristo nem O tiremos do coração

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Não desviemos o olhar de Cristo nem O tiremos do coração, pois, se tirarmos d’Ele o nosso olhar, o risco de nos perder será muito grande! 
E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia” (João 6, 39).

Precisamos abrir o nosso coração para compreender que esta é a vontade do Pai: que nenhum de nós se perca, que nós não nos desviemos do caminho, da direção ou da meta que é o Reino de Deus. Ao longo da história da humanidade muitos se perderam, muitos se desviaram, muitos não encontraram nem sequer o caminho.
Deus enviou Seu Filho não foi para trazer ao mundo a sentença de condenação, mas sim a sentença de salvação! Deus enviou Seu Filho para que Ele mesmo fosse o caminho e a direção da salvação da nossa humanidade.
Muitas vezes, quando falamos de salvação, a nossa cabeça se lembra só da salvação eterna, o céu. É verdade que o Senhor nos dá essa vida plena, essa ressurreição plena e que, no último dia, estaremos todos juntos com o Pai. Todos nós que ouvimos a voz de Jesus – e nos tornamos Seus discípulos e Seus seguidores – permitimos que a vida de Deus aconteça em nós, porque também é desta vida que Jesus veio falar a nós, é desta vida plena aqui na Terra, de modo que nenhum de nós se perca na direção e no caminho da vida.
Que não andemos sem saber para onde estamos indo, sem saber que direção estamos dando para a nossa vida. Pode ser que, em alguns momentos, não saibamos o que fazer, estejamos em dúvida, divididos, tenhamos questionamentos, mas não podemos deixar de ter metas, não podemos perder o olhar da direção final, não podemos perder a direção do horizonte e, ao longo da estrada, nos iludirmos com as fantasias que se apresentam ao longo do caminho.
Deus Pai não quer que eu me perca, Ele não quer que você se perca, não quer perder nenhum de nós ao longo do caminho! Deixe-me dizer, nós, mesmo nos caminhos do Senhor, nos perdemos, nos desviamos da rota e nos tornamos tão autossuficientes que chegamos a ponto de dizer: “Já sei tudo de Deus!”. Ou: “Já está bom!”. E também: “Já cheguei a um grau de intimidade e conhecimento com Deus que eu me faço autossuficiente!”.
Isso é um perigo, uma tentação, um desvio de rota e de caminho! Só Jesus nos salva, só Ele nos conduz ao Pai. Que não percamos a meta e a direção do caminho, que não desviemos do Cristo o nosso olhar, que não tiremos Jesus do nosso coração. Estando n’Ele e com Ele estaremos no caminho da vida eterna! Ao passo que, se tirarmos d’Ele o nosso olhar, o risco de nos perder será muito grande!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Vencendo as tempestades da vida

Podemos andar por cima de nossos problemas sem nos deixar amedrontar pela tempestade

No Evangelho de São Mateus, há um fato muito interessante: após a multiplicação dos pães, Jesus despediu-se dos apóstolos e foi rezar no alto do monte. Eles, que estavam num barco, perceberam a agitação da embarcação devido à grande tempestade e ficaram apavorados. De repente, viram alguém caminhando sobre o mar: era o Messias.
Não imaginando que fosse Jesus, eles ficaram ainda mais amedrontados e soltavam gritos de terror: “É um fantasma!”. Mas logo o Senhor lhes disse: “Confiança! Sou eu. Não tenhais medo” (cf. Mt 14,27).
Muitas vezes, nossa vida é agitada pelas tempestades e nós nos desesperamos, porque nos falta confiança. Mas precisamos confiar cegamente em Deus, na certeza de que Seu socorro não nos faltará.
O Senhor é o mesmo de ontem, hoje e amanhã. Ele está vivo. Não servimos a um Deus morto. Clame e Ele virá ao seu encontro.
Não desanime na hora da tempestade. Peça ao Senhor que o pegue no colo, para que a tempestade não o afogue. O Senhor nos manda ser corajosos e diz que não precisamos ter medo de nada, porque Ele nunca vai nos deixar sozinhos.



vencendoastempestadesdavidaQuando tomamos consciência e clamamos pelo socorro do céu, tudo muda, a tempestade se acalma e ousamos andar sobre as águas. Foi o que Pedro experimentou:
“Senhor, se és mesmo Tu, ordena-me que vá ao teu encontro sobre as águas. Vem, disse Ele. E Pedro, saindo do barco, caminhou sobre as águas e foi rumo a Jesus” (Mt 14, 28-29).
Nós também podemos “andar” sobre nossos problemas, sobre as tempestades que assolam nossa vida, fixando os olhos em Deus e não os desviando para direita nem para a esquerda.
Quando Pedro tirou os olhos de Jesus, ele afundou. Aí está o segredo: poderemos andar sobre nossos problemas, sem nos deixar amedrontar pela tempestade, se continuarmos com os olhos fixos no Senhor.
Tenha a certeza: quando você traz o Senhor para dentro do barco da sua vida, tudo muda. O vento cessa, a tempestade se acalma e Deus passa a ter o comando de todas as coisas.
“”Confiança! Sou eu. Não tenhas medo”.” Seja qual for a situação pela qual você esteja passando, confie, pois o Senhor está ao seu lado nas situações embaraçosas do dia a dia. Não há o que temer.
Reze comigo:
“Senhor, eu agradeço por tantos milagres e curas que tens realizado na vida dos meus irmãos. Tu és verdadeiramente o Deus do impossível. Entra, Senhor, no barco da minha vida. Vê, Senhor, a agitação em que ela está. Até hoje eu tive medo e pensei que estava sozinho, mas agora não temo, pois quem está conduzindo o barco da minha vida é o Senhor.
Apresento ao Senhor todas as situações que estou vivendo e já Te agradeço pelo novo rumo que estás dando a ela. Eu não estou sozinho. Confesso que já estava cansado, fraco, com medo das grandes ondas, mas agora já não tenho mais medo, porque o Senhor é por mim.
Agradeço pelo milagre que estás realizando na minha vida. Sou uma nova pessoa.
A partir deste momento, o leme da minha vida está em Tuas mãos. Eu não tomarei mais nenhuma decisão por mim mesmo. Quero louvar e agradecer pela paz e pela cura que realizas. 
Bendito seja o Teu nome, meu Senhor e meu Deus.”

(Trecho extraído do livro “’Isto é obra do Senhor: Um milagre aos nossos olhos!’,” de monsenhor Jonas Abib).

Fonte: Canção Nova

Fechar-se à ação do Espírito é fechar à graça de Deus

terça-feira, 21 de abril de 2015

Fechar-se à ação do Espírito é fechar à graça de Deus. Não resista à ação Paráclito, não coloque obstáculos para a ação de Deus em sua vida, pois o Senhor quer fazer novas todas as coisas. 

Homens de cabeça dura, insensíveis e incircuncisos de coração e ouvido! Vós sempre resististes ao Espírito Santo” (At 7, 51).

Estêvão, homem de fé, cheio do Espírito Santo e da graça de Deus, pregou e apregoou o Reino de Deus com coragem e com a força vinda do alto. Por onde andava, Estêvão levava a Palavra de Jesus de forma audaciosa, por isso ele começou a incomodar; sua presença causava incômodo àqueles que se opunham à Palavra de Deus, à Palavra de Cristo, à mensagem que essa Palavra trazia aos corações.
Mas mesmo aqueles que resistiram à pregação da Palavra, a eles Estêvão foi pregar e anunciar dizendo-lhes: “Homens de cabeça dura!”. Sabemos que, quando a nossa cabeça é dura, fechada e colocamos certas coisas na cabeça, parece que nem Deus as tira, porque nos fechamos tanto e o novo de Deus não entra em nós.
Estêvão está pregando para os homens religiosos da sua época, para aquele grupo de judeus que não se abriram à graça de Deus. Hoje é preciso pregar para nós cristãos, seguidores de Cristo, que, mesmo conhecendo Jesus, ainda estamos de cabeça dura, não somos capazes de abrir o coração e ficamos, muitas vezes, insensíveis às realidades de Deus, à graça de Deus e à ação d’Ele no meio de nós.
O que os homens daquela época fizeram foi resistir à ação do Espírito Santo na vida deles. E nos dias de hoje, mesmo conhecendo Jesus e Sua Palavra, nós também, muitas vezes, resistimos, colocamos dificuldades e não abrimos inteiramente o coração para que o Espírito aja, fale em nós e nos use para sermos instrumentos da graça de Deus.
Não existe tragédia maior para um cristão, para um homem e para uma mulher de Deus, do que resistir à ação do Espírito, do que não permitir que o Paráclito traga o novo, que Ele nos conduza para o novo, que nos inspire sempre o novo de Deus.
É preciso abrir a cabeça, ampliar os horizontes e escutar o sopro do Espírito, que faz novas todas as coisas. É preciso quebrar a insensibilidade do nosso coração, muitas vezes, fechado às graças, ao sopro e àquilo que é a condução de Deus para os dias de hoje.
Deus tem algo novo a fazer na sua vida, na sua casa, na sua família e nos seus; por isso não resista à ação do Senhor, não coloque obstáculo para a ação de Deus, não ponha dificuldades para que a graça de Deus seja atuante na sua casa.
A maior barreira para a graça de Deus acontecer em nós não está no exterior, no mundo lá fora, nem nas pessoas ou circunstâncias; essas barreiras estão justamente dentro de nós, quando fechamos a cabeça e não abrimos o coração para que o Espírito aja em nós e por meio de nós!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Combate espiritual existe?

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Em nossa caminhada como cristãos ou não cristãos, não há dúvida de que passamos por diversos combates

Nossa vida é uma só e precisamos vivê-la bem. Aquele que é cristão talvez tenha um pouco mais de vantagem por causa de Cristo Jesus, pois a vida do Senhor é um modelo para vivermos bem esta única vida que temos.
Combate espiritual existe?
Quando olhamos para a história de Jesus, verificamos que Ele passou por duras provas. Primeiramente, até mesmo antes de nascer, Seus pais estavam com dificuldade de encontrar abrigo para Ele. Jesus nasceu numa gruta, numa manjedoura. Depois, Nosso Senhor cresceu. A Bíblia não relata sua adolescência nem juventude, mas mostra sua vida adulta.
Na vida adulta do Senhor, verificamos, no Evangelho de Lucas, capítulo quatro, que Jesus foi tentado no deserto, tentado no prazer, tentado a transformar pedra em pão. Jesus foi tentado a possuir reinos e poderes. Podemos perceber que o Filho de Deus passou por uma batalha espiritual no deserto.
No decorrer de sua caminhada aqui na terra, Jesus realizou curas em vários momentos, vários e belos sermões onde alguns queriam fazê-Lo grande, mas Ele pedia discrição ou saia logo daqueles locais. Nesse sentido, Ele também combatia o inimigo para não cair no orgulho.
Em nossa caminhada como cristãos ou não cristãos, não há dúvidas de que passamos por diversos combates, mas é preciso discernir para tomar a melhor atitude; há realidades que são, sim, espirituais; outras são do humano e outras da finitude humana.
Por isso é muito bom que tenhamos uma boa sintonia com Deus por meio da oração, “a oração é um combate. Contra quem? Contra nós mesmos e contra os embustes do Tentador…” (CIC § 2726). Combatemos contra nós mesmos e contra o inimigo, por isso é necessário contar com um acompanhador espiritual, e por que não dizer um profissional da área de psicologia para ajudar a entender e dar os passos?
A maioria dos que me leem são pessoas que frequentam a igreja e buscam a santidade, mas eu preciso dizer que não basta colocar a culpa apenas nas realidades sobrenaturais. Sim, se você tem enfrentado problemas difíceis de serem resolvidos, busque ajuda naquilo que é possível, use as ferramentas que Deus nos deixou: a oração, o jejum e a esmola (caridade), mas não só a espiritualidade como também a medicina e a psicologia.
O combate espiritual existe, porém há combates que travamos que nem sempre são de cunho espiritual, mas também psíquico e físico. Por exemplo: algumas pessoas dizem que não conseguem se livrar de um vício e buscam a confissão várias vezes. Não adianta ficar apenas confessando esse pecado, é hora de dialogar e tentar entender por que isso atormenta tanto. Talvez tenha sido a falta de vigilância, mas também pode ser a imaturidade.
Um outro exemplo que normalmente é tido com dificuldade espiritual é a falta de perdão. Se a pessoa já confessou, o perdão já foi dado por Deus; agora, se ficou a lembrança, a pessoa precisa trabalhar isso, aceitar que perdoou, perdoar e continuar a vida. Como trabalhar essa lembrança ruim? Dialogar com Deus na oração e também buscar um acompanhamento para entender ou se não entender, não parar nisso. A falta de perdão, usada no exemplo, muitas vezes não diz apenas de uma realidade espiritual, mas é também humana. É preciso olhar de longe, refletir, dialogar e entender que a maior prejudicada é aquela pessoa que alimenta esse sentimento ruim.
Um último exemplo é quando a pessoa diz que não tem mais forças para fazer as mesmas atividades. Antes, ela rezava isso e aquilo, fazia vigílias, frequentava aquele grupo e também aquele outro; mas hoje a pessoa não consegue mais. Meu querido e minha querida, nosso corpo sente, não somos adolescentes a vida toda. Não se culpe pelo fato de não conseguir mais, pois existe uma limitação natural em cada um de nós. Por isso, não diga apenas que é uma mal espiritual.
A batalha espiritual é, sim, uma realidade. Jesus passou pelas tentações do inimigo, pelas tentações e provocações dos homens, mas foi vencedor e n’Ele também somos vencedores. Diante das batalhas que você enfrenta, analise, faça o discernimento: “Não consigo fazer por preguiça ou não faço porque realmente não tenho mais forças físicas?”. Tenho feito “corpo mole” para as coisas de Deus? Tenho buscado ajuda nas minhas dificuldades ou eu me basto e resolvo sozinho? Na maioria das vezes, isso não dá certo, é preciso buscar ajuda, pois contar com o outro é também cura contra o egoísmo.
 
Fonte: Canção Nova

Oração reparadora ao Santíssimo Sacramento

Reze a oração reparadora ao Santíssimo Sacramento

Divino Salvador Jesus! Dignai-vos baixar um olhar de misericórdia sobre vossos filhos, que reunidos em um mesmo pensamento de Fé, Reparação e Amor, vêm chorar a vossos pés suas infidelidades e a de seus irmãos, os pobres pecadores!
Oracao reparadora ao santissimo sacramento
Possamos nós, pelas promessas unânimes e solenes que vamos fazer, tocar o vosso divino Coração, e dele alcançar misericórdia para o mundo infeliz e criminoso e para todos aqueles que não têm a felicidade de vos amar!
Daqui por diante, sim, todos nós vo-lo prometemos:
Do esquecimento e da ingratidão dos homens, Nós vos consolaremos, Senhor!
Do abandono em que sois deixado no santo Tabernáculo,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Dos crimes dos pecadores,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Do ódio dos ímpios,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Das blasfêmias que se vomitam contra vós,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Das injúrias feitas à vossa divindade,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Dos sacrilégios com que se profana o vosso Sacramento de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Das imodéstias e irreverências cometidas em vossa presença adorável,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Da tibieza do maior número de vossos filhos,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Do desprezo que se faz de vossos convites cheios de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Das infidelidades daqueles que se dizem vossos amigos,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Do abuso de vossas graças,
Nós vos consolaremos, Senhor!
De nossas próprias infidelidades,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Da incompreensível dureza de nossos corações,
Nós vos consolaremos, Senhor!
De nossa longa demora em vos amar,
Nós vos consolaremos, Senhor!
De nossa frouxidão em vosso santo serviço,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Da amarga tristeza em que sois abismado pela perda das almas,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Do vosso longo esperar às portas de nossos corações,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Das amargas repulsas de que sois saciado,
Nós vos consolaremos, Senhor!
De vossos suspiros de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!
De vossas lágrimas de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!
De vosso cativeiro de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!
De vosso martírio de amor,
Nós vos consolaremos, Senhor!
Oração:
Divino Salvador Jesus, que de vosso Coração deixastes escapar esta queixa dolorosa: “Eu procurei consoladores e não os achei”, dignai-vos aceitar o pequeno tributo de nossas consolações e assistir-nos tão poderosamente com o socorro de vossa graça que, para o futuro, fugindo cada vez mais de tudo o que vos poderia desagradar, nos mostremos em tudo, por toda a parte e sempre, vossos filhos, os mais fiéis e devotados.
Nós vo-lo pedimos por vós mesmo, que sendo Deus, com o Pai e o Espírito Santo, viveis e reinais nos séculos dos séculos. Amém.


Oração de libertação de nossa casa

domingo, 19 de abril de 2015

Esta oração de libertação pode ser feita em casa com a família reunida

Após fazê-la, reze um Pai-Nosso e jogue água abençoada em todos os cômodos.

Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo. Amém!

Oracao de libertacao de nossa casa
Pai de infinita bondade, estou consagrando ao Senhor minha casa, este lugar em que moro com meus familiares.
Muitas casas se tornam lugar de brigas, de disputas por heranças, de dívidas financeiras, choros e sofrimentos. Algumas são cenário de adultério, outras se transformam em lugar de ódio, vingança, prostituição, pornografia, devassidão, roubos, tráfico de drogas, falta de respeito, doenças graves, doenças psicológicas, agressividade, mortes e abortos.
Às vezes, enquanto a casa é construída, alguém, pelos mais variados motivos, amaldiçoa os donos ou os materiais de construção usados. Isso não é bom para o lugar em que vivemos. Por isso eu Te peço, Senhor, retira tudo isso do nosso lar.
Se o terreno, no qual está a casa, foi motivo de disputas judiciais e heranças mal resolvidas, o que pode ter gerado mortes, acidentes, violência e agressividade, peço, Senhor, que nos abençoes e afastes de nós todo esse mal!
Eu sei que o inimigo se aproveita dessas situações para instalar seu quartel geral, mas também sei que Tu tens o poder de expulsar daqui todo mal. Por isso, peço que o demônio vá direto aos Teus pés e nunca mais volte para esta casa.
Hoje, tomei a decisão de consagrar esta casa a Ti. Peço que, assim como foste na casa dos noivos de Caná da Galileia e ali fizeste o Teu primeiro milagre, venha hoje à minha casa e expulse todo o mal que possa estar nela enraizado e as possíveis maldições nela impregnadas.
Por favor, Cristo Senhor, expulsa agora, com o Teu poder, todo mal, toda falsa enfermidade, o espírito de separação, o adultério, os problemas financeiros, os espíritos malignos de agressividade, de desobediência, de bloqueios afetivos e familiares, toda e qualquer consagração, feitiço, benzimentos ou evocação dos mortos, simpatias ou uso de cristais, energização, todo tipo de vulto e barulho (cite outros incômodos que não estão aqui listados e que o (a) perturbam).
Que esses males sejam expulsos, agora, deste lugar, em nome de Jesus, e nunca mais voltem, pois esta casa agora pertence a Deus e a Ele é consagrada!
Senhor, eu Te peço, expulsa daqui toda a agressividade entre irmãos, toda briga, a falta de respeito e violência entre pais e filhos, entre o casal que aqui habita, entre os moradores desta casa e os vizinhos.
Que os anjos de Deus venham morar conosco. Que cada quarto, sala, banheiro, cozinha, corredor e área externa sejam agora habitados por eles. Que nossa casa seja uma fortaleza habitada e protegida pelos anjos do Senhor, para que toda a nossa família permaneça em oração, na fidelidade do amor a Deus, e que nela habitem a paz e a plena concórdia.
Muito obrigado (a), Senhor, por atender as minhas preces! Que cada dia possamos Te servir e que sejamos sempre agraciados com a Tua bênção. Saiba, Senhor, que esta casa Te pertence. Fica conosco, Senhor! Amém!


Oração pelas famílias

Oração do Papa Francisco pelas famílias

familia
Jesus, Maria e José,
em vós contemplamos
o esplendor do amor verdadeiro,
a vós, com confiança, nos dirigimos.
Sagrada Família de Nazaré,
tornai também nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas Igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré,
jamais nas famílias se faça experiência
de violência, fechamento e divisão:
qualquer um ferido ou escandalizado
tenha logo consolação e cura.
Sagrada Família de Nazaré,
o próximo Sínodo dos Bispos
possa trazer novamente a todos a consciência
do caráter sagrado e inviolável da família,
sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José,
escutai, ouvi nossa súplica, Amém!

O Espírito Santo suscita em nós a prática da caridade

sábado, 18 de abril de 2015

O Espírito Santo suscita em nós a prática da caridade! Não podemos de jeito nenhum deixar de lado o serviço da caridade, sobretudo, o cuidado aos mais pobres!

Não está certo que nós deixemos a pregação da Palavra de Deus para servir às mesas” (At 6, 2).

Os apóstolos se dedicavam cada vez mais, com entusiasmo e com coragem, a pregar o Evangelho de Cristo e fazer o nome de Jesus ser conhecido e amado. Mas é óbvio que não basta só pregar o Evangelho, ele precisa ser acompanhado das obras de cuidado e de atenção com os mais sofridos e mais necessitados. A Igreja primitiva era movida por esse ideal e essa convicção, o anúncio querigmático era seguido da caridade, do cuidado e do serviço aos mais pobres.
Neste contexto, alguns fiéis de origem hebraica reclamavam que os fiéis de origem grega tinham suas viúvas deixadas de lado no atendimento e no cuidado diário, e aquilo inquietou e preocupou os apóstolos. É como se dissessem: “Nossa, não podemos deixar de cuidar das viúvas, das necessitadas e necessitados, mas também não podemos deixar de pregar o Evangelho para ficar por conta de servir às mesas, de cuidar das necessidades materiais. São tarefas que podem ser divididas e compartilhadas” (cf. At 6, 2- 4).
Nós fazemos o Evangelho ser pregado e outros ajudam esse mesmo Evangelho a ser vivido cuidando dos mais pobres e dos mais necessitados! Aqueles que pregam o Evangelho precisam ser cheios do Espírito Santo, mas quem cuida dos pobres, dá assistência aos mais necessitados e cuida de nossas viúvas e de nossos órfãos também precisa estar repleto do Espírito Santo de Deus.
O Evangelho pregado, assistido e cuidado exige a mesma unção do Espírito. É por isso que, para esses ministérios, são escolhidos homens repletos do Espírito Santo e da sabedoria divina para que não façam somente um serviço de filantropia e de cuidado com o próximo, para que o cuidado com o outro seja um serviço evangélico, seja realmente feito na caridade cristã e na unção do Espírito de Deus.
Por isso que, após um longo discernimento feito pela oração fervorosa e pelo dom da sabedoria, esses homens são escolhidos e vão então cuidar da necessidade dos mais pobres. E a Palavra de Deus continua a ser anunciada, continua a ser pregada e se espalha cada vez mais.
Deixe-me dizer a você: nós precisamos pregar o Evangelho, anunciá-lo, falar em nome de Jesus, pregar o Seu nome e anunciá-Lo para o coração dos homens. No entanto, não podemos de jeito nenhum deixar de lado o serviço da caridade, sobretudo, o cuidado aos mais pobres!
Que Deus suscite no meio de nós sempre homens e mulheres dispostos a anunciar com a vida o Evangelho de Cristo, e suscite também no meio de nós homens e mulheres repletos do Espírito Santo para que continuem a cuidar dos nossos pobres.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Abramos as portas do coração para o perdão

sexta-feira, 17 de abril de 2015



“O Senhor sempre nos perdoa”, com essas palavras Márcio Mendes começou sua reflexão no “Sorrindo pra Vida” desta sexta-feira, dia 17 de abril de 2015. O convite nesta manhã é que abramos o coração para que, livres de toda mágoa e ressentimento, recebamos as inúmeras bênçãos que Deus quer derramar sobre nossa vida. Confira a transcrição:
A Palavra meditada hoje está em Eclesiástico 28,1-9:
1. Quem quer vingar-se encontrará a vingança do Senhor, que pedirá severas contas dos seus pecados.
2. Perdoa ao próximo que te prejudicou: assim, quando orares, teus pecados serão perdoados.
3. Um ser humano guarda raiva contra outro: como poderá pedir a Deus a cura?
4. Se não tem compaixão do seu semelhante, como poderá pedir perdão dos seus pecados?
5. Se ele, que é um mortal, guarda rancor, como é que pede perdão a Deus? quem é que vai interceder pelos seus pecados?
6. Lembra-te do teu fim e deixa de odiar;
7. pensa na destruição e na morte, e persevera nos mandamentos.
8. Pensa nos mandamentos e não guardes rancor do teu próximo.
9. Pensa na aliança do Altíssimo e não leves em conta a falta alheia.
17042015_marciomendes_clube
” Qual a mágoa que trazemos em nós que tem nos privado das bênçãos do Senhor?”, questiona Márcio
O Senhor sempre nos perdoa, porém, Ele também nos pede que liberemos o perdão aos nossos irmãos. Quando não perdoamos ao próximo, fechamos as portas do nosso coração para recebermos o perdão de Deus. Um coração que se fecha, guarda dentro de si seus pecados.
Não devemos culpar as pessoas por suas atitudes porque não sabemos o que aconteceu com elas para que agissem daquele modo num determinado momento de sua vida. Deus sabe que nem sempre conhecemos a origem de nossos erros, por isso deseja nos salvar e nos ajudar!
Deus não nos pede que prestemos contas dos nossos erros passados, do mesmo modo não julguemos nem condenemos o outro por suas atitudes passadas. Nosso maior erro é julgar e rotular as pessoas de más. A Palavra de Deus nos ensina que não devemos julgar ninguém. As pessoas mudam com o tempo e, nessas mudanças, adquirem o amadurecimento.
O único que pode nos julgar é Deus. Muitas pessoas não recebem a cura de seu coração por não se abrirem ao perdão. Guardar “lixo” dentro do coração expulsa de nossa vida o que de há de bom em nós.
Por vezes, fazemos o mal que não queremos porque não conseguimos evitar que ele [mal] aja em nós. E isso não acontece somente conosco, mas também com aqueles que estão ao nosso lado. Erramos e, por vezes, sem intenção de fazer isso.
Não vale a pena guardar o rancor em nosso coração. Não coloquemos a culpa do que acontece de errado em nossa vida nas pessoas a quem amamos. Quando não perdoamos ao nosso próximo, toda a bênção que Deus quer derramar sobre nós não nos atinge, pois nosso coração está com as portas fechadas.
Qual a mágoa que trazemos em nós que tem nos privado das bênçãos do Senhor? Vale a pena a guardarmos em nosso interior!? Que o Senhor nos conceda a graça de um coração amistoso e que sempre esteja disposto a liberar o perdão.

Márcio Mendes
Missionário da Comunidade Canção Nova

Papa Francisco telefona para um seminarista com doença terminal

quinta-feira, 16 de abril de 2015

"Quero uma bênção sua quando você se tornar sacerdote", pediu o Papa
Papa Francesco telefona seminarista malato terminale Salvatore Mellone
Para ele, o dia de hoje representa a coroação do sonho de uma vida: ser sacerdote. Mas há dois dias, Salvatore Mellone, um italiano de 38 anos, realizou outro: falar com o Papa. Mais ainda: foi o próprio Papa Francisco quem ligou para ele (Corriere della Sera, 15 de abril).

"Quero sua primeira bênção sua quando você se tornar sacerdote", disse o Papa ao seminarista, gravemente doente há algum tempo.

E acrescentou: "Lembre-se de que você está fazendo todos os canonistas trabalharem muito por este objetivo que você merece e que está realizando nestes dias. Reze por mim e saiba que eu rezo por você, por todos os pacientes terminais e por todos os doentes".
Comovido, do outro lado do telefone, Salvatore agradeceu de coração ao Pontífice, quem não é novo nestes gestos de profunda solidariedade (Gazzetta del Mezzogiorno, 15 de abril).

Salvatore foi ordenado sacerdote hoje, 16 de abril, em sua casa de Barletta, pelo arcebispo de Trani, Dom Giovan Battista Pichierri. Ele havia sido ordenado diácono há dois dias.

Exceção para Salvatore

Para ele, o bispo acelerou o processo de ordenação sacerdotal, que normalmente chega após seis anos de estudos no seminário. Salvatore, no entanto, começou seu itinerário vocacional há apenas 4 anos, em 2011, no Seminário Regional de Molfetta. Antes de sua entrada no seminário, aos 34 anos, ele havia trabalhado em Bolzano, no Instituto das Marcelinas.

"Sua vocação é tardia, mas muito forte", explicou ao Corriere o porta-voz da diocese de Trani, Riccardo Losappio. "O bispo, como está em sua prerrogativa, analisou a possibilidade de ordená-lo padre, ainda que não tenha terminado o itinerário de formação, levando em consideração o estado da sua doença."

Salvatore ficou doente no segundo ano do seminário, mas nunca pensou em deixar de seguir sua vocação.

O próprio bispo decidiu escrever uma carta à comunidade e ao clero diocesano para explicar a ordenação "imprevista". "Salvatore – escreveu Dom Pichierri –, inclusive na doença, viveu intensamente sua preparação para o sacerdócio, razão pela qual considero oportuno, no exercício dos meus direitos e deveres como arcebispo, ordená-lo presbítero, para a glória da Santíssima Trindade e para a edificação do povo de Deus."

O prelado chegou a esta decisão após consultar a Congregação para o Clero, o reitor do Seminário Regional de Molfeta e alguns padres da diocese, que aprovaram unanimemente (Vatican Insider, 15 de abril).

Clique para ver o vídeo da bênção que o agora Pe. Salvatore enviou ao Papa Fancisco. 

Fonte: Aleteia

Dez dicas de cura interior

quarta-feira, 15 de abril de 2015



Dez dicas de cura interior, para você fazer uma reflexão de vida, são propostas pelo saudoso padre Léo no livro ‘Gotas de cura interior’

1. A cura interior, muito mais do que um objetivo a ser alcançado ou uma meta a ser conquistada, é consequência do nosso jeito de viver. Cura interior é fruto e, como tal, precisa ser cultivada. E como vivemos num mundo desértico e árido, precisamos ter a sabedoria de gotejá-la todos os dias.

2. Na vida, precisamos aprender a celebrar as vitórias, sejam elas pequenas ou grandes. Cada passo vivido precisa ser degustado, saboreado e festejado. Não podemos ficar esperando para celebrar somente as grandes conquistas. Aliás, sem a celebração dos pequenos êxitos conquistados perdemos o sabor das grandes vitórias. Cada pequeno sucesso celebrado é semente para os grandes feitos almejadas.
gotas-de-cura-interior-um-meio-de-dar-vida-ao-que-esta-morto
3. O pessimismo do mundo moderno acaba contaminando nosso coração. Tornamo-nos especialistas em ressaltar o que é negativo e o alimentamos por meio das notícias e conversas. Enfocamos o negativo com lente de aumento, e com isso nos especializamos naquilo que não presta. É preciso educar-se para as conquistas, para o belo e positivo. A celebração de cada etapa vivida e conquistada nos ajuda nesse processo.

4. A celebração das vitórias tem também um aspecto muito importante, que precisa ser ressaltado cada vez mais: aprender a compartilhar nossas conquistas. Vitória que não é compartilhada não pode ser assim chamada. A celebração das conquistas nos ajuda a nos prepararmos para vencer novos desafios.

5. Feliz aquele que tem com quem compartilhar suas tristezas e dores. Mais feliz ainda aquele que tem com quem compartilhar suas alegrias. O amigo verdadeiro é aquela pessoa diante de quem podemos nos revelar por inteiro. Muita gente tem medo de partilhar suas vitórias;  outras, nem mesmo têm com quem dividi-las. O outro parece sempre ser uma ameaça. Como vivemos numa constante competição, parece que ser feliz ofende os outros. Acreditar na felicidade é um bom caminho para encontrá-la, é uma trilha segura para construí-la.

6. Um coração curado sabe que a alegria verdadeira não está naquilo que temos ou conquistamos, mas na qualidade de nossos relacionamentos. O que não pode ser partilhado não merece ocupar lugar nenhum em nossa vida.

7. Para compartilhar a felicidade é preciso optar pela alegria. Divertir-se corretamente não é pecado. O grande pecado é não saborear a vida. É preciso ter seriedade suficiente para ser alegre e brincalhão. Uma boa piada, na hora certa, tem um lindo poder restaurador em nosso coração. Rir e ajudar os outros a rir é um dos mais eficientes e eficazes remédios para a cura interior. Quem aprendeu a sorrir saberá chorar na hora certa, diante das pessoas e das situações adequadas.

8. No processo de cura interior, é fundamental não perder tempo nem energia com bobagens. Cada vez que nos entristecemos devemos nos perguntar: é algo realmente sério? Será que esse fato merece a atenção que estou dando a ele? Não estou atribuindo um peso excessivo ao que a pessoa me falou ou me fez? Quanto tempo vou continuar alimentando essa tristeza em meu coração?

9. Todos nós estamos sujeitos a muitos erros e falhas. Ninguém está vacinado contra os dissabores da vida. Portanto, ficar remoendo o passado gesta o rancor, que é sempre prejudicial a nós e aos outros. A raiva emburrece a pessoa. O ressentimento bestifica. É preciso aprender a perdoar aos outros e a nós mesmos. O rancor produz medo de começar de novo. Viver é correr riscos sempre. Amar é um risco consciente; a vida é imprevisível! Só quem tem coragem de se arriscar saberá saborear a alegria das vitórias.
10. É preciso estar aberto ao novo. Não devemos temer coisas novas, pessoas, comidas ou culturas novas. Triste de quem viaja para outros países, mas logo procura um restaurante com comida típica de seu país. Então, para que viajar? É preciso deixar-se impregnar pela cultura e pelos costumes locais. Ao menos para conhecer é preciso saborear. Se a outra pessoa daquele país gosta de tal alimento, por que não posso me arriscar? Abrir-se ao novo pode ser o começo de uma experiência muito interessante.



As armas de oração do músico

terça-feira, 14 de abril de 2015

 

A oração é uma importantíssima arma para vencermos a luta contra as nossas limitações e contra as investidas do mal

Quem deseja fazer de seu ministério um verdadeiro apostolado em favor da fé, precisa recordar o que o Senhor Jesus disse: “Sem mim, nada podeis fazer!” (João 15,5). Para ‘estar com Jesus’ é importante imitar o que Ele viveu. A Palavra nos confirma que, muitas vezes, o Senhor se retirava para orar. A oração é a ‘arma secreta’ de Jesus. Ele venceu o mundo (cf. João 16,33) sem usar ogiva nuclear ou exército fortemente armado. Venceu-o porque rezava.

Quando Jesus orava o Pai se manifestava poderosamente. Eis aí o que devemos imitar. Quem abandona a oração abraça a tentação. O músico que deseja perseverar em seu ministério precisa rezar e rezar muito! E deve ter não apenas a preocupação com a quantidade, mas com a qualidade da oração.

Pela graça do batismo no Espírito Santo somos incentivados a cultivar a oração do rosário, a adoração ao Santíssimo Sacramento, a confissão, a Eucaristia e a leitura orante da Bíblia para nos manter na graça do Senhor. Todavia, o músico católico também tem a seu dispor algo muito útil para o seu crescimento e amadurecimento espiritual: a mística própria do calendário litúrgico. É maravilhoso poder encontrar a unção da ‘comunhão’ que podemos viver quando rezamos com a Igreja. Não duvide: há uma graça particular reservada para você em cada período forte da Igreja!
as armas de oracao do musico
Na Quaresma, por exemplo, o Senhor garante aos fiéis o ‘espírito de arrependimento e prece’ (cf. Zac 12,10), unido ao convite da oração, jejum e esmola. Nas súplicas de cada Via-Sacra, encontramos força para suportar os reveses de nossa vida. Quem não se sentiria fortalecido ao contemplar o semblante de Cristo durante Suas horas derradeiras neste mundo? Ele ‘aguentou firme’ porque viveu cada provação em oração!

Na Páscoa, em preparação para o Pentecostes, podemos nos aprofundar na espiritualidade da alegria que gera testemunho e comunhão, além de sedimentar a castidade e a obediência. A certeza da vitória gera a resiliência que o músico precisa ter na dura prova da vida cotidiana!

No Advento lucramos o amadurecimento da virtude da fé e da fortaleza e experimentamos aumento da esperança. Saber esperar é uma capacidade que não adquirimos do nada; surge a partir de uma insistente busca de aprendizado. E isso a Igreja sabe ensinar, pois testemunha há milênios essa espera jubilosa: Maranathá! Vem, Senhor Jesus!

No Natal podemos abraçar a simplicidade e a pobreza como ‘projeto de vida’ para a imitação do Menino Deus. A lição do presépio pode estimular nossa sensibilidade e discernimento. Quantas melodias imortais nasceram exatamente graças a esta capacidade. Toda inspiração divina pressupõe contemplação e esforço (= transpiração!).

Enfim, aproveitar o grande legado que a Igreja nos oferece é como um grande arsenal de onde podemos retirar as ‘armas’ necessárias para combater o bom combate e guardar a fé!

Fonte: Canção Nova

Que nossas atitudes e palavras se voltem para o céu

Que todos os nossos gestos sejam sementes de eternidade. E que todas as nossas atitudes e nossas palavras se voltem para o céu!

Vós deveis nascer do alto. O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito” (João 3, 7b).

Nascer do alto não é nascer da carne, não é nascer da condição humana, não é voltar para o ventre da mãe. Nascer do alto é nascer da graça do Espírito Santo e da unção de Deus, é nos deixarmos ser embalados e conduzidos por esse Espírito maravilhoso a quem nós recebemos em nosso batismo. Ele deseja, de forma poderosa, nos ungir e infundir dentro de nós a mentalidade do Reino de Deus.
Sabem, meus irmãos, muitas vezes, nossa mentalidade está muito terrena, mundana, muito voltada para as coisas deste mundo. E ainda que sejamos pessoas de Igreja e que rezemos, em tudo que vamos fazer os nossos cálculos são humanos. Nós não temos a mentalidade do alto, a mentalidade da confiança, da entrega e da certeza em Deus; não temos a mentalidade da condução, da unção e do nos deixar ser guiados por Deus.
Ninguém pode deixar de ter a prudência humana, nem deixar de ter os cuidados necessários para proceder; no entanto, nós não podemos de forma nenhuma perder a visão sobrenatural da vida.
O Espírito Santo de Deus, em nós, nos sacode por dentro e por fora e vence essa mentalidade mundana, secular e muito óbvia existente em nós. Ele nos ensina a pensar como Deus e a termos a nossa mente e o nosso coração voltados para o alto.
Nós, muitas vezes, estamos terrenos demais, porque nos preocupamos em viver somente esta vida. E tudo o que fazemos, juntamos, acumulamos, trabalhamos e realizamos parece ser em vista somente deste mundo.
Que todos os nossos gestos sejam sementes de eternidade. E que todas as nossas atitudes e nossas palavras se voltem para o céu! E que o Reino de Deus seja restaurado entre nós e vivido no meio de nós. Para isso é preciso uma mentalidade evangélica, isto é, uma mentalidade fundada no Evangelho de Jesus Cristo.
Que Deus nos dê essa graça para que, a cada dia, possamos nascer de novo, nascer do alto, nascer de Cristo, nascer para Cristo!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

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