A idolatria tira o nosso coração da presença de Deus

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Que Deus nos livre deste terrível mal, da condenação eterna por deixar o nosso coração apegado aos bens deste mundo e transformar os bens, as pessoas, o que temos e queremos em ídolos e por os colocar no lugar de Deus.

“Moisés voltou para junto do Senhor, e disse: ‘Ah! este povo cometeu um grandíssimo pecado: fizeram para si deuses de ouro. Peço-te que lhe perdoes esta culpa’” (Êxodo 32, 31-32).


Moisés estava na montanha sagrada e recebeu das mãos do próprio Deus as Tábuas da Aliança ou dos Dez Mandamentos. Esse profeta desce com uma alegria única em seu coração para apresentar ao povo o que o Senhor Nosso Deus tinha lhe mandado [as Tábuas da Lei, as Tábuas da vida]. Contudo, quando Moisés chega, que decepção ao encontrar todo o seu povo prevaricando, envolto nas orgias e na idolatria e, com aquele temperamento “calmo e tranquilo”, ele sai de si e as [Tábuas da Lei] joga fora por estar profundamente decepcionado com o seu povo.
E qual foi o pecado do povo? Foi deixar o Deus que os conduziu e que os tirou da escravidão do Egito e os levava pela mão à Terra Prometida e voltar o seu coração para outros deuses. Aquele povo esculpiu, com ouro, com bronze e com os metais que tinham, ídolos para adorar.
A idolatria foi um pecado terrível que aquele povo cometeu. Permita-me dizer ao seu coração: nada entristece mais o coração de Deus do que deixarmos – Ele que é o Deus verdadeiro – de adorá-lo e de nos voltar para Ele para construir outros ídolos. Esse não é um pecado grave; esse é um pecado gravíssimo trocar Deus pelos deuses deste mundo!
Quantas vezes, o dinheiro em nossa vida é um verdadeiro ídolo. Alguém pode dizer que, com dinheiro, nós conseguimos tudo o que queremos. Mas, por outro lado, com ele também perdemos tudo o que precisamos. Porque se com ele [dinheiro] conseguimos tudo o que, de material, podemos buscar, com ele também podemos perder tudo o que é graça de Deus em nossa vida.
O dinheiro não pode nos escravizar, nem pode se tornar um deus em nossa vida! Nós não podemos nos prostrar diante dele. E sabemos que isso acontece quando ele rouba o nosso tempo, quando ele nos rouba de Deus e nos tira da direção e do caminho do Senhor. Quando não servimos mais a Deus e servimos mais a ele [dinheiro].
Que Deus nos livre deste terrível mal e da condenação eterna porque deixamos o nosso coração apegado aos bens deste mundo e transformamos os bens, as pessoas e o que temos e o que queremos em ídolos e os colocamos no lugar de Deus.
Muitas vezes, gostamos de esportes, de músicas e de muitas coisas deste mundo; mas o problema é quando transformamos o esporte numa verdadeira idolatria; quando transformamos a música e as pessoas em ídolos e até as chamamos de ídolos.
Quem é de Deus não tem ídolos. Quem é de Deus O tem como seu Senhor. Podemos até ter pessoas como referenciais, pois existem referenciais bons no esporte, na música e pessoas que são agradáveis de ouvir. No entanto, nós não podemos ter ídolos, porque toda e qualquer idolatria tira o nosso coração da presença de Deus!

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Dia dos avós - A influência dos avós na educação dos netos

domingo, 26 de julho de 2015

Hoje, os avós têm um papel importante na educação dos netos diante da realidade dos pais trabalharem fora 
Aqui em casa há uma placa que ganhei da minha irmã: “Na casa dos avós tudo pode”. No início pensei que seria deseducador, mas, com o tempo, senti que os meus netos se sentiam orgulhosos com o grau da sua importância para nós. Tudo pode quando eles vêm apenas para passear e não temos a função de educá-los; justamente por isso, fica fácil ser conselheiro, companheiro e contribuir para o desenvolvimento emocional e espiritual. O “domingo” para os netos é dia de diversão, quando podem experimentar e misturar alimentos, tais como batata com leite condensado e comer apenas arroz, porque é o que gostam, mas sem valor nutritivo.

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Daniel Mafra/cancaonova.com

Num mundo conturbado, onde os pais precisam trabalhar para garantir o “melhor” para seus filhos, muitos avós assumem a responsabilidade de ficar com os netos durante a jornada de trabalho de seus filhos.
O tempo de convivência diária e o tipo de relação definem a forma de relacionamento. A responsabilidade cotidiana tem uma forma de tratamento diferente de quem ajuda temporariamente, porque, nesses casos, os avós assumem o papel de educadores. É preciso também ter regras diferentes, para os casos de apoio enquanto os pais trabalham ou quando os avós assumem integralmente a responsabilidade parenteral, em caso de morte ou abandono dos pais.
Para os avós, os efeitos positivos  dessa convivência é que rejuvenescem, sentem-se alegres, reencontram sua utilidade e objetivos de vida. Os efeitos negativos aparecem quando se sentem explorados e sobrecarregados física e economicamente. Em alguns casos, os conflitos entre modelos educacionais causam crises entre os pais e avós, que requer um diálogo para definir as bases da educação.
Para estudar ou trabalhar, deixar os filhos com pessoas que confiam, com laços de parentesco e de amor, propicia tranquilidade na maioria dos casos. Os impactos negativos surgem quando as culturas das famílias são muito diferentes e conflitantes ou por imaturidade dos avós que querem competir com os pais pelo amor da criança.
As crianças são beneficiadas, porque convivem com gerações diferentes, aprendem a valorizar os idosos, mantém o sentimento de pertença familiar, sentem facilidade de negociação com os avós, pois teoricamente pela idade já estão mais maduros para definirem as prioridades do que podem ceder ou não. Os estudos mostram que os avós, mesmo que não possuam formação escolar adequada, fornecessem valores sólidos, apoio emocional e se esforçam para garantir a felicidade dos netos, o que impacta positivamente na vida escolar e afetiva deles. Por outro lado, é preciso um alerta para não ter uma educação permissiva, conflitiva, mimada ou de compensação pela falta dos pais.
Quando os avós dividem com os pais a responsabilidade pela educação, alguns cuidados precisam ser tomados, tais como, definir em conjunto a rotina infantil, respeitar os princípios educacionais dos pais, não criticar os pais diante das crianças. Alguns pais se preocupam se os avós podem deseducar netos, a resposta é sim quando: eles não cumprem o seu papel de pais, os avós discordam e agem diferente dos princípios dos pais e estes não encontram disponibilidade de tempo para introjetar os valores e comportamentos que acreditam serem certos.
Em síntese, nesta convivência entre avós e netos, a família pode se beneficiar se as crianças percebem os pais como responsáveis pela educação e o acolhimento, e os avós como apoiadores que oferecem carinho. Entretanto, pode ser prejudicada quando, nesta relação, existe conflito de papéis e princípios, disputa de poder e falta de amor. É preciso discernimento para os avós estarem perto quando precisam e longe quando pais e filhos estão num momento que pertence só a eles. Ou seja, aquilo que ficar combinado num diálogo franco terá de ser cumprido para não sair caro para a família no final.

Fonte: Canção Nova

São Joaquim e Sant'Ana, pais de Nossa Senhora


Com alegria celebramos hoje a memória dos pais de Nossa Senhora: São Joaquim e Sant’Ana. Em hebraico, Ana exprime “graça” e Joaquim equivale a “Javé prepara ou fortalece”.
Alguns escritos apócrifos narram a respeito da vida destes que foram os primeiros educadores da Virgem Santíssima. Também os Santos Padres e a Tradição testemunham que São Joaquim e Sant’Ana correspondem aos pais de Nossa Senhora. Sant’Ana teria nascido em Belém. São Joaquim na Galileia. Ambos eram estéreis. Mas, apesar de enfrentarem esta dificuldade, viviam uma vida de fé e de temor a Deus.
O Senhor então os abençoou com o nascimento da Virgem Maria e, também segundo uma antiga tradição, São Joaquim e Sant’Ana já eram de idade avançada quando receberam esta graça. A menina Maria foi levada mais tarde pelos pais Joaquim e Ana para o Templo, onde foi educada, ficando aí até ao tempo do noivado com São José.
A data do nascimento e morte de ambos não possuímos, mas sabemos que vivem no coração da Igreja e nesta são cultuados desde o século VI.

São Joaquim e Sant’Ana, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

Que saibamos dividir o que temos com os necessitados


Que saibamos dividir o que temos com os necessitados. Que ninguém pereça por falta do pão de cada dia, nem pereça por ter comido demais e por não ter repartido seu alimento com quem nada tem.

“Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam” (João 6, 11).


A Palavra de Deus hoje nos mostra o quão sagrado é o alimento que temos. O pão é o símbolo maior de todo e qualquer alimento que vem da natureza. Deus criou o mundo com alimentos mais do que suficientes para alimentar toda a face da Terra, por isso o pão, o trigo, o milho, o arroz, o feijão e todos os outros alimentos que a “mãe terra” produz não são para nós somente. Eles devem ser distribuídos, divididos e multiplicados para que nenhum filho de Deus pereça nem morra de fome.
O maior drama e o maior pecado que cometemos contra a providência de Deus é permitir que, ao nosso lado, alguém passe fome! A primeira coisa a ser refletida: o alimento é sagrado e por isso deve ser tratado como tal; respeitado e cuidado para que não seja o “meu alimento”, o “meu pão”, mas para que o pão seja o “pão nosso”, como rezamos a cada dia.
Toda vez que pegamos um alimento em nossas mãos não podemos simplesmente jogá-lo na boca, devemos oferecê-lo a Deus e dar ação de graças. Na sua casa, vocês param para rezar quando vão se alimentar? Existe oração e reconhecimento? Existe a ação de graças a Deus por causa do alimento de cada dia?
Quanto mais entregamos a Deus o que comemos, aquilo do qual nos alimentamos, tanto mais abençoado ele se torna. O pão, além de ser algo abençoado e do agradecimento a Deus, devemos dividi-lo com os outros. Nunca tenhamos o pão somente para nós mesmos e também não nos preocupemos somente em encher a despensa da nossa casa sem procurar dividir o que temos com os outros.
O pão que é dividido se multiplica e ele nunca nos falta quando sabemos dividir o que temos com os outros! Depois que dividimos, multiplicamos e repartimos o que temos, é preciso recolher o que sobra. Nós não podemos desperdiçar comida, esse é um pecado grave! Algumas vezes, a criança quer comer e a mãe a deixa encher o prato de comida e ela come só um tantinho, o resto joga fora, desperdiça. Que pecado, que negligência com a mãe natureza e que injustiça com aqueles que não têm o que comer!
É preciso não só a reeducação alimentar para que aprendamos o que comer e o que não comer, como também a reeducação para aprender o sentido sagrado dos alimentos que temos em nossa casa.
Que ninguém pereça por falta do pão de cada dia! Nem pereça porque comeu demais e não repartiu seu alimento com quem não tem.

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Façamos com que a Palavra de Deus seja eficaz em nossa vida

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Combatamos a distração, a instabilidade emocional e as preocupações com a riqueza para que a Palavra de Deus seja viva e eficaz em nossa vida e produza frutos!
 

A semente que caiu em boa terra é aquele que ouve a palavra e a compreende. Esse produz fruto” (Mateus 13, 23). 

A parábola do semeador nos mostra de que modo a Palavra de Deus é viva e eficaz em nossa vida. Não há nenhum lugar nem coração em que a Palavra de Deus seja semeada em que ela não produza frutos. Só não pode acontecer que a Palavra anunciada seja negligenciada, por isso a parábola nos explica hoje quais são os inimigos dela [Palavra de Deus], o que realmente a impede, em nossa vida, de produzir os frutos.
A primeira coisa [que impede a Palavra de Deus de produzir frutos em nossa vida]: a distração; não ouvir a Palavra de Deus com a devida atenção que ela merece e não saber retê-la em nosso coração. Quantas vezes estamos avoados, estamos em outro mundo enquanto a Palavra está vindo ao nosso encontro. Quantas vezes deixamos que, mesmo ao ouvirmos a Palavra de Deus, o “passarinho da distração” venha e roube a Palavra semeada em nosso coração.
Algumas vezes, nós damos atenção para tantas outras coisas e não nos concentramos no essencial. Basta ver quando saímos de uma igreja, muitas vezes, nem nos lembramos qual foi o Evangelho proclamado ou a Palavra de Deus dita ao nosso coração. A distração é um inimigo a ser vencido e combatido para que a Palavra de Deus seja viva e eficaz em nossa vida!
Outro inimigo da Palavra de Deus [de produzir frutos em nossa vida] é a nossa instabilidade pessoal e emocional. Nós, muitas vezes, temos boa vontade, dinamismo e acolhemos com amor e alegria a Palavra que nos é dada; no entanto, quando o sofrimento e a perseguição batem à nossa porta, desistimos. Enquanto está tudo bem é maravilhoso escutar a Deus, contudo, quando vêm dificuldades, problemas ou outras coisas mais, aquela Palavra que um dia achávamos que mudaria a nossa vida, a deixamos de lado.
E um outro inimigo da Palavra de Deus [de produzir frutos em nós] são as preocupações. Estas vêm com diversas capas, há a preocupação com as coisas do mundo, quando tentamos agradá-lo e fazer o que ele faz e também as ilusões com o mundo, com as riquezas, com o prazer, com os bens materiais e com o consumismo.
Achamos linda a Palavra de Deus, mas quando vêm outras coisas mais interessantes ao nosso encontro, nós a deixamos de lado e essa Palavra não produz frutos em nossa vida.
Que nós combatamos a distração, a instabilidade emocional e as preocupações com o mundo e as ilusões com a riqueza para que a Palavra de Deus seja viva e eficaz em nossa vida!

Deus abençoe você!

 Fonte: Canção Nova

Acolhamos as riquezas do Reino de Deus em nossa vida

quinta-feira, 23 de julho de 2015




Acolhamos as riquezas do Reino de Deus em nossa vida para que tomemos posse da cura, da conversão e da salvação.

Eles ouviram com má vontade e fecharam seus olhos, para não ver com os olhos nem ouvir com os ouvidos, nem compreender com o coração, de modo que se convertam e eu os cure” (Mateus 13, 15).

A Palavra de Deus, hoje apresentada ao nosso coração, explica qual é o sentido das parábolas de Jesus. “Parábolas” não são coisas enigmáticas; pelo contrário, elas contêm em si a riqueza do tesouro que é o Reino de Deus. Por isso Jesus faz questão de contá-las, porque o Reino de Deus tem uma dimensão tão grande a ponto de não caber dentro das palavras. Elas [parábolas] apresentam um leque de dimensões profundas para que possamos  explorar a riqueza que é o Reino de Deus.
Contudo, muitas pessoas não compreendem, não entendem e não conseguem entrar na lógica das parábolas contadas por Jesus, por isso Ele as exorta:“A vós foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não é dado” (Mateus 13, 11). E talvez você pense: “Mas Jesus faz distinção de pessoas?”, pelo contrário, são as pessoas que fazem distinção de Jesus e de Seu Reino, porque muitas ouvem a Palavra de Deus com má vontade e não abrem o coração para entrar na riqueza dos mistérios de Deus.
As coisas de Deus devem ser ouvidas de coração aberto; não devem ser simplesmente para ouvirmos as palavras proferidas. É preciso deixar que as palavras do Senhor entrem em nosso coração e em nossa vida! Desse modo, pouco a pouco elas vão tomando corpo, dando sentido e iluminando a nossa existência.
No entanto, se ouvimos a Palavra de Deus com relaxamento e com má vontade, tudo se torna muito difícil e muito obscuro. Há pessoas que entram na igreja e não compreendem nada, sentem-se perdidas em lugares assim e dizem: “O que eu estou fazendo aqui!?”. Desculpe-me, mas estas pessoas ainda não se abriram para a graça de Deus.
Contudo, nós não podemos transformar nossas igrejas em circos para que as pessoas sejam atraídas por isso ou por aquilo. Não,  isso não está correto! As nossas igrejas precisam ser cada vez mais o lugar da pregação da Palavra de Deus, que deve ser bem pregada, bem falada, bem ensinada. Ao fazer isso, podemos ter dinâmica e didática, mas o mais importante não é isso, mas sim a Palavra pregada e anunciada. Para alguns, isso significa alegria, contentamento; para outros: “Eu não entendi nada! Não compreendi nada! Não sei de nada do que o padre [ou o pregador] falou!”.
Se não nos abrirmos para a dinâmica do Reino de Deus em nossa vida, os nossos olhos não contemplarão, nossos ouvidos não escutarão e o nosso coração não compreenderá tudo aquilo que ouvimos de Deus.
Que Deus quebre toda insensibilidade da nossa alma e do nosso coração para que possamos acolher as riquezas do Reino d’Ele!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Aprendamos com Maria Madalena a seguir o Senhor

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Aprendamos com Maria Madalena a seguir o Senhor. Ela nunca mais tirou o seu coração de Jesus desde o dia em que Ele deu razão e sentido à sua vida.

“Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: ‘Eu vi o Senhor!’, e contou o que Jesus lhe tinha dito” (João 20, 18).

Nós hoje celebramos com muito amor a Festa de Santa Maria Madalena. Olhando para o exemplo dessa mulher, que se deixou apaixonar por Jesus e o seu coração foi conquistado por Ele, queremos aprender com a vida dela.
A primeira coisa a aprender com ela é o deixar-nos conquistar por Deus: quando Deus entra em nosso coração Ele vai nos conquistando para Ele a fim de que a nossa vida seja voltada para Ele. Maria Madalena nunca mais tirou o coração de Jesus desde o dia em que Ele deu razão e sentido à sua vida e à sua existência.
Muitas vezes, as pessoas querem frisar ou especular qual era a vida passada de Madalena, mas isso não é o mais importante. O mais importante é a vida transformada pela graça de Deus, é a fidelidade dela no seguimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, pois ela nunca mais abandonou o Senhor, desde que O conheceu, e se tornou uma fiel seguidora de Jesus Cristo, a discípula amada do Senhor.
Jesus quer que sejamos Seus discípulos, Seus seguidores, que nos deixemos encantar por Sua Palavra e por Sua vida e a coloquemos em prática em nossa vida.
Maria Madalena é uma mulher transformada pela Palavra de Deus; permitamo-nos também ser transformados, tocados e modificados por essa Palavra, porque ela muda o sentido da nossa vida e da nossa existência!
Ainda existem na face da Terra tantos seres humanos em busca de uma razão e de um sentido para sua vida. Maria Madalena encontrou em Jesus a razão e o total sentido para sua vida. Às vezes, nós até estamos atrás de Jesus, mas não permitimos que Ele seja a razão e o sentido da nossa vida. Quando nosso encontro pessoal com Ele é verdadeiro, nós não tiramos mais d’Ele o nosso olhar!
Maria Madalena foi também testemunha fiel da Ressurreição de Jesus, o Ressuscitado apareceu a ela em primeiro lugar. Ela contemplou o Cristo vivo. Seu coração estava desolado e triste, porque o seu Senhor não só havia morrido, como também o Seu Corpo não estava ali. Fato que a deixou totalmente triste, porque, mesmo morto, ela cuidava do Corpo do Senhor [que jazia no sepulcro após Sua morte].
O encontro de Madalena com o Senhor lhe trouxe uma alegria que irradiou para sempre em seu coração; ela foi irradiada pelo Cristo vivo e Ressuscitado e foi contar a todos que ela O havia visto.
As pessoas não querem apenas saber que Cristo está vivo, porque isso pode parecer apenas uma teoria ou a explicação de um fato; elas querem se encontrar com aqueles que são ressuscitados pelo encontro pessoal com o Cristo!
Precisamos testemunhar para o mundo que Cristo está vivo com a nossa vida e com os nossos exemplos! Nós não podemos nos comportar no mundo como mortos, tristes, desanimados e sem graça. Não podemos dar um testemunho sem entusiasmo da Ressurreição do Senhor. Quem é que vai acreditar numa pessoa que fala que Cristo está vivo se a sua vida parecer morta!? Não, não deve ser assim! É com vivacidade, com dinamismo, é com a vida que nós proclamamos para o mundo que Jesus faz toda a diferença em nossa vida!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Permita que a Palavra de Deus produza frutos em sua vida

terça-feira, 21 de julho de 2015

Permita que a Palavra de Deus produza frutos em sua vida, pois o que torna alguém próximo de Jesus é colocar a Sua Palavra em prática.

“Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mateus 12, 50).

Jesus deseja que eu e você sejamos Seus parentes e que façamos parte da Sua família. E família, aqui nesta passagem bíblica, quer dizer família mesmo; o Senhor quer que nós sejamos Seus irmãos e que façamos parte da vida d’Ele.
E talvez nós, que nos prendemos tanto aos laços sanguíneos, não entendamos que a dinâmica do Reino de Deus é outra. Os laços do espírito são maiores que os laços da carne. O que torna alguém próximo de Jesus e considerável para Ele não é o fato de ter tido este ou aquele nascimento, nem de ter nascido nesta ou naquela família, tampouco de ter vindo desta ou daquela ascendência. O que torna alguém próximo de Jesus é colocar a Sua Palavra em prática!
Os membros da família de Jesus ouvem a Sua Palavra com atenção, com respeito, com a reverência que esta merece e procuram colocá-la em prática na sua vida. Jesus teve muitos parentes que nem sequer deram ouvidos à Sua Palavra; assim como houve outros que a desprezaram e aqueles que quiseram expulsá-Lo do meio deles. Isso porque a Palavra de Deus, independente para quem ela seja proclamada, é um convite à conversão e à mudança de vida; e a Palavra de Jesus incomoda.
Por isso, se quisermos ser parentes de Jesus, a primeira coisa a fazer é nos deixarmos incomodar pela Sua Palavra! E, quando somos incomodados, saímos da acomodação em que a nossa vida, muitas vezes, se encontra. E, ao sairmos da acomodação da vida, permitamos que essa Palavra realize uma obra de conversão em nós.
Todos os dias precisamos nos converter a Deus e ter a humildade de dizer: “Jesus, misericórdia de mim! Eu sou pecador!”, ao fazermos isso Ele se torna tão mais próximo de nós do que daquela pessoa que se acha a mais santa do mundo e já acha que está no céu.
Jesus, hoje e sempre, nos visita nos infernos em que, muitas vezes, vivemos para nos tirar dos abismos, para nos tirar da região da morte e para conduzir a nossa vida pelo caminho da salvação. Para isso, é preciso apenas dar atenção e ouvidos à Sua Palavra e deixar que ela produza frutos em nós.
Não sejamos indiferentes à Palavra de Deus nem permitamos que a nossa vida negligencie a presença amorosa de Jesus no meio de nós!

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Duas preciosas indicações do Papa Francisco para educar os jovens de hoje



 A primeira é educar segundo uma visão cristã do ser humano, mas não apenas em sala de aula, pois é preciso se esforçar para que esse tipo de educação cristã incida nas redes sociais.

A segunda indicação é formar as crianças e jovens para atividades de voluntariado social.

O Papa deu essas orientações em uma carta que acaba de enviar aos salesianos, no bicentenário do nascimento de São João Bosco. Os salesianos formam um gigantesco movimento de pessoas que promovem a educação, a assistência social e a evangelização da juventude em cerca de 130 países.

"Como Família Salesiana, sois chamados a fazer florescer a criatividade carismática dentro e além das vossas instituições educativas, colocando-vos com dedicação apostólica nos itinerários dos jovens, particularmente aqueles das periferias", escreve Francisco.

"'A pastoral juvenil, tal como estávamos habituados a desenvolvê-la, sofreu o impacto das mudanças sociais. Nas estruturas ordinárias, os jovens habitualmente não encontram respostas para as suas preocupações, necessidades, problemas e feridas. A nós, adultos, custa-nos ouvi-los com paciência, compreender as suas preocupações ou as suas reivindicações, e aprender a falar-lhes na linguagem que eles entendem'», enfatiza o Papa, citando documento "Evangelii gaudium".

Francisco pede que os educadores não frustrem "as aspirações profundas dos jovens: a necessidade de vida, abertura, alegria, liberdade, futuro; o desejo de colaborar na construção de um mundo mais justo e fraterno, no desenvolvimento para todos os povos, na tutela da natureza e dos ambientes de vida".

"Os ajudareis a experimentar que só na vida da graça, isto é, na amizade com Cristo, se realizam plenamente os ideais mais autênticos. Ter a alegria de acompanhá-los na busca da síntese entre fé, cultura e vida, nos momentos em que se tomam decisões difíceis, quando se procura interpretar uma realidade complexa." 

"Indico, especialmente – prossegue o Papa –, duas tarefas que hoje nos vêm do discernimento sobre a realidade juvenil: a primeira é educar segundo a antropologia cristã à linguagem dos novos meios de comunicação e das redes sociais, que plasmam profundamente os códigos culturais dos jovens, e, portanto, a visão da realidade humano-religiosa."

"A segunda é promover formas de voluntariado social, não se resignando às ideologias que antepõem o mercado e a produção à dignidade da pessoa e ao valor do trabalho", escreve Francisco.

"Ser educadores que evangelizam é um dom de natureza e graça, mas é também fruto de formação, estudo, reflexão, oração e ascese. Dom Bosco dizia aos jovens: «Por vós estudo, por vós trabalho, por vós eu vivo, por vós estou disposto até a dar a vida» (Constituições salesianas, art. 14)", afirma o Papa.

Fonte: ALETEIA

A Palavra de Deus nos chama à conversão e à mudança de vida

segunda-feira, 20 de julho de 2015

A Palavra de Deus nos chama à conversão, à mudança de vida e à penitência. É um chamado à revisão de nossos conceitos, comportamento e forma de agir!
“No dia do juízo, os habitantes de Nínive se levantarão contra essa geração e a condenarão, porque se converteram diante da pregação de Jonas. E aqui está quem é maior do que Jonas” (Mateus 11, 41).
Nínive era uma cidade pecadora e cometeu terríveis abominações contra Deus. Uma cidade que viveu pecados e todo tipo de coisas erradas. Jonas foi pregar a Palavra de Deus aos habitantes dessa cidade, pediu que eles fizessem penitência, se arrependessem e se convertessem de seus pecados. Nínive ouviu a pregação de Jonas e se converteu porque se penitenciou e mudou de vida.
Sabem, meus irmãos, Deus não condena nem amaldiçoa ninguém; mas é verdade que nós deixamos a maldição e o mal crescer em nós quando nos comportamos com indiferença com Deus, com a Sua Palavra e com aqueles que pregam a Palavra de Deus a nós.
Não adianta só ouvir a Palavra, não adianta dizer que vamos à igreja e que fazemos isso e aquilo [em nome de Deus] se não abrirmos o coração para nos converter dos comportamentos e dos sentimentos que não são agradáveis aos olhos de Deus. Toda Palavra de Deus pregada é conversão ao nosso coração, é um chamado à penitência e à revisão de nossos conceitos, comportamento e a nossa forma de agir.
Não há ignorância maior do que a pessoa achar que já sabe de tudo, chegar, muitas vezes, diante da Igreja ou diante da Palavra e se comportar com total indiferença, dizendo: “Eu já conheço isso! Já ouvi! Já sei do que se trata!”. Muitas vezes, ela julga até o pregador, o padre, este ou aquele e não deixa que a Palavra caia em seu coração para lhe trazer a conversão e a mudança de vida.
Há muitas pessoas endurecidas no coração e na alma, porque não se deixam tocar pela Palavra de Deus, não se abrem para que ela realize algo novo em sua vida e em seu coração.
Nínive, a cidade pecadora ou a cidade perdida, se converteu e por isso, no dia do julgamento, ela vai nos julgar também. E que não estejamos abaixo dela, mas que estejamos do mesmo lado dela porque demos atenção à Palavra de Deus e permitimos que ela nos convencesse do mal do pecado e nos convertesse cada vez mais à graça de Deus.
Deus abençoe você!

No recolhimento pessoal nos encontramos com Deus

domingo, 19 de julho de 2015

No recolhimento pessoal nos encontramos com Deus. Estar a sós, em silêncio e oração, nos ajuda a crescer, a ser curados pelo Senhor e a permitir que a ação de Deus aconteça em nossa vida.
“Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco” (Marcos 6, 31).
A Palavra de Deus, que vem ao encontro do nosso coração hoje, aponta-nos a preocupação de Jesus com Seu povo. Um povo cansado e, muitas vezes, perdido como ovelhas sem pastor. Os discípulos de Jesus, juntos d’Ele, precisam cuidar desse povo e dar-lhe o conforto e o consolo do coração de Deus.
Contudo, para que possamos dar algo aos outros, precisamos dar a nós mesmos em primeiro lugar. Por isso, Jesus convida os discípulos a irem sozinhos a um lugar deserto para descansar. Para isso, a primeira coisa a ser feita é aprender a nos recolher e a nos encontrar com nós mesmos. Sim, passamos a vida cercados de pessoas no trabalho, na escola, nas ocupações, na igreja e, muitas vezes, não temos um tempo para nós.
Ter tempo para nós mesmos é uma coisa mais que sagrada, é uma necessidade da alma, do corpo e da mente! Ninguém pode negligenciar o direito de se recolher para estar consigo mesmo, isso vale para quem é casado ou solteiro e para todos nós, seres humanos.
É só na solidão, num momento a sós, que nós podemos nos encontrar com Deus! Se você é casado você precisa dedicar o seu tempo para cuidar do seu casamento e dos seus filhos. No entanto, não negligencie seu direto de cuidar de si mesmo, de estar a sós para fazer sua oração sozinho e de se recolher para poder temperar a sua alma e conhecer o seu coração. Estar a sós é a oportunidade que damos a nós mesmos de crescer, de nos curar e permitir que a ação de Deus aconteça em nosso coração e em nossa vida.
Outro ponto a ser observado nesta passagem: Jesus chama os Seus ao descanso, que é algo tão sagrado quanto a vida. E esta só se torna uma bênção quando sabemos encontrar o sentido do descanso: descansar a mente, o corpo, o físico e ter o sono restaurador. O dia do descanso é necessário para nos livrarmos das ocupações cotidianas e de tudo o que vai tornando a nossa mente confusa e cheia de coisas.
Você fará melhor tudo o que você tem a fazer se souber encontrar o descanso, se souber descansar quando for necessário descansar. No domingo, o dia do Senhor, é dia de irmos à igreja, a casa de Deus, mas não é somente para fazer isso. Domingo também é dia de descansar! Muitas vezes, as pessoas trabalham a semana inteira e ficam o domingo inteiro por conta da igreja, das suas obrigações pastorais e assim por diante. Não, isso não é correto. Domingo é também o dia do descanso; descansar o corpo e a mente e deixar o repouso entrar dentro de nós. Assim como nós precisamos de um dia da semana para descansar, também precisamos das férias e de um tempo maior para refazer as nossas energias, os nossos pensamentos e os nossos sentimentos.
Por essa razão, se você quer ficar na graça de Deus, não negligencie de forma nenhuma o seu recolhimento pessoal e o seu repouso necessário!
Deus abençoe você!

Eliminemos o sentimento de inveja existente entre nós

sábado, 18 de julho de 2015

Eliminemos o sentimento de inveja existente entre nós, porque ela atrai a ira, a raiva e a vingança e provoca muitos males, doenças e enfermidades em nosso interior.
“Os fariseus saíram e fizeram um plano para matar Jesus” (Mateus 12, 14).
Os fariseus estavam profundamente incomodados com a presença, com a ação e com o apostolado que Jesus exercia no meio do Seu povo. Isso causava neles uma profunda inveja, raiva e ira. Esses sentimentos cresciam no coração deles porque o povo já não os escutava mais; o povo escutava a Jesus e não corria mais para os “grandes da religião” da época. O povo estava à procura de Jesus.
Sabemos que, quando o sentimento da inveja toma conta do coração humano, este se torna o mais deplorável de todos os sentimentos, porque ela [inveja] é maligna, é terrível, diabólica e puxa para dentro de nós outros sentimentos piores, como a ira, a raiva, a vingança. E provoca dentro de nós muitos males, doenças e enfermidades para o nosso próprio coração.
Vejam que os fariseus não só invejaram Jesus como também planejaram eliminá-Lo. Quando nós temos inveja de alguém, no meio de nós, ela vai crescendo, tomando corpo e vamos eliminando essa pessoa da nossa vida e arrumamos desculpas, defeitos e problemas para ela. E quem de nós não tem defeitos!?
Quando a inveja cresce, ela cega os nosso olhos, obscurece a nossa razão e polui todo o nosso coração, de modo que não conseguimos ver o bem e qualidade nas pessoas, porque toda a nossa mente, toda a nossa visão a respeito das pessoas é movido por esse sentimento negativo que tomou conta do nosso coração.
No Antigo Testamento, os irmãos de José, por inveja, o venderam; aqui no Evangelho os fariseus por inveja de Jesus O mataram. Nós não podemos vender nem matar uns aos outros, mas percebemos que, muitas vezes, eliminamos as pessoas tirando-as do nosso meio, da nossa vida e do nosso convívio. Pode ser que algumas pessoas não edifiquem nossas vidas, mas isso não nos dá o direito de “matar” ninguém. Aqui sabemos que é o “matar com a língua”, tirá-la do convívio social, excluí-la da nossa vida e da vida dos outros.
O Evangelho de Jesus é o da misericórdia e da compaixão! Ninguém pode corrigir ninguém se primeiro não corrige a si próprio. Se nós não corrigirmos os sentimentos negativos que temos em relação aos outros não conseguiremos fazer nada de bom por eles e o mal crescerá em nós.
Que a graça de Deus, hoje, nos ajude a vencer toda a semente da inveja existente em nós. E se há pessoas que nos invejam, que nos eliminaram de sua vida, façamos como Jesus: Sigamos adiante, continuemos a proclamar o Reino de Deus e não paremos por causa daqueles que não nos amam, que não nos querem bem ou que nos eliminam do seu convívio e do convívio dos outros.
Não podemos transformar o sentimento negativo do outro em um sentimento negativo para o nosso coração! Maior do que isso é a graça, a misericórdia e ação de Deus em nossa vida!
Deus abençoe você!

Na misericórdia de Deus está a cura para as nossas fraquezas

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Na misericórdia de Deus está a cura para as nossas fraquezas. O mais importante é acolher as pessoas, amá-las e lhes mostrar o caminho.

“Quero a misericórdia e não o sacrifício” (Mateus 12, 7).

A Palavra de Deus, que vem hoje ao nosso coração, apresenta Jesus em questão com pessoas de Sua época que questionavam muitos pontos da Lei de Deus e da vivência dela para o povo. Jesus não negligencia a Lei, nem a despreza; contudo, para Ele, ela está a serviço da vida e do homem e este não deve ser escravo dela [a Lei].
Por isso, para Jesus, a pessoa humana é mais importante do que todas as leis, do que todos os mandamentos e do que todos os dogmas. Tudo aquilo que sabemos de preceitos, tudo aquilo que conhecemos da doutrina da Igreja não é para que nos tornemos escravos; pelo contrário, é para que nos tornemos cada vez mais servos de Deus.
Por isso, meus irmãos, o mais importante não é julgar, não é condenar, nem deixar as pessoas deprimidas e reprimidas porque elas não vivem de acordo com a vontade de Deus. O mais importante é as acolher, é amá-las e lhes mostrar o caminho. As pessoas se tornam dóceis à vontade de Deus quando são acolhidas com amor e misericórdia!
Pode ser que nós caiamos e que tenhamos nossas fraquezas. A misericórdia de Deus é o bálsamo para todas as fraquezas humanas. A misericórdia de Deus é o remédio mais salutar e mais divino para poder impulsionar a nossa natureza humana a se recuperar.
Deus não veio para nos condenar, e sim para nos salvar! Quem também se torna um discípulo de Jesus Cristo deve ser um canal da misericórdia de Deus para com as pessoas, os pobres e os pecadores (dos quais todos nós fazemos parte). Como a nossa natureza pecadora precisa da misericórdia divina e do acolhimento do coração de Deus para se curar e se libertar!
Misericórdia não significa aceitar tudo, concordar com tudo, mas sim que há jeito, há salvação, que a condenação não manda no Reino de Deus. E também sinaliza que este é para salvar e redimir a quem cai, a quem está prostrado, a quem está desanimado, a quem não consegue, muitas vezes, encontrar o caminho e o sentido para sua vida.
A casa de Deus e os homens e as mulheres que são de Deus não apresentam para o mundo a seta da condenação, mas sim a seta para o coração misericordioso de Jesus!

Deus abençoe você!
 
Fonte: Canção Nova

Assim como Nossa Senhora do Carmo, sejamos fiéis ao Senhor

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Assim como Nossa Senhora do Carmo, sejamos fiéis ao Senhor. Peçamos que a Mãe de Deus nos ensine e nos ajude a ser dóceis, fiéis e servos do Senhor assim como ela o foi!

“Aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mateus 12, 50).

Nós celebramos hoje com muita alegria, amor e devoção a Festa de Nossa Senhora do Carmo. A Virgem Maria, ao ser invocada com o título de “Senhora do Carmo” – cujo significado é: “vinha do Senhor” – nos faz relembrar que ela é a flor mais bela e mais esplêndida que Israel pôde conhecer.
E por que Maria é tão bela e tão esplêndida!? Porque Maria é a flor primeira do jardim de Deus, porque o Pai precisou dela para que Seu Filho se fizesse humano entre nós, e o Espírito Santo dela se apossou para que a graça divina acontecesse para toda a humanidade. Ela é toda bela porque é toda de Deus; ela é esplêndida porque deixou brilhar em si a graça e a glória de Deus!
Nós não exaltamos hoje a Virgem Maria por ela ser simplesmente Maria, o que nós hoje celebramos, contemplamos e admiramos é a graça de Deus expressa em sua vida. Uma coisa é importante a se dizer é que, muitas vezes, nós encontramos pessoas agraciadas, com dons e talentos, e começamos a admirar todos esses dons e nos esquecemos do que Deus faz e fala por intermédio delas.
Quando contemplamos Maria, quando olhamos a sua beleza e contemplamos tudo aquilo que está nela, na realidade, admiramos tudo o que Deus fez por meio dela. Ela se fez serva e discípula do Senhor e, assim, deve acontecer conosco também quando nos tornamos servos, discípulos do Senhor e submissos à Palavra de Deus. Nesses casos não somos nós quem aparecemos, não é nosso nome que é o mais importante, mas é o Deus que está em nós, é o Deus que fala por nosso intermédio, é a graça de Deus que passa através de nós!
Nós não paramos em Maria, olhamos para ela e vemos que, para Deus, nada é impossível quando alguém se submete a fazer a vontade d’Ele.
Peçamos que Nossa Senhora do Carmo nos ensine e nos ajude a ser dóceis, fiéis e servos do Senhor assim como ela o foi! Assim seremos mães, irmãos e discípulos do Senhor não por títulos, nem por merecimento, mas por força e empenho de realizar a vontade de Deus em nossa vida!

Deus abençoe você!
 

Nossa Senhora do Carmo


Ao olharmos para a história da Igreja encontramos uma linda página marcada pelos homens de Deus, mas também pela dor, fervor e amor à Virgem Mãe de Deus: é a história da Ordem dos Carmelitas, da qual testemunha o cardeal Piazza: “O Carmo existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua história, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual”.
Carmelo (em hebraico, “carmo” significa vinha; e “elo” significa senhor; portanto, “Vinha do Senhor”): este nome nos aponta para a famosa montanha que fica na Palestina, donde o profeta Elias e o sucessor Elizeu fizeram história com Deus e com Nossa Senhora, que foi pré-figurada pelo primeiro numa pequena nuvem (cf. I Rs 18,20-45).
Estes profetas foram “participantes” da Obra Carmelita, que só vingou devido à intervenção de Maria, pois a parte dos monges do Carmelo que sobreviveram (século XII) da perseguição dos muçulmanos, chegaram fugidos na Europa e elegeram São Simão Stock como seu superior geral; este, por sua vez, estava no dia 16 de julho intercedendo com o Terço, quando Nossa Senhora apareceu com um escapulário na mão e disse-lhe: “Recebe, meu filho, este escapulário da tua Ordem, que será o penhor do privilégio que eu alcancei para ti e para todos os filhos do Carmo. Todo o que morrer com este escapulário será preservado do fogo eterno”.
Vários Papas promoveram o uso do escapulário e Pio XII chegou a escrever: “Devemos colocar em primeiro lugar a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo – e ainda – escapulário não é ‘carta-branca’ para pecar; é uma ‘lembrança’ para viver de maneira cristã, e assim, alcançar a graça duma boa morte”.
Neste dia de Nossa Senhora do Carmo, não há como não falar da história dos Carmelitas e do escapulário, pois onde estão os filhos aí está a amorosa Mãe.

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

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