Celebração do Domingo de Ramos

domingo, 29 de março de 2015

Neste domingo(29/03), a Santa Missa do Domingo de Ramos foi celebrada na Paróquia Menino Jesus de Praga  às 8h00m, 10h00m e 17h00m. A Celebração da Tarde iniciou-se com uma procissão no início das Três Ruas até a Paróquia.


 Fiéis acompanharam a Procissão 


Fiéis com os Ramos na entrada da Procissão
 Diácono Roberto, Padre Marcondes e Diácono Ednaldo



 Momento de Oração

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Estamos editando os vídeos, Logo mais estarão no blog...

Via Sacra pelas Ruas - Paróquia Menino Jesus de Praga

sábado, 28 de março de 2015

Nesta sexta-feira(27/03), os paroquianos da Menino Jesus de Praga participaram da Via Sacra pelas ruas do bairro dos Bancários.

A encenação foi comandada pelo EJC da Paróquia e cada movimento e segmento ficou responsável por uma estação.

 Foram momentos de reflexão e introspecção, para dar início à semana santa que iniciará com o Domingo de Ramos(29/03).

O Armadura do Cristão esteve presente e registrou os momentos com fotos e vídeos.

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Confira os vídeos


























Como Jesus, somos chamados a dar a vida pelo Evangelho

sexta-feira, 27 de março de 2015

Como Jesus, somos chamados a dar a vida pelo Evangelho. Precisamos aprender a ser defensores da fé, não com vãos discursos, nem com brigas, mas pela coerência e pelo testemunho.

“Os judeus pegaram pedras para apedrejar Jesus. E ele lhes disse: ‘Por ordem do Pai, mostrei-vos muitas obras boas. Por qual delas me quereis apedrejar?’” (João 10, 31-32).

Apedrejar significa, acima de tudo, reprovar e querer fazer morrer aquilo de que eu não gosto, que eu não reconheço ou que eu não valorizo. Quando você deseja apedrejar alguém, no fundo, você quer reprovar os gestos, as atitudes e tudo aquilo que a pessoa faz. Aqui não me refiro aqui somente ao apedrejamento violento (esse, na verdade, nem deveria mais ser mencionado em pleno século XXI), mas, infelizmente, em muitos lugares e em muitos corações as pessoas querem resolver as controvérsias da vida à base de pedras e de violência.
Há dentro de nós um instinto, uma vontade de querer apedrejar aquilo com o qual não concordamos, apedrejar as pessoas cujos comportamentos são reprováveis. É essa atitude que um grupo de judeus tem com Jesus; em muitas ocasiões, eles querem pegar pedras para atirar no Senhor. E Jesus lhes pergunta: “Por qual delas [minhas obras] me quereis apedrejar?” (João 10, 31-32). É como se o Senhor lhes perguntasse: “É pelos cegos que já curei, pelos aleijados, coxos, pelos pães que foram multiplicados? Foi pela ovelha desgarrada que voltou? É pelas vidas que foram salvas? Por qual motivo vocês querem me jogar pedras?” (cf. João 10, 32).
Sabemos que a religião pode ter dois aspectos: há a religião que anuncia o amor, a verdade, os valores e os preceitos de Deus e, muitas vezes, é apedrejada por causa disso. Nossa Igreja sofre perseguições em todas as partes do mundo de forma ostensiva ou sendo, realmente, perseguida, difamada, caluniada e desprezada pelos valores pregados por ela.
A Igreja pode até ter contradições, porque dentro dela há pessoas humanas, só não há contradição na compreensão da verdade. E a Igreja dá a vida pela verdade. A verdade é a palavra que liberta o ser humano, a verdade é Jesus Cristo, Nosso Senhor e Salvador, que morreu por causa da verdade eterna do Pai.
Assim como Cristo foi perseguido, Sua Igreja também tem sido perseguida ao longo dos séculos! Nós não podemos atirar pedras sobre aqueles que anunciam a Palavra de Deus ou sobre a verdade anunciada por ela. Pelo contrário, nós precisamos aprender a ser também defensores da fé, não com vãos discursos nem com brigas, mas sim pela coerência, pelo exemplo e pelo testemunho.
Quando a Igreja não testemunha e não dá sua vida pelo Evangelho, ela cai nas contradições, e aí é o viés perigoso de qualquer religião com as guerras religiosas, as perseguições religiosas, a briga de cristãos contra cristãos por causa de doutrinas e de dogmas e entre os fiéis. Nada disso corresponde à graça de Deus.
A única briga que precisamos assumir é para amar, respeitar e saber valorizar até quem pensa diferente de nós. E mesmo sendo perseguidos e não compreendidos não podemos deixar de dar a vida pelo Evangelho, como o fez Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Que lugar a Palavra de Jesus ocupa na sua vida?

quinta-feira, 26 de março de 2015

Se você guarda a Palavra de Jesus a vida eterna pertence a você, porque só o Senhor tem palavras de vida eterna, de salvação, de libertação e de cura!
“Em verdade, em verdade vos digo: se alguém guardar a minha palavra, jamais verá a morte” (João 8, 51).
Amados irmãos e irmãs, [nos Evangelhos] enquanto alguns judeus insistem em criar controvérsias com as palavras, com as pregações e, sobretudo, com a vida de Jesus, Ele não deixa de anunciar [o Reino de Deus], não deixa de pregar, e muitas pessoas escutam Suas palavras e se convertem. Enquanto que, naqueles que se fecham para as palavras e para os ensinamentos do Senhor cresce um sentimento ruim, negativo e muitos deles querem pegar pedras para apedrejá-Lo, Ele não teme e continua o Seu ministério seguindo adiante.
Deixe-me dizer uma coisa a você: se você guardar a Palavra de Jesus a vida eterna pertence a você, porque só o Senhor tem palavras de vida eterna, palavras de salvação, palavras de libertação e de cura!
Sabe, no mundo em que vivemos as pessoas gostam de muitas “vãs discussões”, de discursos que não levam a nada e, muitas vezes, querem fazer isso até com as coisas de Deus. Eu digo a você: não perca tempo com essas discussões, abra o coração, acolha as palavras de Jesus, acolha a Jesus que vem nos falar por meio de Sua Palavra, não fique nas “palavras-letras”, fique nas “palavras de vida”! Não fique simplesmente na compreensão histórica, teológica e hermenêutica [da Palavra de Deus], fique na compreensão da Palavra-Vida.
Toda a Palavra de Jesus, acolhida com humildade de coração e com disposição de nos abrirmos para a graça, se torna palavras de vida para o nosso coração! Primeiramente porque as palavras do Senhor vencem a morte dentro de nós: a morte com tudo aquilo que ela traz de obscuro, de medo, de receio e de pavor. A Palavra de Deus ilumina o nosso coração, ela vai entrando nas partes mais íntimas do nosso ser para iluminar a penumbra da nossa alma.
A palavras do Senhor são espírito e vida, por isso nós hoje rejeitamos e renunciamos a todas as discussões e a todas as palavras de um ou de outro com o desejo de tratar Jesus como uma Pessoa meramente humana ou apenas um cidadão histórico. Ele é nosso Salvador e Redentor; nós cremos nas Suas palavras e temos a convicção de que só o Senhor Jesus tem palavras para nos salvar e nos dar a vida.
Em atenção às palavras do Senhor, é por elas que nós queremos viver!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Hoje celebramos o mistério da nossa salvação

quarta-feira, 25 de março de 2015

Hoje celebramos o mistério da nossa salvação, por isso adoramos e exaltamos a Jesus Cristo por ter se encarnado e assumido a nossa humanidade no ventre de Maria.
“Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” (Lucas 1, 28).
Nós hoje interrompemos o tempo da Quaresma, em cujos dias de meditação nos preparamos para o mistério da Paixão, da Morte e, sobretudo, da Ressurreição gloriosa do Senhor, para entrarmos no mistério da encarnação ou no mistério do Natal de Jesus. Daqui a nove meses vamos novamente celebrar o nascimento do Senhor. Por isso nove meses antes dessa data nós comemoramos a concepção de Nosso Senhor Jesus Cristo, o dia em que o arcanjo Gabriel visitou a Virgem Maria e anunciou-lhe que ela fora a escolhida, a designada por Deus para ser a Mãe do Salvador.
Hoje nós celebramos o dia do nascimento da Igreja, o dia do nosso nascimento e o nascimento de uma nova humanidade. Cristo é a cabeça da Igreja. Cristo é o novo Homem. Cristo é a remissão dos nossos pecados. Cristo é o nosso Salvador! Inaugura-se uma nova história, uma nova página da história da humanidade quando Ele deixa Sua condição divina e se faz Homem como um de nós, e O faz na humanidade de Maria. Por isso, esse mistério, por excelência, celebra a grandeza de nosso Deus ao se rebaixar para salvar a nossa pequenez, para salvar a nossa miséria.
Nós hoje celebramos a nossa salvação, nós queremos adorar a Jesus Cristo e exaltar o Senhor por ter se encarnado e assumido a nossa humanidade no ventre de Maria. Alguém pode perguntar: “Qual é a graça que Maria teve? Por que se fazem tantos elogios a ela?”. Nossa Senhora não teve uma graça qualquer, ela teve “a graça”! Se juntarmos todas as graças já alcançadas pela humanidade, todas elas juntas não têm proporção nem comparação com essa graça única que a Virgem Maria recebeu ao conceber em seu ventre Jesus Cristo, o Verbo Encarnado.
Todas as outras graças de Deus são sublimes, nenhuma delas merece desmerecimento, mas temos de reconhecer que há uma graça, por excelência, e que a Virgem Maria é uma agraciada, por excelência, no mistério da salvação humana. Quando o anjo a saúda: “Ave, ó cheia de graça!”, é porque a graça plena, a graça maior, a graça, por excelência, foi concedida a ela!
Louvamos e exaltamos o Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que quis vir morar e habitar no meio de nós. Exaltamos nosso Pai, Deus Todo-poderoso, por ter escolhido Maria para ser a Mãe do Seu Filho. Glorificamos Deus Espírito Santo porque foi Ele quem tomou posse do ventre de Maria e ali operou a maior das graças, o mais sublime dos milagres. Salve, Senhora santa, Maria, Mãe de Deus e nossa, que se abriu inteiramente para acolher Jesus, o Nosso Salvador!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Paixão de Cristo - ECRI

segunda-feira, 23 de março de 2015

 
Iniciando a programação da  Semana Santa da Paróquia Menino Jesus de Praga , as Crianças do Encontro de Crianças com Cristo encenaram a Paixão de Cristo neste sábado e domingo  logo após as missas.  O armadura do Cristão registrou todos os momentos com fotos e Vídeos.

Clique na imagem abaixo e confira todas as fotos
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VÍDEOS

Início
Última Ceia


Beijo de Judas

 

Verônica Enxuga o Rosto de Jesus

Pilatos Lava as mãos 


Jesus é despojado de suas vestes

Jesus é Crucificado
 

Jesus Morre na Cruz
 

Pietá
 

Ressurreição
 

Você tem refletido Cristo com suas atitudes?

domingo, 22 de março de 2015

“Por isso mesmo, dedicai todo o esforço em juntar à vossa fé a fortaleza, à fortaleza o conhecimento, ao conhecimento o domínio próprio, ao domínio próprio a constância, à constância a piedade, à piedade a fraternidade, e à fraternidade, o amor. Se estas qualidades existirem e crescerem em vós, não vos deixarão vazios e estéreis no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Mas quem delas carece é um míope, um cego: esqueceu-se de que foi purificado de seus pecados de outrora. Por isso, irmãos, cuidai cada vez mais de confirmar a vossa vocação e eleição. Procedendo assim, jamais tropeçareis. Desta maneira vos será largamente proporcionado o acesso ao reino eterno do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo”II Pedro 1,5-11

Em que temos gastado todas as nossas forças? Talvez estejamos as empenhando em coisas erradas e não nas coisas de Deus. Para que nossa fé fique mais forte, ela precisa ser exercitada. Não percamos tempo com coisas inúteis!
Quando vivemos uma vida em Deus, por mais que venham as lutas e as dificuldades, somos revigorados diariamente por Ele. Ser conhecedores da Palavra de Deus faz com que nossa fé seja aprofundada. Diversas vezes somos questionados sobre aquilo em que acreditamos, por isso, se não formos conhecedores da Palavra de Deus e da doutrina cristã não conseguiremos nos manter firmes em nossa opinião e em nossa fé.
Precisamos colocar “rédeas” em nossa língua para alcançarmos o domínio próprio. A prática do jejum e das mortificações ajuda o nosso físico, no entanto, um dos pontos mais importantes é refreamos a nossa língua. Somos tidos como pessoas de fé por aqueles que nos ouvem e nos conhecem em nosso dia a dia? Exalar grosseria e tratar o outro de qualquer maneira não é se autodominar.
Perder a constância na vida de oração é perder-se no caminho. A nossa caminhada de fé precisa seguir sempre o mesmo percurso. Quando deixamos de viver a constância na nossa intimidade com Deus, isso produz em nós irritabilidade, grosseria, falta de amor e demais obras da carne. Precisamos nos dedicar à leitura da Palavra, às práticas de oração, à escuta a Deus, tudo isso gera em nós frutos de paciência, perdão, reconciliação com o Senhor, entre outros frutos de conversão.
A pessoa dócil atrai muitos ao seu redor. A fraternidade gera o amor em nós. Será que, pelos caminhos que temos trilhado, as pessoas têm nos reconhecido com verdadeiros cristãos? Estamos exalando o amor de Deus?
Se quisermos crescer no conhecimento de Cristo, exercitemos essas virtudes. Quem foi resgatado pelo Senhor não deve se comportar como um cego nem ser indiferente às maravilhas de Deus. Quando olhamos para a nossa vida, o que temos enxergado? O convite que o Senhor nos faz hoje é que busquemos a santidade. Somos vocacionados à santidade e ao céu.
Que o Senhor nos auxilie em nossos passos para que possamos trilhar os caminhos d’Ele e, como eleitos, chegarmos ao céu. Sigamos esse percurso da fé, fortaleza, conhecimento, domínio próprio, constância, piedade, fraternidade e amor para que cheguemos à salvação.

Thiago Tomé
Missionário da Comunidade Canção Nova

Fonte: Canção Nova

Fazer penitência é querer mudar de vida

sábado, 21 de março de 2015

 
Fazer penitência é querer mudar a mentalidade, o sentimento e a vida “Naqueles dias, apresenta-se João, o Batista, proclamando no deserto da Judeia: ‘Convertei-vos: o Reinado dos céus aproximou-se!'” (Mt 3,1-2). Penitência não é só mortificação, não é deixar de comer alguma coisa ou dormir no chão. Penitência em grego é “metanoia”, uma reviravolta na vida da pessoa. É mudar a mentalidade, o sentimento, é mudar de vida. Penitência é um “virar-se pelo avesso”. Melhor falando: é um deixar-se virar pelo avesso. Foi isso que João Batista veio anunciar: “Fazei penitência, virai-vos pelo avesso, porque está próximo o Reino do céu”. Se João Batista dizia isso naquele tempo, preparando a primeira vinda de Jesus, imagine agora, quando estamos na iminência da Sua segunda vinda. 

Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib Fundador da Comunidade Canção Nova

Fonte: Canção Nova

Por que o casal precisa ter fé?

sexta-feira, 20 de março de 2015



Muitas situações acontecem na vida dos casais. Entenda por que eles precisam ter fé em todos os momentos da vida

Os cientistas dizem que, por causa do buraco na camada de ozônio, o calor está aumentando, a cada ano, em escala avançada. No entanto, a fé sobre a terra está esfriando dia após dia em escala assustadora! A mentalidade atual não é de oração, mas de eficiência: somos nós que resolvemos os nossos problemas. Porém, Jesus contou uma parábola sobre a necessidade de orarmos sempre, sem nunca nos desanimarmos.

“Numa cidade, havia um juiz que não temia Deus nem respeitava homem algum. Na mesma cidade, havia uma viúva, que vinha à procura do juiz e lhe pedia: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário!”. Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Não temo Deus e não respeito ninguém. Mas essa viúva já está me importunando. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha, por fim, me agredir!’” E o Senhor acrescentou: “Escutai bem o que diz esse juiz iníquo! E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que, dia e noite, gritam por ele? […]” (Lc 18,1-7).

A luta não é contra os problemas de bebida ou o adultério do cônjuge, nem contra a revolta dos filhos nas drogas, no desregramento. A batalha que enfrentamos vai além das forças humanas; é uma luta espiritual. Estamos lutando contra os inimigos do mundo espiritual, que querem destruir o casamento.

Pois a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra os principados, as potestades, os dominadores deste mundo tenebroso, os espíritos malignos espalhados pelo espaço. […] Com toda sorte de preces e súplicas, orai constantemente no Espírito. Prestai vigilante atenção neste ponto, intercedendo por todos os santos (Ef 6,12.18).
Por que o casal precisa ter fé?
No entanto, o Senhor nos revela: “Tudo pode ser mudado pela oração”. Eis o testemunho de Dona Rita. Ela é uma demonstração muito clara desta verdade:

Havia cinco anos, meu marido, Carlos, e eu estávamos morando em Caraguatatuba (SP). Numa noite do mês de novembro de 1993, bateu à nossa porta um advogado, dizendo ao Carlos que ele, com um grupo de pessoas, haviam ganhado uma ação contra o Estado. Carlos não se lembrava, pois fazia mais de dez anos que ele tinha movido aquela ação.

Com aquele dinheiro, a construção de nossa casa seria finalizada e até poderíamos comprar os móveis. Eu já estava doente, embora não soubesse da gravidade, mas Deus, na Sua misericórdia, cuidou de tudo que eu iria precisar.

Meu quadro piorou, tive anemia por mais de dois anos e fui a São Paulo fazer exames mais específicos. Meus amigos se mobilizavam em oração e jejum para que o Senhor me curasse. Naquela ocasião, eu era coordenadora diocesana da RCC em Caraguatatuba e já conhecia a Comunidade Canção Nova. Lá, muitos membros rezavam por mim.

No dia oito de dezembro, com os exames prontos, voltei ao médico. Ele, depois de muito “rodeio”, disse que meus exames constatavam um câncer e que eu deveria passar por uma cirurgia imediatamente. A questão era grave, o tumor estava alojado no intestino, quase impedindo a passagem das fezes. Se isso ocorresse, seria fatal. Recebi essa notícia com muita tranquilidade, não por minhas próprias forças, mas sim pela força da oração de muitas pessoas.

Naquele dia, completávamos 31 anos de vida matrimonial, e fomos participar da Santa Missa, que era em honra à Medalha Milagrosa. Lá também rezaram por mim. Ao chegar à igreja, a Missa estava terminando. O padre dava a bênção com o Santíssimo Sacramento e, ao me avistar, veio até mim e me abençoou. Percebi o carinho de Deus para comigo.

Minha família permaneceu no hospital, rezando por mim, e a imagem de Nossa Senhora ficou na cabeceira da minha cama. Quando as enfermeiras entravam no quarto, sentiam a presença de Maria e falavam:

“Nossa Senhora está fazendo maravilhas neste andar!”

Depois de todas as tribulações, de perder o cabelo e fazer a cirurgia para a retirada do tumor e da vesícula, a minha recuperação foi espantosa. Cinco dia após a cirurgia, tive alta e passei o Natal em casa.

No início do seguinte ano, comecei as sessões de quimioterapia. Passei por grandes sofrimentos. Na terceira aplicação, pensei que fosse morrer. Vendo meu desespero, meu marido resolveu me levar para Cachoeira Paulista (SP), na Canção Nova, com 40ºC de febre.

Na Quinta-feira de Adoração, eu já estava bem melhor! Fomos à Casa do Dunga – já éramos amigos. Ele se compadeceu ao me abraçar, pois meus cabelos saíram em suas mãos e eu estava muito debilitada. Dunga foi chorar no banheiro; em seguida, chamou o padre Jonas.

Rezando por mim, padre Jonas abriu a Palavra de Deus e disse: “Não temas nada, homem de predileção! Que a paz esteja contigo! Coragem!” (Dn 10-19). Rita troque a expressão ‘homem de predileção’ por ‘mulher de predileção’ e assuma essa realidade em sua vida. Você não deve temer nada!’.

Voltando para São Paulo(SP), na sexta-feira, já me sentia outra pessoa. A cura ocorreu gradualmente.  Há quase dez anos, recebi essa graça para honra e glória de Deus! Passei por todas as revisões que os médicos pediram. Não havia dúvida: eu estava completamente curada. Hoje, não apenas tenho saúde perfeita, mas, como repete sempre o padre Jonas, Deus me deu um cabelo novo, bem diferente do antigo”, afirma Rita.

Deus quer tocar nosso coração, quer nos reanimar, levantar nosso casamento. Para Ele não existe distância, e o tempo é sempre “presente”. Por isso, cada vez mais, precisamos de casais que tenham fé e não duvidem do que Deus pode realizar em nossa vida.

(Artigo extraído do livro: “Homem e Mulher em sintonia”, de monsenhor Jonas Abib).

Fonte: Canção Nova

São José, protetor da Sagrada Família

quinta-feira, 19 de março de 2015

Celebra-se hoje, 19 de março, a Solenidade de São José. Neste dia, a Igreja, espalhada pelo mundo todo, recorda solenemente a santidade de vida do seu patrono.
Esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família, São José foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo.
Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.
No Evangelho de São Mateus vemos como foi dramático para esse grande homem de Deus acolher, misteriosa, dócil e obedientemente, a mais suprema das escolhas: ser pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, o Salvador do mundo.
“Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa” (Mt 1,24).
O Verbo Divino quis viver em família. Hoje, deparamos com o testemunho de José, “Deus cumula de bens”; mas, para que este bem maior penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria.
Da mesma forma, hoje São José acolhe a Igreja, da qual é o patrono. E é grande intercessor de todos nós.
Que assim como ele, possamos ser dóceis à Palavra e à vontade do Senhor.
São José, rogai por nós!

Papa Francisco dedica catequese às crianças

quarta-feira, 18 de março de 2015

Francisco disse que as crianças são um dom para a humanidade; sociedade sem elas é triste e cinza
Francisco no tradicional encontro com peregrinos na Praça São Pedro / Foto: L'Osservatore Romano
Francisco no tradicional encontro com peregrinos na Praça São Pedro / Foto: L’Osservatore Romano
Milhares de pessoas participaram, na manhã desta quarta-feira, 18, da audiência geral com o Papa Francisco, que, desta vez, foi dedicada às crianças. O Pontífice disse que elas são um dom para a humanidade, mas, às vezes, são também as grandes excluídas, pois nem sempre as deixam nascer.
Francisco começou falando da relação entre as crianças e Deus, destacando o fato curioso de que elas não têm problemas para entender o Senhor. Depois, recordou que todas as pessoas sempre permanecem com a identidade de filho, mesmo se já são adultos ou idosos, o que faz lembrar que a vida é um presente recebido.
“É motivo de grande alegria sentir que em cada idade da vida, em cada situação, em cada condição social, somos e permanecemos filhos. Esta é a principal mensagem que as crianças nos dão, com a sua própria presença”.
O Santo Padre mencionou algumas das riquezas que as crianças levam para a humanidade, como o olhar confiante e puro com o qual enxergam a realidade, a confiança espontânea nos pais e o fato de não serem contaminadas pela malícia, não terem o coração endurecido. Além disso, o Pontífice lembrou a capacidade das crianças de receber e dar ternura, de sorrir e de chorar.
O Papa contou ainda como é a reação de algumas crianças quando ele vai abraçá-las: “Algumas sorriem, outras me veem de branco e acreditam que eu sou um médico e vim vaciná-las, e choram… mas espontaneamente! As crianças são assim! Sorriem e choram, duas coisas que em nós adultos muitas vezes ‘são bloqueadas’, não somos mais capazes…”.
Na conclusão, Francisco recordou que certamente as crianças também trazem preocupações e problemas, mas é melhor uma sociedade assim, com essas preocupações, do que uma sociedade triste e cinza, porque não tem crianças.
“Quando vemos que o índice de nascimento de uma sociedade chega a apenas um por cento, podemos dizer que essa sociedade é triste, é cinza, porque permanece sem crianças”.
Francisco já anunciou que, na catequese da próxima semana, vai falar sobre algumas feridas que fazem mal à infância.

Fonte: Canção Nova

Precisamos trabalhar pela salvação da humanidade

Não importa a hora, o dia, não importa o momento, onde quer que eu e você estejamos precisamos trabalhar pela salvação da humanidade.

“Meu Pai trabalha sempre, portanto também eu trabalho” (João 5, 17).


A resposta dada por Jesus ao grupo de judeus que querem contestá-Lo por Ele ter realizado a cura daquele homem num dia de sábado e por ter feito tantos outros sinais neste dia é a seguinte: “Meu Pai trabalha sempre, portanto também eu trabalho” (João 5, 17). É como se Ele dissesse: “Meu Pai continua trabalhando, a obra d’Ele não parou com a criação do mundo. Muito pelo contrário, Ele criou todas as coisas, mas precisou continuar restaurando aquilo que foi criado, porque veio alguém e pisoteou, veio alguém e quebrou, porque o mal, o pecado e o inimigo da nossa salvação têm feito muito mal à obra e à salvação de Deus. Por isso, meu Pai continua trabalhando, continua cuidando, continua restaurando. E assim como meu Pai não para de trabalhar para cuidar da Sua obra, eu também trabalho”.
O trabalho de Jesus não é diferente do trabalho de Seu Pai, apenas que o Pai mandou o próprio Filho para estar entre nós e no meio de nós para restaurar e cuidar de todas as coisas, a começar pela obra-prima da criação: eu, você e todos nós, seres humanos.
Jesus se faz um de nós, assume nossa face e nossa humanidade para restaurar essa obra primitiva da criação: toda criatura humana. E por isso Jesus não escolhe o dia, seja sábado, seja domingo ou segunda-feira, Ele está ali nos curando, cuidando de nós, restaurando, abençoando e salvando-nos. A obra da criação não para, a restauração da humanidade vai até os confins do mundo e até o fim dos tempos!
Assim como Jesus não parou, nós também não podemos parar! Não podemos parar de cuidar da nossa alma, do nosso coração, de restaurar cada pedacinho de nós, que foi quebrado por obra do pecado, por obra deste mundo. Com a graça de Deus, o Pai quer nos restaurar a cada dia. E nós precisamos, com Jesus, precisamos, com o Pai, no poder do Espírito, salvar a obra de Deus.
Onde existir uma alma humana triste, sofrida, machucada, onde existir um filho de Deus distante e perdido à procura de salvação, nós precisaremos ser canais da graça! E não importa a hora, o dia, não importa o momento, onde quer que eu e você estejamos precisamos trabalhar pela salvação da humanidade.
É obrigação nossa, é responsabilidade de cada batizado assumir o seu papel na história da salvação da humanidade! Eu preciso olhar para trás e dizer: “Eu trabalhei pela restauração do mundo!” Precisamos, hoje, olhar para o nosso coração e dizer: “Eu estou trabalhando, dando o melhor de mim, do que eu posso, do que eu sei para poder restaurar, salvar e continuar operando a obra de Deus no meio de nós!”.

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Sejamos solidários com o sofrimento do nosso próximo

terça-feira, 17 de março de 2015

A maior cura que Deus pode realizar em nosso coração é nos ajudar a sermos menos egoístas, curar o nosso orgulho, abrir os nossos olhos e nos ajudar a ver o sofredor ao nosso lado.
Senhor, não tenho ninguém que me leve à piscina, quando a água é agitada. Quando estou chegando, outro entra na minha frente” (João 5, 7).

Jesus se move de compaixão desse homem que está à beira da piscina de Betesda, porque junto dele há muitos doentes, enfermos, cegos, coxos e paralíticos que vão atrás dessa água por seu poder medicinal. Muitos que conseguem entrar nela ficam curados, quando a água se agita e vai ao encontro deles. Contudo, aquele homem, ali deitado, não conseguia chegar até aquelas águas, porque, quando elas se agitavam, apesar de ele tentar ir ao encontro delas, outras pessoas passavam à frente dele, não ligavam para ele; até o pisoteavam e o deixavam para trás.
E havia trinta e oito anos que esse homem tentava chegar àquela fonte de cura e não conseguia. Ninguém olhava para ele, ninguém se preocupava com a sua dor, com a sua enfermidade e com seu sofrimento.
Deixe-me dizer uma coisa a você: é muita desumanidade, é muito egoísmo quando eu busco a “minha” cura, a “minha” libertação, a “minha” restauração, a “minha” bênção, o “meu” pão, as “minhas” coisas e não sou capaz de olhar para quem está do lado, para quem caminha comigo, para quem está atrás de mim ou na minha frente. Simplesmente eu vou buscar o que eu quero e cada um que se vire por si. Esse é o maior de todos os egoísmos! E isso não é no mundo lá fora, isso é com as pessoas que pertencem ao Reino de Deus, na casa de Deus.
Nós, muitas vezes, entramos e saímos da igreja sem nem nos darmos conta de quem está lá. Da mesma forma, nós andamos pelas ruas, calçadas, cidades e existem pessoas que há  tantos anos vemos na nossa frente, mas não sabemos o que se passa com elas, o que elas têm, o que elas sofrem. Isso porque nós vivemos um ritmo frenético da vida, temos nossa rotina, nossas obrigações e não temos tempo de olhar para o sofrimento do outro.
Por isso a maior cura que Deus pode realizar em nosso coração e em nossa vida é nos ajudar a sermos menos egoístas, curar o nosso orgulho, abrir os nossos olhos e nos ajudar a ver o sofredor ao nosso lado. [A maior cura que Ele quer realizar] É abrir a nossa mão para que ela vá ao encontro e ao socorro do outro que está necessitado, do outro que precisa chegar perto de Deus, do outro que precisa de ajuda para encontrar sua saúde e o sentido da sua vida.
A minha fé não pode me levar a me fechar em mim mesmo, a buscar apenas os meus interesses e a satisfazer as minhas necessidades.
A fé abre os olhos, orienta os horizontes e nos ajuda a perceber que nós precisamos cuidar de quem está ao nosso lado! Que Deus converta o meu, o seu e o nosso coração para que nos tornemos menos egoístas e mais solidários com quem sofre e com está ao nosso lado!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Que sua fé contagie sua família e o mundo!

segunda-feira, 16 de março de 2015

Que sua fé contagie sua família e o mundo para que a graça e o amor de Deus cheguem a todos os corações!
“Então, ele abraçou a fé, juntamente com toda a sua família” (João 4, 53).
Jesus está de volta, de Jerusalém para a Galiléia, mesmo passando pela Samaria, quando chega à Galiléia, Ele é bem recebido, porque o povo sabia o que Ele havia feito em Jerusalém. Contudo, quando Ele passa perto de Cafarnaum, um funcionário do rei vai atrás d’Ele para Lhe dizer que o filho estava enfermo, doente, por isso precisava que o Senhor tocasse nele e fizesse algo por ele.
Jesus sabia que estava sendo procurado por causa dos sinais e dos milagres feitos por Ele, mas o funcionário real implora: “Senhor, desce, antes que meu filho morra!” (Jo 4, 49). Como se dissesse ao Senhor: “Por favor, meu filho está enfermo, ele precisa te Ti!”. E esse clamor desse homem chega muito forte ao coração de Jesus; não é um clamor de desespero. Veja que há diferença, é um clamor de fé, é um pedido feito com confiança. Mesmo não estando na roda com Jesus, a todo tempo, ele sabe que o Senhor tem poder para curar seu filho, por isso ele pede de forma insistente, como que afirmando: “Não há mais médicos, não há mais ninguém, Senhor, que possa fazer algo pelo meu filho, a não ser o Senhor!”
Tamanha foi a fé e tamanhos foram a graça e o milagre que ele também alcançou. Jesus lhe disse: “Seja feito conforme a sua fé”. Imediatamente a febre do filho desse homem desaparece e ele vive. Quando ele volta para casa vê o filho curado e acredita piedosamente que Jesus realizou um sinal em sua casa. Daquela hora em diante, ele, juntamente com toda a sua família, abraçou a fé e passou também a seguir Jesus e a crer em tudo o que Ele fazia e realizava.
Deixe-me dizer uma coisa a você: é por intermédio de você que a fé, a graça e o amor de Deus chegam à sua casa e à sua família; mesmo que nem todos nela creiam, mesmo que, na sua casa, nem todos abram o coração para o Senhor. Por intermédio de você a fé contagia toda a sua casa e toda a sua família!
Você pode ser o canal da graça para que os da sua casa creiam no poder de Jesus e O sigam. Basta olharem para você e enxergarem na sua vida a transformação, o milagre, a cura e a bênção que Deus operou em sua vida. Nós precisamos e devemos ser o milagre vivo, o testemunho vivo, o sinal vivo daquilo que Deus faz a quem n’Ele crê.
Que nossa vida, nosso sorriso, que nosso ânimo em crer em Jesus sejam um testemunho para os da nossa casa! Nós não vamos levar os nossos para o Senhor pela força, mas sim pelo testemunho e pelo milagre que os outros podem olhar e contemplar na vida de cada um de nós.
Sejamos sinais vivos de que Jesus age em nós!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

Jesus traz libertação e paz para cada um de nós

domingo, 15 de março de 2015

Jesus morreu na cruz, por nós, para condenar o pecado que nos faz morrer e perder a vida. Não para nos condenar, mas para nos salvar e libertar.

“Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele” (João 3, 17).

É desta forma que Deus nos ama: Ele nos ama de forma direta, única, incisiva. Ele não abre mão de nós, não abre mão de mim, não abre mão de você, não abre mão de ninguém da sua casa, da sua família. Por mais perdido que possa parecer alguém, há sempre um olhar de esperança e de misericórdia de Deus voltado para essa pessoa.
Por essa razão, precisamos tomar posse desta verdade: Deus me ama, ama você, ama a todos nós! O Seu amor salvífico e gratuito é para todas as pessoas. Quando tomamos posse dessa verdade, nós precisamos também tomar posse da realidade que vem junto com ela, porque, da mesma forma como Deus nos ama, Ele não enviou Seu único Filho para condenar ninguém, mas para nos salvar. Jesus morreu na cruz, por mim e por você, para condenar o pecado, que nos faz morrer e perder a vida; não foi para nos condenar, mas para nos salvar.
Nós precisamos ser mensageiros da salvação de Deus! Nós não podemos ser mensageiros da condenação, não podemos levar a condenação a ninguém. Assim como Jesus veio trazer a salvação e por onde Ele passava a salvação acontecia, nós precisamos também levá-Lo às pessoas. E quando Jesus entra numa casa, numa família, entra na vida de qualquer pessoa, não é para condená-la, mas sim para libertá-la daquilo que a mantém cativa, presa, oprimida e condenada. Da mesma forma, quando Ele entra na nossa vida é para nos salvar, por isso nos precisamos abrir o coração não para a condenação, mas para a salvação vinda do coração de Deus!
Assim como Nicodemos abriu o coração para que nele a graça de Deus entrasse, nós hoje queremos abrir o nosso coração e contemplar Jesus crucificado. Pois como Moisés, no deserto, levantou a serpente e todo aquele que olhou para ela ficou curado, nós hoje olhamos para Jesus crucificado, n’Ele estão condenados nossos pecados e ali está assinalada a nossa salvação. Ali está a libertação de cada um de nós, da nossa casa e de todas as nossas famílias!
Nós precisamos nos colocar sob o judice da cruz de Jesus Cristo; nos colocarmos debaixo do amor misericordioso de Deus, o qual brota do alto da cruz. Nós anunciamos Jesus crucificado ao mundo não para que este se sinta condenado, mas para que ele se sinta salvo e redimido pelo Sangue redentor de Cristo.
Jesus, que morreu e ressuscitou para a nossa salvação, traga hoje libertação e paz para cada um de nós!

Deus abençoe você!

Fonte: Canção Nova

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